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Porto Velho,  qua,   28/junho/2017     
COLUNISTA: Ronaldo Rocha

PODRES PODERES DE RONDÔNIA (Parte II)

05/08/2009 04:21
aldrinwilly@gmail.com
 
  

 

Lembrando três anos passados quando a PF colocou um Estado atrás das grades.


Aumento de salário (continuação)

Num diálogo gravado em 23 de fevereiro de 2006, Sebastião Teixeira Chaves combina com Carlão a apresentação de um projeto que assegure aumento de salários para ele e os demais colegas da magistratura. Carlão demonstra ser receptivo às sugestões do desembargador e pede interferência de Chaves no caso do prefeito de Ouro Preto do Oeste.

Em outra conversa, também em 23 de março, o desembargador avisa a um assessor de Carlão que o pleito do deputado foi atendido. Sebastião Teixeira tentou passar a informação em primeira mão para o presidente do Legislativo, mas como ele não fora encontrado, o desembargador comemorou a vitória com o chefe de gabinete de Carlão, identificado como Pedro.

"Foi concedida a liminar. Estou aqui com o juíz de Ouro preto, ele ia para Mirante da Serra comigo. Já estou liberando, já falei com ele aqui, ele deve embarcar, deve estar recebendo a comunicação, está tudo ok," festeja Sebastião Teixeira.

" Maravilha, então," responde Pedro.

Irandir de Souza, prefeito de Ouro Preto, teve o mandato cassado pela Câmara dos vereadores por improbidade administrativa. Mas com ajuda de Sebastião Teixeira Chaves e outros aliados de Carlão, no Judiciário local, estava tentando voltar ao cargo.

Influência até na Justiça Eleitoral



Naqueles idos, conforme a Folha de São Paulo, " Carlão Oliveira, apontado como chefe da quadrilha, além do esquema montado com os parceiros do Tribunal de Justiça, exercia influência indevida e promíscua sobre agentes do Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e do Poder Executivo.

" Esquema da quadrilha do Legislativo tinha influência também no Tribunal Regional Eleitoral." Está lá na Folha de São Paulo de 10 de agosto de 2006: " deputado Carlão Oliveira, através de ligações telefônicas interceptadas pela PF, pede que Josélia Valentim da Silva, juíza do TRE, defira um mandado de segurança para anular a posse do prefeito de Jaru, Ulisses Borges de Oliveira, segundo colocado no pleito de 2004."

A jogada era para que Amauri dos Santos, irmão de João da Muleta, outro deputado do bando de Carlão, acusado por compra de voto, pudesse voltar à prefeitura de Jaru pelas mãos "generosas' da juíza Josélia Valentim. Amauri, atualmente deputado estadual, foi reempossado no cargo, mas foi afastado através de uma nova decisão do TRE.

Em outros registros telefônicos interceptados pela Polícia Federal, a juísa Josélia questiona Carlão sobre pagamentos que não foram feitos a ela por meio de funcionários laranjas.

Josélia Valentim da Silva ocupou, entre 2004 e 2005, uma das duas vagas reservadas a advogados entre os juízes do TRE. Ela foi escolhida pelo presidente Lula a partir de uma lista tríplice apresentada pela OAB de Rondônia, supostamente sob bondosas bençãos de uma ala do PT rondoniense.

Em 22 de outubro de 2005, o irmão de Amauri dos Santos, deputado João da Muleta ligou para Carlão Oliveira, dizendo que "o mandado caiu na mão da doutora." Minutos depois, Carlão, pelo telefone falou com a juíza Josélia para perguntar se ela havia recebido algo. "Ainda não, mas sei que vai chegar" - respondeu a então Juíza eleitoral Josélia Valentim.


CURTO E GROSSO

Sinceramente, tenho muita pena dos cidadãos honrados e honestos do Estado de Alagoas. É verdade. Aqui pra nós, ter Fernando Collor e RenanCalheiros como representantes no Congresso Nacional, desonra qualquer povo. É um dos piores castigos pode existir. É pior que ter Hidelbrando "motosserra," aquele deputado do Acre que madava serrar seus desfetos político.

Senadores, especialmente os suplentes sem votos, sem povo e sem urna, desses que gostam de encher o peito, como o tal de Wellington Salgado (uma vergonha para Minas Gerais) e dizer alto e em bom tom :"Falo como senador da República." Ora, não são republicanos, geralmente não sabem o que é isso. E se sabem não praticam.


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