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Porto Velho,  dom,   25/outubro/2020     
política

Moreira comemora ampliação do prazo da dívida agrária

14/10/2008 08:49:00
 
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Moreira Mendes afirma que a dilação do prazo para adesão à renegociação das dívidas vem corrigir uma injustiça contra o produtor.  


 Os produtores rurais brasileiros ganharam mais tempo para aderir ao plano nacional de renegociação da dívida agrícola. Por decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), Órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional, o prazo, que antes era de 30 de setembro, foi prorrogado para o dia 14 de novembro. Para o deputado federal Moreira Mendes (PPS-RO), que é membro da Comissão de Agricultura e Pecuária da Câmara e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária para a Região Norte, a decisão do governo federal veio em boa hora e vai trazer mais benefícios para o setor.

Moreira Mendes afirma que a dilação do prazo para adesão à renegociação das dívidas vem corrigir uma injustiça contra o produtor. Isto porque além da demora do governo em apresentar uma proposta para o setor, a tramitação da Medida Provisória nº 432 no Congresso levou muito tempo, restando pouco prazo aos produtores. “O prazo para adesão ficou muito curto. E o Banco Central, preocupado com isso, baixou uma resolução para permitir que todos os produtores possam usufruir desse benefício”, disse ele, ressaltando que a medida é benéfica tanto para o produtor quanto para o governo.

O deputado alerta, no entanto, que este novo prazo é decisivo, e não haverá nova prorrogação. “É muito importante que os sindicatos rurais e as associações que congregam os produtores rurais orientem os agricultores para que eles formalizem a sua adesão à renegociação das dívidas o mais rápido possível. É bom lembrar que não só o Banco do Brasil e o BASA podem ter sido os agentes financeiros. Outros bancos podem, eventualmente, ter emprestado dinheiro dentro desses critérios do endividamento”, acrescentou.

Segundo informações do Ministério da Fazenda, a procura no Banco do Brasil chegou a 80%, mas nos Bancos do Nordeste e da Amazônia, foi de, no máximo, 20%.


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