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Porto Velho,  qua,   3/junho/2020     
reportagem

Prefeito explica lentidão para realização de grandes obras

19/7/2005 21:56:51
 
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Roberto Sobrinho deseja um governo mais ágil nas soluções dos problemas da cidade mas tem encontrado barreiras no cipoal burocrático da administração pública. Mesmo assim afirma ter mudado muitas coisas nestes sete meses de gestão. 


 O prefeito de Porto Velho conversou mais uma vez, com exclusividade, com a reportagem de Imprensa Popular, quando teve a oportunidade de confessar que também não está satisfeito com a velocidade das realizações que pretende fazer à frente da administração municipal da capital rondoniense. Mas mesmo assim Sobrinho considera ter alcançado bons resultados, se levar em conta os entraves burocráticos existentes na administração pública.

“São pequenas ações, é verdade, mas muito significativas, principalmente se analisadas na perspectiva do atendimento social”, assinalou o prefeito. Ele bem que gostaria de anunciar grandes obras físicas, mas enquanto elas não vêm, mostra uma série de conquistas e realizações que “já estão contribuindo para a melhoria da vida dos mais pobres”.



EDUCAÇÃO E SAÚDE

Enquanto esforça-se para avançar no detalhamento dos grandes projetos, o prefeito Roberto Sobrinho chega ao sétimo mês de sua administração mostrando que com as pequenas ações desenvolvidas já dobrou o número de alunos transportados pelo município:

— No governo anterior a prefeitura transportava três mil alunos e nós já estamos transportando seis mil. Neste primeiro semestre da gestão conseguimos construir pequenas escolas, pequenas pontes; ampliamos salas de aula, executamos um projeto de limpeza nos bairros onde a situação era mais crítica, fizemos o manilhamento de diversos pontos em que o sistema de drenagem estava todo comprometido. Com estas pequenas ações melhoramos a situação em bairros praticamente esquecidos pela administração passada. Foram ações de importante foco social.

Na Educação o novo prefeito criou seis mil novas vagas para alunos do ensino fundamental. Para atender a esta demanda que estava fora das salas de aula a prefeitura precisou fazer parcerias com associações diversas, “porque não havia como a prefeitura construir sua própria rede física para atender ao volume dessa nova clientela”. O prefeito pretende continuar levando adiante esse programa de expansão das salas de aula até o final desse ano.

Na Saúde, avalia o prefeito, “a coisa mudou da água para o vinho”. E sobre estas conquistas é o próprio prefeito quem fala:

— Nós ampliamos o número de profissionais principalmente nas policlínicas. Aliás, criamos a nova policlínica lá no Ulisses Guimarães. O atendimento melhorou muito. E como melhorou muito, também aumentou vertiginosamente o número de atendimentos. Além da nova policlínica para atender a região do Ulisses Guimarães, Mariana, Ronaldo Aragão, etc, criei também o posto de saúde de União Bandeirantes. Ali, mais de 8 mil pessoas não tinha qualquer assistência de saúde.

Falando dessas “pequenas ações”, o prefeito mostrou que está atento também às reivindicações da população ribeirinha. As comunidades de São Carlos e Calama terão até o final de agosto ou meados de setembro quadras esportivas, uma antiga reivindicação da juventude e de educadores. Os trabalhos de topografia para a construção destas quadras já estão terminados e as obras terão início nos próximos dias. Também em Porto Velho a prefeitura dará início já à construção de quatro novas quadras esportivas.



AZEITAMENTO DA MÁQUINA

Roberto Sobrinho não está satisfeito com a morosidade inerente à própria máquina administrativa. Mas confessou à Imprensa Popular que não está “sofrendo com a ansiedade” do início de sua gestão. Ele mesmo procura explicar este sentimento: “A cidade e o município tem um conjunto de problemas e demandas acumuladas ao longo dos anos. Realmente eu não tenho conseguido responder na velocidade que eu gostaria a todas essas demandas. Somos obrigados e caminhar de acordo com o próprio “time” dos processos em tramitação. Sou obrigado a compreender que a velocidade que eu gostaria que as coisas acontecessem não é a velocidade que a máquina administrativa possibilita”

Entende o prefeito que “os entraves burocráticos de uma gestão que se inicia” estão praticamente vencidos. Ele tem certeza de que “a partir de agora” as coisas “andarão mais céleres” e os vários projetos para esta primeira fase do mandato irão se desencadear com maior impacto.

A máquina, na opinião do prefeito, está praticamente azeitada.


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