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Porto Velho,  dom,   26/maio/2019     
reportagem

Agnaldo Muniz também pratica nepotismo

1/4/2005 16:19:42
 
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A informação está num polêmico site de notícias rondonienses, editado pelo jornalista Rubens Coutinho. 



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O site “Oestadoderondônia.com” é editado por um dos mais polêmicos jornalista de Porto Velho, Rubens Coutinho. É ele que garante que o deputado rondoniense Agnaldo Muniz, dirigente do PP no estado, também está na lista dos políticos que praticam o nepotismo na Câmara dos Deputados. Coutinho informa que o parlamentar – que se apresenta como uma liderança política dos evangélicos – garante o emprego de sua mulher, Cláudia Luchtemberg Muniz, num cargo excelentemente remunerado da liderança do PP, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

PRÁTICA ANTIGA

Sempre segundo a informação divulgada no site, a prática do nepotismo por Agnaldo Muniz, segundo um funcionário da Casa, é algo corriqueiro e de muito tempo, tendo iniciado assim que ele assumiu o mandato, em 1999, quando venceu o seu primeiro pleito. Hoje ele está na segunda gestão política e ano passado esteve à frente da coordenadoria da bancada federal.

Antes de ir para o PP, Agnaldo Muniz pertencia aos quadros do PPS. A mudança de sigla não deve ter acontecido, aventa o jornalista Coutinho, em função de ter sido Roberto Freire, presidente do PPS, autor de um projeto de lei que proíbe a contratação de parentes de parlamentares para funções gratificadas do parlamento.

Conta o site do jornalista que naquela época Roberto Freire não conseguiu convencer o jovem deputado dos malefícios do nepotismo, pois Agnaldo Muniz preferiu manter sua irmã como contratada para trabalhar em seu gabinete.

DETALHES


Continuando, diz o site de Coutinho: “Entre muitos outros parlamentares que figuram na imensa lista de prática de nepotismo, o caso do ex-coordenador da bancada federal é que sua esposa nem expediente dá na Câmara, ao contrário de alguns em que suas esposas trabalham tendo até o nível superior, o que não é o caso de Claúdia Muniz que ainda não se formou”.

O site afirma, baseado em fontes, que a mulher do parlamentar, mesmo recebendo um gordo contracheque, “não tem nenhuma obrigação em ir ao gabinete de seu marido, ou no local em que está lotada, na Liderança do poderoso PP, partido que comanda a Câmara”.


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