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Porto Velho,  dom,   12/julho/2020     
reportagem

Rondônia é o sexto produtor nacional de café

17/6/2009 16:45:26
 
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O maior entrave para o segmento cafeeiro é a falta de uma logística moderna, que atenda ao crescente mercado consumidor no exterior e no Brasil. 


 

O consumo de café no Brasil vem crescendo ao longo dos anos, principalmente entre os maiores de 15 anos perdendo, apenas, para a água e à frente dos refrigerantes. Nove em cada dez brasileiros consomem café, diariamente. Minas Gerais é o principal estado produtor de café, Espírito Santo é o segundo e São Paulo aparece em terceiro lugar.

Mas o mercado interno não é o único a crescer no consumo do produto. De acordo com Christian Santiago e Silva, coordenador executivo do Programa Setorial Integrado (PSI) para exportação de café torrado e café moído (convênio Associação Brasileira das Indústrias de Café (ABIC) – Apex Brasil), o setor superou suas expectativas para 2008 em relação ao produto exportado.

Foi comercializado o equivalente a US$ 35,6 milhões, a um preço médio de US$ 5,35 FOB por quilo. Os principais estados brasileiros produtores de café são Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná, Rondônia e outros.

 

O MAIOR

O Brasil é o maior exportador de café do mundo. Logo atrás encontramos o Vietnã e a Colômbia.

A logística de transporte, do campo até os pontos de distribuição, não atende à indústria cafeeira. Segundo Santiago e Silva, do campo às indústrias e destas aos portos, para exportação, o transporte é rodoviário. Sem custo estimado, ele disse que varia conforme a empresa. A queixa se volta para a precariedade das estradas e ferrovias. Quanto à logística portuária, ele considera que os portos brasileiros poderiam ser melhores, mas “não temos problemas para escoar o produto industrializado”.

Silva fala, ainda, que para aperfeiçoar a cadeia logística do transporte do café nacional são necessárias boas estradas e um bom sistema ferroviário.

A crise econômica norte-americana não chegou ao setor cafeeiro nacional. Conforme Santiago e Silva, o produto industrializado continua sendo comercializado normalmente. “Estamos exportando dentro das nossas expectativas”.




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