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Porto Velho,  ter,   21/novembro/2017     
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Choro verde e a cantoria

19/7/2005 22:05:04
Julio Yriarte , de Porto Velho
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 OAB

Na quinta feira, (7/7) no auditório da OAB, em sessão solene, foram entregues as carteirinhas aos merecedores Bacharéis que aprovaram o último exame de ordem. Carteirinhas que nas palavras do Advogado Conselheiro Federal Celso Cecatto “representam poderosas armas destinadas à defesa e aplicação da justiça, há que empunhá-las com sabedoria, independência, e, acima de tudo, com ética”, argumentou bem o Dr. Cecatto. No decorrer da solenidade, em todos os discursos, aflorou repetidas vezes a palavra e o conceito de “Ética”.

Dos 74 Bacharéis aprovados (+ ou – 28% dos inscritos), fui convidado ao ato por um deles, o novo advogado José Ernesto Almeida Casanovas (Joe), cria do meu amigo e irmão, o médico Dr. Ernesto Casanovas e da Professora Tânia Almeida.

Quebrando o protocolo, o Presidente da mesa fez uma reverência ao médico, este que sem nenhum deslumbramento, mas com muita emoção, fez a entrega da tão almejada carteira ao filhote.

Depois da solenidade, fomos todos, saborear um delicioso peixe no restaurante Moqueca Capixaba. Parabéns filho e Pai Casanovas!!

POSTURA CIDADÃ

Reforçando os aconselhamentos da OAB/RO, diria que o Brasil precisa, e muito que seus cidadãos assimilem e/ou reafirmem os conceitos de moral e ética e abusem do pragmatismo, para embrenhar-se na defesa e salvaguarda do patrimônio público e da própria sociedade rechaçando e eliminando os maus elementos que teimam em subtrair o Estado e o País, em tenebrosas transações.

É mister que o cidadão não perca de vista os seus valores fundamentais e a sua dignidade, tão necessária nestes momentos em que se amplifica o grito por justiça e se avoluma o ânimo nacional na busca da moralização das instituições,

CHORANDO...

O Projeto “Chorando na Calçada”, de autoria do Lito Casara, nasceu em fevereiro de 2003 na calçada do bar Emporium aos auspícios da sua proprietária, a advogada e empresária Gloria Dore e o Grupo Choro Verde (tendo nesta formação a querida flautista Rose e o Violonista Nicodemus). O Projeto hoje ganha em extensão e dimensão com o surgimento da parceria entre a Sociedade Cultural Rio Kaiary e o BASA – Banco da Amazônia, uma vez que amplia seus objetivos oferecendo apresentações do Grupo de chorinho “Choro Verde” todas as 6ªs feiras, a partir das 18h, em espaços turísticos e históricos de Porto Velho. Aplausos para o BASA e torçamos para que outras empresas sigam este exemplo. Temos notícias de que a Brasil Telecom já deu um passo à frente sinalizando positivamente para o financiamento de novas etapas do Projeto.

COMPONENTES

Capitaneado pelo instrumentista Lito Casara, o grupo Choro Verde (nova formação) vem subindo de conceito à medida que seus integrantes reprisam apresentações e experimentam uma convivência intragrupal mais densa e exploradora. Os componentes, verdade seja dita, são instrumentistas que além de eficientes, orbitam honestamente pelos sabores e particularidades dos estilos musicais notabilizados como Choro e Samba, são eles: Percival Marcião (Violão de 07 cordas), Ney Silva (Cavaquinho), Pedrinho Vasconcelos (Pandeiro), Paulo Humberto (Flauta Transversal) e Lito Casara (Bandolim).

O QUE SE ESPERA?

A respeito do Projeto, Lito assevera: “Porto Velho precisa ser revitalizada através de projetos que insiram a comunidade. A parte cultural é, sem dúvida, uma das mais carentes, e a contribuição que podemos dar, é oferecer um show para os mais variados tipos de gosto musical. Os primeiros resultados deste projeto se materializarão ao momento que verifiquemos: a) formação de novos grupos, b) exercício da cidadania, c) participação fidelizada dos amantes do estilo, d) surgimento de novos parceiros, e) a própria formação de platéias para a cultura musical de rua, e f) o combate à violência urbana”.

DA MINHA PARTE...

Já participei de duas apresentações, a 1ª (24/6) na rua Pinheiro Machado com Presidente Dutra, e a 2ª vez (8/7) na rua Duque de Caxias, frente à Praça Aluízio Ferreira. Nesta última versão o palco foi montado estrategicamente, de forma a expor como cenário a bela casa dos competentes advogados e fiéis consumidores da boa música, o casal de amigos Gilson e Joze, esta última, que animadamente e de forma despojada soltou a voz aos acordes do Grupo Choro Verde. O casal montou a sua própria estrutura dos “comes e bebes” para atender amigos convidados.

Sem espaço para controvérsias afirmamos: Joze, você é uma verdadeira anfitriã, obrigado pelo carinho.

COMENTÁRIOS

Algumas observações: A ausência do flautista Paulo Humberto diminuiu sensivelmente o repertório e a sonoridade grupal, sem prejuízo da qualidade individual; Os membros do grupo bem que poderiam pensar em produzir um figurino, simples que seja, porém que os distinguisse do lugar comum; O bar, ao contrário das anteriores versões, revelou maior nível de organização, não faltou tira-gostos, nem bebidas. Por sinal, a cerveja estava em temperatura agradabilíssima, mérito da Sociedade Cultural Rio Kaiary, que é a responsável pela organização e estruturação desta e outras festas de rua.

O Choro, de tão vasto, rico, belo e complexo, deve ser inapelavelmente enfatizado como o padrão nacional de maior complexidade musical, sem medo de errar!. A sua construção harmônica e melódica é edificada em base de acordes e escalas que exigem habilidade incomum do instrumentista de cordas, tanto na digitação da mão esquerda, quanto na palhetada da mão direita. A habilidade também é exigida ao pianista/tecladista ou qualquer instrumentista de sopro.

ENCERRANDO

Há que preservar as características e propósitos do Projeto, e em particular do grupo. Nesta última versão, me retirei do local por entender que o grupo se distanciou da sua natureza musical ao admitir excessivas participações de cantores. Lembremos: a expectativa pressuposta do público (ao menos da maioria) é a de viajar pelo “vasto, rico, belo e complexo universo da música instrumental”, no caso, o Chorinho. Lito, em diante, vamos tomar maiores cuidados...

ÚLTIMA NOVIDADE

Sabiam que um alto executivo do SESC Esplanada em Porto Velho foi condenado pela Justiça Federal para, no prazo de 24 horas, pagar (em favor do SESC?) dívida equivalente a R$ 15.153,15 (quinze mil, cento e cinqüenta e três reais e quinze centavos), devidamente acrescida de juros, correção monetária e demais acréscimos legais? A decisão foi publicada no Diário da Justiça em 29 de junho de 2005. Qual será a origem da dívida? Será que pagou? Estamos de olho, logo saberemos!

Um abraço


Comentários (1)
muito bom...

A apresentação foi muito boa..mas faltou repertório pois o flautista ( paulo humberto) sempre coloca choros novos...fez falta sua flauta.

Marcio - porto velho/ RO.
Enviado em: 18/6/2012 23:23:33  [IP: 201.88.44.***]
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