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Porto Velho,  qui,   5/dezembro/2019     
reportagem

Novo chefe da Casa Civil diz que não vai rezar na cartilha de Cassol

2/5/2005 08:45:51
 
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A personalidade forte do governador não fará Carlos Magno rezar na cartilha de Ivo Cassol. Foi o próprio novo chefe da Casa Civil que garantiu isso. 



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Ao conversar com Imprensa Popular, Carlos Magno afirmou que não pretende “rezar na cartilha do governador” como o recém empossado Secretário Chefe da Casa Civil. Mas Magno reconhece que “o governador é uma pessoa de personalidade forte” e também “combativo” mas capaz de compreender, acrescentou, “que a gente precisa melhorar o relacionamento do governador com as instituições, com a população”.

O novo chefe da Casa Civil fez questão de afirmar que “o problema do governo não estava” no órgão que irá dirigir, mas reafirmou acreditar que ele melhores condições da “fazer esse encaminhamento de aproximar o governo, facilitando as coisas para o governador chegar mais próximo da população”. Magno deixou claro que terá uma subordinação diferente diante do governador, “porque será dentro de uma perspectiva e dentro de uma proposta política mais definida”.

CONVITE PESSOAL


Com a afirmação de que “gostaria de tirar o Bianco disso”, o novo chefe da Casa Civil fez questão de repetir por várias vezes que sua ida para o novo cargo foi decorrência de um convite pessoal e não por algum tipo de acerto com o prefeito de Ji-Paraná, José de Abreu Bianco, derrotado nas urnas por Ivo Cassol.

Carlos Magno vinha sendo apontado como um candidato certo a deputado federal pela legenda do PFL. Agora, licenciado do partido para assumir a nova posição no governo estadual, Magno não descarta a possibilidade de sair da sigla que age em franca oposição ao governo atual.

Mas ele não perde as esperanças de que lá na frente “o PFL venha a compor uma aliança com o PSDB” do governador, “porque a verticalização pode ser mantida para as eleições de 2006” e o PFL, como opositor do governo Lula não teria dificuldades de compor com o PSDB, que também faz oposição ao presidente Lula da Silva.

PROBLEMAS COM A JUSTIÇA


Perguntado sobre como interpreta os problemas que o governador vem enfrentando na área do Judiciário, com processo que poderá correr no STJ e com várias denúncias do Ministério Público, algumas envolvendo familiares do governador, Carlos Magno preferiu sair pela tangente, explicando que não pretende fazer comentários sobre o que “está nas mãos da Justiça, pois isso cabe à Justiça decidir”.

Em sua opinião a ele cabe falar apenas do relevante papel que terá de cumprir, “que é buscar a governabilidade tranqüila, serena, para o que o Estado possa ter segurança”.


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