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Porto Velho,  sex,   15/janeiro/2021     
reportagem

Líder classista denuncia manobra mafiosa no Sinsepol

1/8/2005 02:28:10
 
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O agente de polícia Tito Paz, uma das lideranças de seu meio, denuncia manobra feita às escondidas pela direção do Sinsepol para tomar dinheiro da categoria. 


 Exibindo a cópia de uma ata de uma reunião realizada em Cacoal, sob a direção do presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinsepol), Cícero Evangelista, o agente de polícia Tito Paz, que já presidiu a entidade, denunciou uma decisão anunciada pelo titular do Sindicato, classificada por Tito como “uma manobra mafiosa” para tomar dinheiro dos integrantes da categoria no Estado. Sem esconder sua indignação, Tito contou a Imprensa Popular que o presidente do Sinsepol “sequer teve coragem de submeter à base da categoria” a proposta aprovada numa reunião “que não tinha mais do que 10 gatos pingados”, ressaltou o revoltado agente que já presidiu o Sinsepol.

A reunião quase secreta feita em Cacoal, não opinião de Tito Paz, teve o objetivo de “evitar uma verdadeira discussão sobre a vergonhosa proposta e também sobre a crise de comando em que se debate o Sinsepol, hoje internamente dividido”.

Sem a presença de um quorum representativo da categoria, “aqueles dez gatos pingados reunidos em Cacoal decidiram aprovar um esquema para arrancar um dinheiro extra do sofrido trabalhador da polícia civil”, explicou a Imprensa Popular o agente Tito Paz. Se a categoria fosse consultado, afirma Tito, a proposta não seria aprovada.

Segundo Tito Paz os diretores do Sindicato não publicaram, como deveriam, “um edital de convocação para a reunião, num jornal de grande circulação”, numa demonstração clara que pretendiam decidir o assunto a maneira “mais escondida”.

DESCONTO EM FOLHA

O que ficou aprovado na reunião de Cacoal, de acordo com a cópia da ata apresentada por Tito Paz, “foi o desconto em três parcelas, a partir de agosto, no valor total de R$ 90, de cada membro da categoria” a titulo de custeio dos Jogos da Polícia Civil, que deverá acontecer na cidade de Vilhena.

Tito afirma que a decisão da diretoria do Sinsepol é totalmente ilegal, mas nem por isso os trabalhadores da Polícia Civil estão livres “dessa chantagem”, porque “essa quadrilha” conta com a cumplicidade do Coordenador Geral de Recursos Humanos do Estado, que poderá determinar o desconto no contra-cheque, explicou o ex-presidente do Sinsepol.

Continuando, Tito lembrou que um fato idêntico aconteceu em abril deste ano, quando os servidores da Polícia Civil foram surpreendidos com um desconto em folha, a título de honorários advocatícios “de uma ação judicial que nunca existiu”.

Finalizando, o líder classista afirmou que mensalmente o Sinsepol arrecada cerca de 50 mil reais e nunca gastou um centavo desse dinheiro “na luta por alguma causa em favor da categoria”.


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