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Porto Velho,  qua,   26/junho/2019     
entrevista

Um monte de ferro velho sem nenhuma utilidade

18/4/2006 03:08:57
 
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“Eu moro a 30 anos em Porto Velho e não vejo como encarar aquelas caixas d’água como monumento algum. Aquilo já cumpriu sua utilidade. Duvido que alguém vá sair de sua casa ou virá visitar Porto Velho para admirar aquilo, como se fosse uma obra notável”, diz Mikhael Esber. 


 Compartilhando da opinião de boa parte dos moradores de Porto Velho, contrários ao embargo da construção de um hotel de luxo e de nível internacional no centro da cidade – ao lado do Palácio Getúlio Vargas – o empresário do setor gráfico Mikhael Esber declarou que “esse tipo de postura só serve para demonstrar como existe gente disposta a criar entraves para o desenvolvimento de Porto Velho, somente para atender a um saudosismo atrasado, que não traz benefício para ninguém”.

O empresário considera que “as caixas d’água da praça são hoje apenas estruturas em decomposição pela ferrugem” e nada tem de especial para justificar a proibição da construção de um empreendimento de milhões, com o compromisso de gerar centenas de empregos, estimulando o segmento do turismo, “só porque o prédio tiraria, teoricamente, um ângulo da visão daquela praça”.

O empresário teme que, “daqui a pouco estes conservadores insensíveis proíbam as obras anunciadas pela prefeitura de revitalização do centro” com essa desculpa de que tais obras modificariam “o aspecto histórico” daquele local. Na opinião de Mikhael “é por causa de gente com essa mentalidade, que considera as caixas d’água mais importantes do que a construção de um edifício moderno é que essa cidade não vai pra frente”.

O empresário torce para que a reação popular em favor da construção do novo hotel “aconteça na forma de abaixo assinado”, na esperança de que a Justiça estude melhor esta situação “para Porto Velho não ficar impedida de ter esse grande empreendimento”. Se esta posição do embargo permanecer, Mikhael acha que perderemos novos investimentos “porque notícia dessa natureza corre rápido e assusta qualquer investidor”, concluiu.

(Publicado na edição nº 78, de 31/3 a 9 de abril de 2006)

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