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Porto Velho,  qui,   2/julho/2020     
reportagem

Ambientalista é escolhida para o Nobel da Paz (sic)

19/10/2004 11:44:01
Por Alerta em Rede
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Em mais uma demonstração do caráter político que, ultimamente, vem pautando a escolha dos agraciados com o Prêmio Nobel da Paz, o deste ano foi concedido à ambientalista queniana Wangari Maathai, fundadora da ONG Movimento Cinturão Verde e do próprio Partido Verde em seu país, em 1987. 


 Maathai é engajada com a cúpula do ambientalismo internacional. Ela é membro atuante da Cruz Verde Internacional, ONG criada pelo ex-premier soviético Mikhail Gorbatchov, que tem se notabilizado por promover a chamada Carta da Terra, que pretende substituir o Decálogo judaico-cristão por um outro de cunho eminentemente pagão centrado na Mãe-Terra. Resumindo, oferecer uma nova religião aos ambientalistas orientada por uma espécie de “neoanimismo” que retira do ser humano e a devolve à “Mãe-Terra” a sacralidade que constituiu o fundamento ético para o desenvolvimento da Civilização nos últimos dois milênios. Maathai integra exatamente o Comitê responsável pela Carta da Terra, ao lado de eco-teólogos como Leonardo Boff.

O caráter místico da nova Prêmio Nobel fica ainda mais claro quando se constata sua ativa participação no lançamento da Iniciativa das Religiões Unidas (URI 2000), projeto para um novo culto relativista universal bancado pelo magnata da rede CNN Ted Turner com a apoio explícito do Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan. Entre outras coisas, a URI considera “intolerável” toda oposição ao aborto, aos chamados direitos sexuais e reprodutivos, e promove o reconhecimento social e jurídico do “casamento” entre homossexuais.

Nas palavras da própria Maathai, que se apresenta como discípula de Maurice Strong (ver abaixo), “há que reescrever-se a Bíblia. Uma bíblia na qual o homem, o meio ambiente e Deus formem parte de um todo no qual não haja diferenças, para romper com a tradição abraâmica do judaísmo, o cristianismo e o islã, dominada pelo antropocentrismo no qual se dá à natureza uma importância secundária”.

Fonte: Alerta em Rede - www.alert.inf.br


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