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Porto Velho,  ter,   25/fevereiro/2020     
reportagem

Cobrança do MP desengaveta investigação sobre suposto PM pedófilo

27/5/2009 18:50:36
Por Edson Lustosa
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Segundo consta, mãe da vítima do investigado foi aconselhada a desistir do caso. 


 

Depois que vários meses se passaram sem que misteriosamente qualquer providência fosse tomada para inquirir ou processar um policial militar por duas vezes flagranteado perseguindo um adolescente, finalmente estão sendo tomadas providências pela Delegacia Especializa de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para botar termo aos crimes cometidos por um policial militar. Não foi por acaso. O Ministério Público, por meio da 14ª Promotoria da capital cobrou providências.

O mistério agora perdura dentro da própria Polícia Militar, onde, segundo informações levantadas pela reportagem de Imprensa Popular, não há qualquer punição aplicada ao agressor. O que se sabe, por outro lado, é que um sargento, supostamente superior imediato do acusado, esteve visitando a família da vítima. E “sugerindo” à mãe do adolescente que não levasse em frente o caso.

Sabe-se lá o porquê – mas o Ministério Público caminha para saber em breve – o inquérito policial, se foi instaurado, ficou parado. Tão logo a Promotoria de Justiça – provocada pelo Serviço de Proteção e Defesa dos Direitos da Vítima de Crimes, Abusos, Omissões e Atos Ilícitos de Qualquer Natureza (Pró-Vítima), que oficiou ao MP pedindo providências – passou a atuar no caso, a vítima e sua mãe foram chamados a depor e o caso saiu do adormecimento. 

EU TE AMO

A acusação feita por um adolescente contra o policial militar é de que este, colocando o revólver (provavelmente o da Corporação) em sua cabeça o obrigou a dizer: “Eu te amo”. Mas não fica só nisso. O policial já se tornara conhecido da garotada pelas surras aplicadas nas namoradinhas que o adolescente arranjava. Em julho do ano passado foi flagranteado perseguindo o menor em uma rua do bairro Esperança da Comunidade. Depois foi flagranteado perseguindo o ônibus em que a vítima se encontrava, pois pretendia exigir-lhe que retirasse as reclamações registradas na Central de Flagrantes.

Mais recentemente, ele foi visto de revólver na cintura ameaçando mais uma vez a vítima em frente a uma lan house, freqüentada pelo agressor e, até então, também pela vítima, na rua Joaquim Araújo Lima, antiga Abunã. A lan house, ao que se sabe, pertence a um policial civil. E o fato teria sido presenciado por ele também. O policial militar também responde por porte ilegal de arma. Já foi condenado em primeira instância. Mas recorreu, está solto e seu processo, de acordo com o que consta no sistema de acompanha processual do Tribunal de Justiça, desde agosto do ano passado se encontra concluso ao relator.




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