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A nova “CPMF” e o cinismo indisfarçável do governo petista

6/6/2008 07:42:32
Miguel Ignatios
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Ora, se o governo vive se gabando de números espetaculares registrados em todos os setores da economia (...) por que se recusa a bancar os recursos necessários para melhorar a saúde pública? 


 Mais uma vez, com a cara de pau habitual, e cinismo indisfarçável, pelo menos para nós, empresários e contribuintes em geral, o governo tenta "ressuscitar" a velha e malfadada CPMF, agora com novo nome - CSS - e alíquota menor.

É claro que, também desta vez, a sociedade civil, o empresariado e contribuintes, que trabalham nada menos do que cinco meses por ano só para satisfazer o "apetite" aparentemente insaciável do governo, de arrecadar sempre mais dinheiro alheio, dirão solenemente não a essa nova tentativa de manipular a opinião pública.

A saúde, no Brasil, recebe muito poucos recursos públicos em relação ao que, de fato, ela precisa. Isso é verdade! Motivo pelo qual sou a favor do aumento de tais recursos. Só que não à custa do contribuinte.

Ora, se o governo vive se gabando de números espetaculares registrados em todos os setores da economia, e dos enormes e seguidos recordes mensais na arrecadação de tributos, noticiados pela mídia, por que se recusa a bancar os recursos necessários para melhorar a saúde pública? Que faça cortes seletivos, em seus ministérios e autarquias, dando, assim, bom exemplo para toda a sociedade.

O que não dá mais para suportar é, detectada qualquer escassez de recursos, em setores importantes, como saúde, educação, saneamento básico, lazer e moradia, dentre outros, o governo, por iniciativa própria, ou delegando tarefas a seus aliados no Congresso, resolver criar contribuições provisórias que, logo depois, tornam-se obrigatórias. Isso é insensibilidade, desrespeito para com os contribuintes e eleitores, além de cinismo explícito.

Por tais motivos, creio que o empresariado, liderado pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf; e pela ACSP, que exibe publicamente, por meio do seu "impostômetro", a marca de mais de um trilhão de reais arrecadados até maio; a sociedade e contribuintes, mobilizados, derrotarão novamente essa manobra oficial.
(*) O autor é presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil.


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