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Porto Velho,  ter,   25/fevereiro/2020     
reportagem

Juíza proíbe presença de policias na greve dos bancários

14/10/2004 08:50:09
 
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Nenhum policial, civil ou militar, poderá ficar próximo às agências bancárias, para não constranger o movimento grevista. A decisão foi da Juíza da Segunda Vara Trabalho de Porto Velho, Arlene Regina do Couto Ramos. 


 Até as raríssimas agências bancárias que estavam funcionando precariamente, como as do Bradesco e ABN Real, aderiram totalmente ao movimento grevista dos bancários, na última sexta-feira. Ao reconhecer o direito de greve, a Justiça do Trabalho em Rondônia proibiu os bancos de constranger e punir os empregados que fazem parte do movimento paredista.

A decisão da Juíza do Trabalho, Arlene Regina do Couto Ramos, proibindo a presença de policiais, civis ou militares, nas dependências dos bancos, reforçou o movimento que dura quase um mês.

Segundo os grevistas a decisão liminar da Juíza foi desrespeitada pela agência centro do Banco Itaú, que chamou a polícia para acompanhar uma os grevistas, reunidos numa sala de auto-atendimento. No Bradesco, que tentou demover os empregados foi um advogado acionado pelo gerente geral, Luiz Gonzaga Monteiro dos Santos. O advogado foi admoestado para abandonar a reunião do comando de greve, segundo informou o Sindicato dos Bancários.

É A MAIOR DA CATEGORIA


A Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e o movimento dos bancários em greve não confirmaram a possibilidade de uma solução para o impasse nos próximos dias. De acordo com a Fenaban, não houve nenhuma negociação, e a proposta de reajuste continua em 8,5%. Já o presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Jaci Afonso, afirmou que o movimento não vai ceder e que a greve continua.

Segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB), depois de 24 dias de paralisação, CNB), esta se tornou a maior greve da categoria já realizada no país, superando a paralisação da campanha salarial de 1946, que durou 19 dias. A última greve nacional dos bancários, em 1991, durou três dias.


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