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Porto Velho,  seg,   6/julho/2020     
opinião

Ufa! Chegamos à edição 70

2/10/2005 15:11:12
Gessi Taborda
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Esta é mais uma vitória do Imprensa Popular, o primeiro alternativo de distribuição gratuita de Porto Velho. 


 Com esta edição chegamos ao número 70 de Imprensa Popular. Não tem sido fácil a tarefa de manter este periódico, tratando a informação com a clareza e a objetividade merecidas, respeitando a inteligência do leitor e procurando não sonegar a ele as informações mais importantes para a compreensão do nosso dia a dia, que nos ajuda a projetar qual será o futuro de nossa comunidade.

Ao chegarmos nesta edição 70 nos aproximamos do 4º ano de fundação de Imprensa Popular. Nesses anos de muitas dificuldades, enfrentando toda sorte de pressão voltada para limitar a plena utilização da liberdade de informação e expressão, garantida em tese na Constituição do país, Imprensa Popular manteve o foco de colocar em suas páginas os fatos, a notícia, por mais indesejada que fosse, foi divulgada com o máximo de cuidado, buscando, além do compromisso com a verdade, um ensinamento que é fundamental no jornalismo: deve-se deixar o leitor tirar suas próprias conclusões.

Pelas muitas manifestações dos melhores leitores e críticos, acreditamos que aqueles que publicaram seus trabalhos nas páginas de Imprensa Popular agiram sempre com muita competência, levando o jornal a conquistar a inegável posição de mais lido na capital rondoniense. São milhares de leitores espalhados por toda a cidade de Porto Velho, pessoas que recebem e interagem com este periódico dando uma clara demonstração de que aprovam o bom jornalismo.

A história do Imprensa Popular construída com determinação por pessoas conscientes do papel da imprensa na consolidação da democracia e da necessidade da mesma manter-se independente, vinculada apenas aos interesses maiores da sociedade como um todo. Manter este jornal alternativo, garantindo sua distribuição gratuita para milhares de leitores de segmentos importantes como os universitários, a classe dirigente, o setor de serviços, etc, tem sido uma árdua batalha de todos nós.

Vivemos aos sobressaltos pela crônica falta de recursos, financeiro e humano. As dificuldades são superadas pelo idealismo de que é necessário trabalhar para um futuro promissor para todos nós que compomos a sociedade rondoniense.

O jornal começou editado como um mensário. Depois de algum tempo transformou-se num semanário e atualmente – dada a falta de recursos – vem circulando semana sim, semana não. Falta-nos, ainda maior capacidade na captação da publicidade capaz de garantir nossos custos como semanário, falta-nos também condições para ampliarmos o nosso quadro de profissionais de jornalismo para fazermos da periodicidade semanária uma rotina.

As dificuldades são, entretanto, superadas pelo nosso idealismo e pela fé as histórias contadas aqui, os fatos que geram a informação jornalística expressa em nossas páginas, sofrem uma metamorfose, cuja a transformação ajuda na socialização, e no pensar e repensar daqueles que lêem, compreendem, interpretam e assimilam o conteúdo do jornal. Com todas as dificuldades, com toda a censura que já enfrentamos, com as perseguições mais sérias colocando em risco nossa própria integridade física, com tudo isso, é um imenso prazer ofertarmos nosso tempo, nosso labor, nossas lutas, em nome da parcela de contribuição que nos cabe, diante do desafio de ajudarmos a promover o desenvolvimento desta terra.

Em nossas páginas tudo o que diz respeito à cidade e ao Estado de Rondônia. Em nossa consciência, a certeza de que não deixaremos de cumprir o nosso dever de publicação legitimamente rondoniense, legitimamente popular. Afinal, respeito e atitude são o que nossa terra mais precisa neste momento.


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