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Porto Velho,  sex,   7/agosto/2020     
reportagem

Professora da Unir esculacha OceanAir

25/12/2007 18:32:20
Por Aldrin Willy
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Vôo que tinha tudo para ser tranqüilo acaba virando dor de cabeça para professora da Unir. 


 Seria apenas mais uma viagem de rotina da professora do curso de Informática da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), a doutora Darlene Figueiredo Borges Coelho. Mas desta vez, a professora optou por viajar pela OceanAir, companhia aérea que até pouco tempo fazia parceria com a recentemente falida BRA. Mal imaginava ela a dor de cabeça que estava prestes a arrumar.

Foi o que Darlene percebeu quando, em 18 de novembro último, voltou de Cuiabá (MT) para Porto Velho pela mesma companhia. Até então tudo parecia tranqüilo. Mas ao chegar ao saguão de desembarque do Aeroporto Jorge Teixeira, na capital, a professora da Unir sentiu que algo estava lhe faltando: sua bagagem.

Imediatamente a docente registrou reclamação junto à companhia aérea. Uma semana depois do episódio, Darlene não recebera qualquer satisfação da OceanAir. Inconformada, foi até o aeroporto em busca de informações. Mas, para sua surpresa, ouviu dos atendentes da empresa aérea que a gerente, que também responde pelo setor de extravio de bagagens, só trabalha das 2h da madrugada às 6h da manhã.

Darlene não desistiu e recorreu à OceanAir de Cuiabá, cidade de onde partiu seu lamentável vôo. Do lado de lá, ouviu do atendente que não há registro de nenhuma bagagem extraviada nem qualquer pedido de busca.

Já bastante angustiada, a professora persiste, interrompe o sono e vai para o aeroporto, às 3h da madrugada, ao encontro da tal gerente notívaga. A esperança de ter uma solução para seu problema, entretanto, se esvai no primeiro contato: “Estamos procurando sua bagagem”.

Passados mais de um mês do incidente, nenhuma resposta, tampouco uma solução. A esperança de Darlene agora reside na Justiça. Mas ela faz questão de avisar aos incautos que pensam em viajar pela OceanAir: “Se o passageiro quiser alguma informação tem que ir pela madrugada para ver se a consegue”.


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