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Porto Velho,  ter,   21/novembro/2017     
opinião

Não é fácil ser político, mas pior é ser eleitor-cidadão

2/9/2008 10:24:34
Imprensa Popular
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Alguns candidatos tentam convencer com discursos de união por todos, que as alianças se fizeram em nome de interesses maiores, mas tudo não passa de montagens para salvar seus próprios interesses. 


 Todos os políticos vêm com o discurso do novo, do diferente, de que realmente vai revolucionar, mas qual a prática depois, as velhas coisas de sempre, do apadrinhamento político em vez do corpo técnico competente, o enriquecimento ilícito, o desprestigio das coisas da própria cidade, de se desculpar de que tudo que era possível antes da eleição, agora não mais pode ser feito porque o município sofre pela falta de recursos, apesar dos impostos aumentarem constantemente, esse discurso e tão velho, mas sua pratica nos parece recém criada.

O novo e o velho estão presentes nesta eleição, com uma nova roupagem, com discurso de descolamento da pratica hoje instaurada, como que conviver, usufruir das benesses por longos anos no poder, de uma hora para outra pudesse afirmar que não tem nada a ver com isto. Inimigos políticos históricos estão atrelados e tentam, mesmo assim, esconder as velhas práticas, imaginando nos convencer com discursos de união por todos, que estão juntos em nome de um interesse maior, mas que não passam de seus próprios interesses. O que fazer? Inverter a nossa situação como eleitor e pessoa que escolherá o futuro de nossa cidade. Como? Com um pouco mais de razão do que emoção.

Como deve ser este candidato escolhido para governar nossa cidade por tanto tempo?

Novo, velho, simpático, duro, experiente, sonhador, conhecido, que fale bem, que é mais dado com o povo, cheio de novidades, qual que queremos.

A sua vida pessoal interessa, sua situação econômica faz diferença, sua escolaridade, são vários atributos que nos permite fazer uma analise do que seria nosso candidato ideal.

Quando votamos em um prefeito não votamos em seus assessores, no grupo econômico que ele representa. Aliás, sem perceber, votamos no seu vice sem, na maioria das vezes, imaginar que aquele vice poderá vir a ser o verdadeiro chefe da administração, caso o titular resolva tentar uma nova empreitada, buscar um cargo mais alto, como o de governador ou senador da República.

E nesse caso, o eleitor tem realmente como ter certeza que este candidato dará conta de procurar pessoas que realmente tenha capacidade de efetuar aquilo que ele passou como sendo bom para o município, e que nós elegemos?

O novo deve ser procurado sim, o novo deve representar as velhas e boas práticas do ser humano, todos os projetos políticos são praticamente idênticos, o que os diferencia é como são praticados, o novo, é agir com mais honestidade, seriedade, capacidade de dialogar e depois agir com firmeza e clareza no interesse publico, o novo é resgatar a velha e tão discursada ética. O novo não é apenas uma pessoa nova, mas sim um grupo de gente nova, sem se importar com a idade em si, mas que possa ser realmente o resgate de um novo acreditar.

A velha prática de destruir candidatos bons por questões particulares, sendo que poderiam ser excelentes representantes deve ser bem analisada, pois muitas vezes tem candidaturas que escondem sua torpeza, ganância e interesse escuso na pratica pública, falando, inventando, aumentando questões particulares de seu adversário, as quais, muitas das vezes ele próprio faz pior. Cria-se um falso moralismo e o puritanismo exagerado servirá mais aos maus do que á aqueles, que como humano também tem suas falhas. Já perdemos bons candidatos por isso, e todo homem de bom senso, sempre se julga indigno, e nesta humildade não se sente preparado para uma vida pública, além de que não será somente ele que estará exposto, mas sua própria família, pois a ganância pelo poder não tem limites em ferir os semelhantes.

Devemos separar o público do privado quando isto visa destruir candidaturas que poderiam representar uma vida pública com competência. Repudiar quando estas questões não forem realmente relevantes, discernir quando usadas para dissimular e confundir, sendo que nossa procura não é pela perfeição, mas pela honestidade, zelo pela questão pública, clareza e renovação na gestão da cidade. Devemos nos concentrar na proposta dos candidatos.

Precisamos na prefeitura de nossa cidade de um político que pensa novo, que se recicla, se adapta as novas situações e evoluções do tempo, sem perder o velho senso do certo e errado, sem se corromper e ser corrompido, capaz de aceitar as divergências sem perder a coerência, fazendo da vida pública um porto seguro e de esperança.

O prefeito não deve se preocupar só se tem ônibus ou não; mas se o sistema do transporte urbano atende com presteza, segurança e conforto aos seus usuários. Deve saber que os avanços na Saúde não existirão se tivermos uma integração com a área social. Saúde é tudo, é onde estamos mais fragilizados e a nossa atenção tem que ser a máxima possível, pois o tempo é decisivo e o mal pode ser irreparável.

A política de emprego deve ser feita mais às claras, fazendo um chamamento empresarial e dar oportunidades a todos, do grande ao pequeno empreendedor.

O turismo não pode ser tratado como evento que tire o dinheiro da cidade. Precisamos de ações e obras para a nossa cidade ser turística e trazer recursos e gerar o emprego aqui. Fazer festa não é turismo. Esta é uma visão equivocada de quem não separa ações culturais da indústria de turismo.

A política social tem que ser encarada como direito do cidadão, e não uma relação de dependência do cidadão com o poder público. Portanto, e por mais que a propaganda oficial diga que a situação esta boa, não é o que diz os dados do governo que mede o índice de desenvolvimento humano (IDH).

Como cidade, a nossa capacidade é mais que isto, a nossa velocidade esta aquém de nosso povo, porque não acelerar, onde estamos freando, qual gargalo nos estrangula, corrupção, privilégios, falta de plano de governo de longo prazo, desestruturação administrativa e salarial, priorização de investimentos, criação de leis sem efeitos práticos, que mais são criadas para cumprimentos de normas técnicas para assinaturas de convênios do que para trazerem efeitos aplicáveis dentro da realidade da necessidade local?

Eleitor, o reconhecimento de que somos uma cidade cheia de antigos problemas é o primeiro passo para a solução, até porque antes de qualquer coisa ser exteriorizada pelo homem, ela esteve primeiro em seus sonhos e pensamentos, mas para aplica-las ele acordou e foi a luta. SONHAR É PRECISO, AGIR É IMPRESCINDÍVEL.


Comentários (1)
politicos incompetentes de rondonia

eu penso assim,quem compactua com o erro,errado e,quem vota esta ajudando ladrao a assaltar a si mesmo,,e por isso que nao voto pois quem vota esta dando a arma para o ladrao assaltar,diga nao as eleiçoes,diga nao ao volto obrigatorio..

rogerio - pimenta bueno/ RO.
Enviado em: 20/8/2010 21:23:49  [IP: 189.43.81.***]
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