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Porto Velho,  sáb,   31/outubro/2020     
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Camelôs trancam confluência da Nações Unidas com Sete de Setembro

3/7/2005 15:46:00
 
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Os camelôs voltaram a tomar trecho da confluência entre as avenidas Sete de Setembro e Nações Unidas, onde armaram dezenas de barracas numa espécie de camelódromo mirim. 


 O entroncamento entre as avenidas Sete de Setembro e Nações Unidas é um dos mais importantes no sistema viário da cidade de Porto Velho. Nem por isso ele ficou imune à ação dos ambulantes que movimentam com produtos pirateados o comércio informal da cidade.

A ocupação da avenida Nações Unidas aconteceu no último dia 9, repetindo uma ação anterior em que os camelôs tomaram parte da Sete de Setembro, praticamente no mesmo local, em protesto a uma loja que anuncia a venda de produtos fabricados em Goiás.

Em Porto Velho falta vontade política de fiscalizar o comércio ambulante que, diante desse quadro, sente-se estimulado a apropriar-se do espaço público para vender produtos pirateados e, conforme disse uma fonte, até de cargas roubadas.

São vários os espaços públicos tomados por esse tipo de comércio que, é claro, funciona sem licença da prefeitura e sem pagar impostos.

No centro da cidade, onde os camelôs tomam conta das calçadas e das praças, pedestres correm risco de integridade física quando, impedidos de caminhar pelas calçadas, são obrigados a disputar espaço com os automóveis nas ruas. No caso das calçadas não são apenas os camelôs que complicam a vida dos pedestres. Donos de lojas também ajudam quando espalham suas mercadorias pelas calçadas.

A falta de fiscalização está levando os camelôs a transformar em ponto crítico lugares como a Avenida Nações Unidas. Se a autoridade municipal não tem força suficiente para impedir que o comércio ambulante obstrua vias públicas da importância de uma Nações Unidas, o negócio é apelar para órgãos de defesa da cidadania.

As condições favoráveis ao tráfego de carros e pedestres no acesso ao Centro é uma obviedade em matéria de qualidade urbana e de vida. Ele não pode ser simplesmente impedido porque um grupo de ambulantes decidiu armar barracas no meio de uma avenida, como se aquilo fosse uma propriedade privada e não pública.

O comércio ambulante já depreciou as principais praças centrais de Porto Velho.

Não é possível que irão depreciar, agora, a avenida Nações Unidas.

Foto: Aldrin Willy


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