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Porto Velho,  dom,   27/setembro/2020     
política

Governador Cassol vai filiar-se ao PP

6/6/2009 18:21:46
 
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Foi o próprio Ivo Cassol que fez a afirmação com exclusividade para Imprensa Popular, momento em que chamou de cegos os petistas de Rondônia. 



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Uma declaração exclusiva do governador Ivo Cassol, gravada pela reportagem de Imprensa Popular, serve para por fim às especulações sobre a sua futura opção partidária: “Fui convidado pelo Senador Francisco Dornelles, do Rio de Janeiro, e devo, por este convite, filiar-me ao Partido Progressista, o PP, pelo qual espero disputar o Senado”, disse.

 CRÍTICAS DO PT

 Sobre as pesadas críticas dos políticos do PT rondoniense ao governador, no programa eleitoral veiculado na televisão, Cassol afirmou que não pretendia respondê-los, “porque o povo de Rondônia sabe que esse pessoal do PT rondoniense passa o tempo todo procurando uma meneira de desestabilizar o governo”, fazendo todo o esforço “para tomar o mandato que o povo me deu por duas vezes” e por isso fazem essas críticas que “somente quem é cego ou insiste em não ver” pode fazer.

Nas críticas do último programa do partido na televisão, o PT assumiu o tom mais virulento de suas acusações públicas ao governo do Estado, com afirmações do tipo “o Cassol não faz nada” ou superfatura obras, etc.

 O governador lembrou que não precisa responder a esse tipo de provocação, “porque o povo rondoniense está vendo o trabalho que estamos fazendo em todo o Estado”. O governador lamentou que “esse pessoal do PT” não olha “as administrações das cidades onde o partido detém o poder e onde, como é a grita geral, nada se faz e tudo que começa acaba paralisado”.

Ivo Cassol reafirmou que “os petistas rondonienses não irão conseguir” fazer o governo parar de trabalhar como sempre fez”, mesmo que esse trabalho provoque tanta inveja “nesse pessoal” e nos demais “incompetentes que ficam incomodado com o apoio público que o governo tem em todo o estado de Rondônia”.
 
TEM GENTE BOA NO MPF

 Ao falar com Imprensa Popular o governador Ivo Cassol foi claro em admitir que tem sido vítima de abuso do procurador Reginaldo Pereira da Trindade, que se tornou seu desafeto ainda “quando exercia o cargo de prefeito em Rolim de Moura”. Mesmo falando com determinação contrar esse procurador, o governador fez questão de destacar que no Ministério Público Federal de Rondônia que há “pessoas íntegras, que procuram agir com isenção” mas, mesmo assim, “acabam sendo contaminados” por quem é reconhecidamente “doente e em função dessa descompensação não foi aprovado num curso para Juiz aqui no nosso estado”, destacou Cassol ao referir-se mais uma vez ao dr. Reginaldo.

E mesmo reconhecendo que este procurador “deva ter uma grande admiração pelos petistas rondonienses”, é totalmente improvável a idéia de muitos de que “as instituições federais estão agindo como instrumentos de algum partido interessado na desestabilização do governador de Rondônia”.
 
NUNCA COMPREI VOTO

 O governador Ivo Cassol não gosta de fazer previsões para a sua situação política em 2010. “Todo mundo em Rondônia sabe que eu abomino essa prática política de comprar votos. Nunca comprei e até a própria Justiça sabe que eu não tenho nada com esse tipo de denúncia. Fui levado à vida pública pela vontade popular e nela permaneço porque o povo de Rondônia assim o deseja”, mas o governador acredita que seus inimigos “continuarão fazendo tudo para impedir” a sua caminhada vitoriosa como político com ampla liderança popular, por isso ele não faz projeções para o próximo ano eleitoral.

Para ele, “é preciso acreditar na Justiça, tendo esperanças de que a classe do judiciário está em franco amadurecimento, de tal maneira que todo mundo percebe que as instituições do Judiciário não pode decidir baseada em excessos ou em estrelismos”.

 “Eu tenho esperanças de que esse membro do Ministério Público, o dr. Reginaldo, procure compreender a grandeza de seu cargo, parando de me perseguir sistematicamente”, destacou para Imprensa Popular o governador Ivo Cassol, exortando que por experiência própria de vida, sabe que as pessoas “que vivem de perseguir seus semelhantes acabarão tendo de responder por seus atos, pelo menos pela Justiça Divina”.




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