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Porto Velho,  ter,   21/novembro/2017     
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NOTA DE REPÚDIO

20/3/2005 18:14:36
Julio Yriarte (*), de Porto Velho
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Onde estamos? O que estamos fazendo? Parece que estamos regredindo ao ciclo da barbárie, das hordas. Hoje em dia, não é mais possível, sequer cogitar, brutalidades desta natureza, ainda mais, advindas de representante popular eleito pelo povo e de serventuário policial. 


 Caro Gessy e Aldrin Taborda:

A respeito dos episódios narrados na edição do Imprensa Popular do dia 17 a 23.03.2005, já de saída, lhes presto a minha solidariedade e em tempo igual, torno pública a minha indignação e meu veemente repúdio à ação descabida, deliberada e vergonhosa dos seus agressores, um deles que hoje se legitima (absurdo) como o superior hierárquico do município de Candeias do Jamari.

Onde estamos? O que estamos fazendo? Parece que estamos regredindo ao ciclo da barbárie, das hordas. Hoje em dia, não é mais possível, sequer cogitar, brutalidades desta natureza, ainda mais, advindas de representante popular eleito pelo povo e de serventuário policial. Se algum ato ou fato provocado por vocês ofenderam anteriormente a estes senhores, que buscassem as vias da lei, e não vestissem a carapuça da “vingança privada”.

É meus amigos, quando menos admissíveis ficam estas atitudes, mais figurões apoderam-se da razão e julgam-se donos da situação, alardeiam, e o que é pior, não raro gozam de impunidade. Na realidade, se o fatos realmente ocorreram como citados expressamente no Imprensa popular, a atitude dos senhores em questão, é censurada pela comunidade e pelo Código Penal que a classifica como uma conduta de momento interno (porque deliberada, cogitada) o que caracteriza crime doloso tentado, considerando que houve consciência e vontade de praticar o ato na busca de um resultado, de um efetivo dano (lesão corporal, constrangimento moral, abuso de autoridade, etc). Vamos à luta!

Manifestada a minha opinião, parto rumo a outra questão. Cabe-me elogiar ao Imprensa Popular por ter sido agraciado com a matéria TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO QUER O POVO DENUNCIANDO LADRÕES. A firmeza de propósitos do TCU na pessoa do Exmo. Secretário Externo do órgão, Doutor Carlos Wellington Leite de Almeida, trouxe-me novos ânimos e renovada confiança na justiça, ao momento que, com toda clareza e convicção enfatiza: “todo brasileiro, sem exceção, é legitimado para apresentar denuncia ao Tribunal de Contas da União, diretamente, ou por correspondência”. Argüi ainda: “o denunciante não se sujeitará a qualquer sanção cível ou penal, em decorrência do seu ato”, mesmo que não venha a consumar-se a condenação do denunciado, por falta de “provas”.

Realmente, achei primorosa a matéria. O povo em geral precisa conhecer estes direitos para poder exercê-los, ou seja, oferecer denúncias formais diante de quaisquer suspeitas de atos ilícitos praticados por dirigentes que são gestores de dinheiro e outros recursos públicos ou para-fiscais.

Obrigado Dr. Wellington, não me faltará oportunidade para estabelecer um diálogo com Vossa Senhoria. Tenha certeza que entre as más, esta é uma das boas e “quentes” notícias.

Vamos agir gente.

Um abraço,

(*) JULIOYRIARTE é Produtor Cultural e Acadêmico de Direito.


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