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Porto Velho,  ter,   21/novembro/2017     
cartas

Crítica do leitor: Bailarina da Praça

1/9/2005 00:57:48
Kelen, de Porto Velho
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Mensagem enviada pela leitora Kelen, de Porto Velho, por e-mail: 


 "Em relação ao projeto pixinguinha trazer artista de renome a nossa cidade,seria muito valído se não foce o simples fato de ser pouco ou quase nenhum sua comunicação nos meios,agora em relação aos comentários do “reporter” em relação a “bailarina da praça”são de cunho racista,embasado no fato de ela ser uma pessoa “diferente” das outras no que diz respeito ao seu comportamento estravagante,que ao meu ver não faz mal a nimguem! você bem que poderia desferir suas palavras carregadas de rancor contra os nossos politicos, esses sim merecem seus comentários infames, não uma coitada que tem como único prazer dançar!" - KELEN (kelenpvh@bol.com.br)

NOTA DO JORNALISTA ALDRIN WILLY

Cara Kelen, suas observações sobre o “Projeto Pixinguinha”, quanto à sua pouca divulgação na mídia, são válidas. É evidente a necessidade de uma maior ênfase na comunicação de espetáculos belos como os proporcionados pelo projeto, a fim de que a população, especialmente aquela mais carente, inclusive de opções culturais, possa ter acesso aos raros momentos de encanto propiciados pelas apresentações.

Sobre as observações feitas à reportagem “Bailarina da praça rouba cena de artista e causa ira no público do Projeto Pixinguinha” (n° 66, pág. 8), afirmamos que em nenhum momento o repórter usou de racismos ou qualquer outro pré-conceito. Rebatemos tal idéia peremptoriamente. Lendo com atenção, V. Sa. verá que é apenas e simplesmente o retrato da realidade, ainda que dolorosa.

A reportagem trouxe um retrato fiel do que aconteceu durante a última apresentação do Projeto Pixinguinha (23/7). A bailarina não é uma pessoa apenas “diferente” das demais. Ela, na verdade, é uma pobre coitada que necessita de tratamento especializado. O que não se pode aceitar é que a usem para obter lucros, abusando de sua condição delicada. Em nenhum momento foi dito que ela ofereceria algum risco às pessoas. Mas isso não quer dizer nada, pois males desse tipo existem em diversos graus.

Quanto aos políticos, eles têm recebido o trato certo por parte do jornal, basta que se veja as cinco últimas edições. No entanto, lembramos a V. Sa. que a abordagem dada tanto a políticos como a quaisquer outros personagens não leva em conta rancores, pois isso foge à postura jornalística que nos preocupamos em manter.

Sua avaliação negativa sobre a reportagem possivelmente deve-se a um erro de interpretação. Lendo com mais atenção, V. Sa. poderá constatar que não se fez outra coisa ali senão retratar a realidade, ainda que não se queira admiti-la, pois cruel em demasia.

Portanto, esperamos que com essa resposta a sra. reconsidere sua posição. Aproveitando, sugerimos também que tome mais cuidado com nossa preciosa língua materna, já tão maltratada. Erros crassos como “foce” (em vez de “fosse”) devem ser evitados a todo custo, pois revelam o débil domínio sobre a língua de quem os comete.


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