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Porto Velho,  qui,   5/dezembro/2019     
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Dívida da Emdur com particular compromete área destinada ao Parque da Cidade; terreno foi dado em garantia de pagamento

5/9/2008 10:45:31
 
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Parte da área destinada à construção do Parque da Cidade está em disputa judicial. 


 O Parque da Cidade, que tem previsão para ser entregue ao município num prazo máximo de 40 dias, corre o risco de ter comprometido 2/3 da área reservada ao estacionamento e parte da pista de caminhada. O motivo, é o embargo da obra através da decisão judicial de uma Ação Monitória interposta por um credor da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur). A área em questão foi dada como garantia de pagamento da dívida.

A ação já vem transitando desde a década de 80 e, na semana passada, a Justiça determinou a paralisação da obra no espaço que corresponde a 3.400 metros do Parque. Para deixar demarcado e garantir a inviolabilidade do terreno, a pedido do presidente da Emdur, a área foi cercada pela construtora.

Ricardo Castro, engenheiro da LINDI (empresa contratada para administrar a construção), afirmou que, até o momento, não houve mudança na projeto inicial e se a Emdur não reaver a área, o Parque saíra desconsiderando aquele espaço demarcado.

Cerca feita para delimitar espaço ganho na Justiça

O Parque da Cidade é uma das parcerias firmadas entre a Ancar, administradora do Porto Velho Shopping, com o Ministério Público do Estado na época da concessão da Licença de Instalação. A área foi doada pela Prefeitura para que a Ancar realizasse o empreendimento.

Estimado inicialmente em R$ 1 milhão, o custo do parque já chega a R$ 2,52 milhões, de acordo com o Ricardo Castro.


ACORDO

De acordo com o presidente da Emdur, Wilson Gomes Lopes, na manhã desta terça-feira (02), o credor da dívida, fez contato para que a Emdur apresente uma proposta de pagamento afim de quitar a dívida. “Estamos conversando com a pessoa e acreditamos que num prazo muito curto resolveremos a questão e a área será liberada”, acredita o presidente.

Questionado pela reportagem quanto a falta de um acordo antes do embargo da obra, até para não comprometer o prazo de entrega do Parque, Lopes afirmou que o processo passou por todos os seus trâmites legais e que somente agora pode fazer um acordo.


REUNIÃO

Na intenção de buscar informações e pedir providências, um grupo de moradores que fazem parte da Asdemap (Associação dos Moradores dos Conjuntos 22 de Dezembro, Rio Madeira e Paraíso), realizou na manhã desta terça-feira (02), uma reunião com o responsável pela administração da obra. Os moradores foram informados que cabia tão somente a Prefeitura tomar alguma providência, já que o Parque está sendo construído em uma área cedida pelo Executivo Municipal.

Ricardo Castro, acredita que a situação pode ser revertida se houver um total comprometimento da Prefeitura pois “o parque irá beneficiar um número incalculável de pessoas, o que sobrepõe os interesses individuais do ganhador da área na Justiça. Porém, cabe a Ancar cumprir a decisão judicial e não mexer naquele espaço reservado”.

Fonte: Site Rondônia ao vivo


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