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Porto Velho,  qua,   28/outubro/2020     
política

O povo foi para as ruas defender o mandato de Ivo Cassol

24/6/2009 10:29:56
 
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O Movimento Pró-Rondônia tomou a Sete de Setembro, em Porto Velho, para denunciar a manobra que objetiva pisotear o democrático direito do povo de escolher, pelo voto livre, seus dirigentes. 



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Milhares de pessoas ocuparam a avenida Sete de Setembro (a principal via do centro de Porto Velho), no último dia 23, numa manifestação organizada pelo Movimento Pró-Rondônia (www.prorondonia.com.br) pedindo o fim das manobras politicamente engenhosas mas, como opinam alguns advogados, juridicamente questionável, para não dizer suspeitas, orquestrando a cassação do governador Ivo Cassol, sob a acusação de crime eleitoral (compra de votos).

Ivo foi legitimamente eleito pelo povo, no primeiro turno das eleições, para este segundo mandato. É o primeiro governador reeleito no Estado.

Sua cassação é mais do que desejada pelo PT que imagina, assim, colocar a senadora Fátima Cleide para completar o restante do mandato de Ivo.

O PT rondoniense trabalha diuturnamente – desde o primeiro momento em que Ivo Cassol sagrou-se governador do Estado – pela desestabilização do governo, usando todas as armas de que dispõe, principalmente o sindicalismo dominado pela CUT e pelos interesses do partido da senadora.

 

A MENTIRA

Para as lideranças do movimento Pró-Rondônia, essa acusação de compra de voto feita contra Ivo Cassol é apenas uma manipulação eleitoreira que atende ao jogo de interesses de segmentos conhecidos na política partidária do Estado, sabedores que só mesmo no tapetão teriam possibilidades de derrotar o governador atual.

Entende os participantes do Movimento Pró-Rondônia que as manobras contra a escolha do governador pela imensa maioria do eleitorado rondoniense busca cada vez com intensidade maior assassinar a verdade: Ivo Cassol é legítimo governador escolhido nas urnas, de forma amplamente democrática e sua vitória, ao contrário do que afirmam seus inimigos, não se fez por nenhuma compra de votos.

Então a manifestação popular do último dia 23 denunciou, de forma vigorosa, que partidos desejosos de tomar o poder rondoniense a qualquer custo, estão estimulando e usando os meios mais sórdidos para invalidar a vontade soberana do povo.

A manifestação popular que se viu ao longo da avenida Sete de Setembro na manhã da terça-feira (23) foi legítima, até porque a ela estavam integrados os movimentos sociais reconhecidamente apartidários (como os mototaxistas), situação muito diferente de certos sindicatos que procuram, neste momento, aprofundar ainda mais suas campanhas de desestabilização do governo.

 

MELHORIAS

A população está preocupada com os efeitos nefastos que essa instabilidade criada por inimigos do governador Ivo Cassol causará ao desenvolvimento de Rondônia.

Os inimigos do governador, especialmente alguns integrantes do PT, tratam de espalhar afirmações de que não haverá comprometimento dos programas de desenvolvimento do governo atual se sua cassação se consumar.

Ora, o povo não acredita nisso, até porque falta a estes arautos da cizânia credibilidade para fiar qualquer tipo de garantia nesse sentido.

A melhorias da qualidade de vida em todas as regiões de Rondônia, com o governo de Ivo Cassol, tornaram-se visíveis. Os grandes marcos da atual gestão estão reconhecidos por todos os quadrantes do estado e até em nível nacional.

Cassol conseguiu a reconstrução do Planejamento, devolvendo ao Estado a capacidade de elaborar estratégias de desenvolvimento para o curto, médio e longo prazo, consolidadas na Agenda 2010, quando, como é esperado, o governador deverá disputar uma cadeira no Senado.

Na verdade, derrubar um Governo legítimo, em pleno regime democrático é apelar para os mesmos métodos utilizados pelos regimes de exceção.

Certamente não cabe aos partidos sequiosos para chegar ao poder de qualquer jeito e nem mesmo ao Judiciário o direito de determinar os limites da soberania do povo rondoniense. O povo não precisa e não quer, como disseram através de faixas e panfletos distribuídos durante a manifestação da Sete de Setembro, ser tutelado. A vontade do povo rondoniense não pode ser ultrajada no tapetão.




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