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Porto Velho,  dom,   25/junho/2017     
COLUNISTA: Carlos Coqueiro

Política e Economia, direto de Brasília

20/1/2010 23:55:38
jccoqueiro@yahoo.com.br
 
  

Sincor RO/AC 
I Conferência de Proteção ao Consumidor de Seguros, no dia 10 de março de 2010, marca a estreia de uma série de eventos programados pela CNSeg para comemorar os 20 anos do Código de Defesa do Consumidor, disse o presidente do Sincor dos estados de Rondonia/Acre, Geraldo Ramos. A realização é do Comitê de Relacionamento de Consumo e ocorrerá cinco antes do Dia do Consumidor. Depois da conferência, o comitê planeja elaborar diversos eventos entre março e setembro. O objetivo é promover a cultura de relacionamento harmônico com o consumidor, considerando-o como eixo fundamental do mercado de seguro. Também neste ano estará em curso um plano de ação voltado para a proteção do consumidor de seguros, como iniciativas de cunho educativo e criação de um centro de informação ao consumidor. E ainda: programas de conscientização dos consumidores quanto a riscos, à necessidade de seguro e seus benefícios; realização de pesquisas quantitativas para mensurar a expectativa do segurado em relação às coberturas contratadas; ou elaboração de um modelo de informações necessárias para cada tipo de produto de pessoas e de danos, ancorado no resultado obtido na tabulação das pesquisas. Viver Seguro, Sincor RO/AC.

Cassol investe em obras 
Em 2010 o Estado de Rondônia ganhará mais de 300 quilômetros de rodovias pavimentadas – entre obras em andamento (iniciadas no último ano) e as que serão lançadas pelo governador Ivo Cassol no início do verão amazônico. É o que mostra o cronograma de obras para este ano. O Estado investirá recursos próprios na ordem de R$ 260 milhões para asfaltar 316 quilômetros de rodovias.

Comabte à dengue
"Por determinação do governador Ivo Cassol, a dengue deve ser tratada em Rondônia com ações ininterruptas, durante o ano todo". Foi o que informou a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), durante reunião com o Ministério Público, e depois em entrevista coletiva a imprensa, em Porto Velho. 

Charge



BB e efeitos
Relatório elaborado pelas Secretarias de Acompanhamento e de Direito Econômico (Seae e SDE), ambas do Ministério da Fazenda, no qual são analisadas as recentes aquisições feitas pelo Banco do Brasil, garante que a compra da Votorantim Corretora de Seguros, ligada ao grupo do mesmo nome, pelo BB, negócio sacramentado em janeiro do ano passado, “não gera efeitos anticompetitivos". Segundo o parecer, não há motivos para impor condições ao negócio, pois "a atividade de corretagem de seguro no Brasil é pulverizada". Jorge Clapp.

Tarde demais
O colapso do Haiti, que já era o país mais miserável da região, é considerado pelas diplomacias dos EUA e do Brasil como o evento da década nas Américas. À primeira impressão, o Haiti acabou. Mas, como não pode simplesmente acabar, virou fator de confluência internacional. A união não é mais em torno de guerras, mas da solidariedade. Para os EUA, uma chance única de aproximar sua imagem à de Obama, amenizando o ranço de potência que invade, domina e mata e assumindo a ação que agrega e salva. Para o Brasil, mais um degrau na busca de uma liderança regional. Os EUA comandam o Haiti e foi por delegação deles que o Brasil assumiu a chefia da Minustah, a missão de paz da ONU. Com o caos, os dois tentam acertar níveis de convivência e de comando, o que não é fácil num momento assim. Há de ciumeira a cotovelada até para definir o controle do aeroporto. Mas é dessa estreia no Haiti que depende uma parceria estratégia EUA-Brasil para a América Latina e para além dela -na África, por exemplo, onde já têm programas comuns contra a Aids, um dos principais flagelos no continente. Mais fundamental do que definir o horizonte diplomático, porém, é agir. Milhares de pessoas morreram, 70% dos prédios desabaram, os corpos estão jogados ao tempo. E não há perspectiva. Nem governo, projeto, infraestrutura, hospitais, médicos. Aliás, nem remédios, comida e água. Saques e epidemias são inevitáveis. Os EUA doam US$ 100 milhões, o Brasil, US$ 15 milhões, nossa Gisele Bundchen, US$ 1,5 milhão. Somados governos, empresas e astros, isso vai à casa dos bilhões. Mas para quem gerir? E para o quê? Enterrar os mortos, salvar os vivos e construir o país? Como? Foi preciso a desgraça total para o mundo olhar e acordar para o Haiti. A dúvida é se não foi tarde demais, e o desafio dos EUA e do Brasil é mostrar que não. Se puderem.Eliane Cantanhede, Folha de SP.



Comentários (1)
parabéns coqueiro

ai coqueiro, faz anos que não nos vemos desde que sai de porto para morar em vitoria, mas lendo as matérias escritas por vc, gostei muito, isso prova que vc se transformou em excelente analista politico e economico., um abraço de seu amigo.. mascarenhas

antonio mascarenhas - vitoria/ ES.
Enviado em: 13/3/2010 00:38:39  [IP: 201.59.99.***]
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PARA PORTO VELHO

OLA COUQUEIRO UM ABRAÇO DESTE SEU AMIGOS E QUE TEMOS E NOSSAS ESSE POLITICOS QUE NAO PENSAR E FAZER NADA PELO NOSSO ESTADO VAMOS VER AGORA QUE QUE DEPOIS DE CASSOL VENHA AGORA DR. CONFUCIO COM RESPONSABILIDADE TBEM QUE E UM HOMEM SERIO NA POLITICA E COM PESSOAS TBEM UM ABRAÇO COUQUEIRO PROFESSOR JOSE VALLE

PROFESSOR JOSE VALLE - CHAPADAS DOS GUIMARAES/ MT.
Enviado em: 5/8/2010 13:15:58
 [IP: 200.17.56.***]


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