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Porto Velho,  seg,   24/junho/2019     
política

Reforma universitária: instituições privadas entregam propostas ao MEC

1/4/2005 16:32:57
 
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Entre elas, dividir o projeto em três partes, liberar a entrada de capital estrangeiro nas mantenedoras e garantir financiamento público para pesquisa nas universidades privadas. 


 Vinte e cinco instituições do ensino superior privado, reunidas no Fórum da Livre Iniciativa na Educação entregaram a sua proposta ao Ministério da Educação, em Brasília. O grupo quer que o próximo anteprojeto da reforma, que deverá ficar pronto entre os dias 15 e 20 de abril, seja feito por uma comissão com representantes da sociedade, entre eles do Fórum, para discutir a redação de cada um dos artigos. "Tememos que esse segundo anteprojeto seja como o primeiro, feito apenas pelo MEC, que passa essa idéia de uma ampla discussão com a sociedade mas na verdade está fazendo o seu projeto", disse Paulo Antônio Cardim, vice-presidente do Fórum.

O temor é justificado. O ministro da Educação, Tarso Genro, disse que o projeto de reforma universitária que vai sair do MEC nos próximos dias é um projeto de governo. "Será um projeto de Estado. Estamos sim incluindo contribuições muito boas que nos foram oferecidas, mas não será uma colcha de retalhos, é um projeto do MEC. Depois, no Congresso, as forças políticas poderão negociar", disse o ministro da Educação, Tarso Genro.

Dividir a proposta de reforma em duas ou três - uma tratando das federais, outra das privadas e uma terceira sobre a relação dos sistemas federais e estaduais de ensino - é algo que o MEC não considera, assim como a idéia de usar recursos públicos para financiar pesquisas em instituições privadas.

O Fórum alega que o dinheiro das mensalidades não é suficiente para esse tipo de investimento, mas Tarso afirma que só existe a possibilidade desse tipo de financiamento se for constituído um fundo com recursos privados. "Dinheiro público é para o ensino público", disse o ministro.

A segunda versão do texto da reforma deverá ficar pronto até a segunda ou terceira semana de abril. Alguns artigos, disse o ministro, poderão ter duas ou mais redações. "Há idéias muito contraditórias e com embasamentos muito fortes que deixaremos para discutir com a Casa Civil", explicou.


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