Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  seg,   30/novembro/2020     
reportagem

Mais uma denúncia contra abandono da saúde em Guajará-Mirim

23/7/2009 18:07:19
 
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



A promotora Tamera Pegorini afirmou que a prefeitura já está sendo processada pela situação. 


 

Diretor de hospital despreparado, exercício ilegal da profissão, possível contrabando de remédio, falta de pagamento dos médicos, IML improvisado e sucateamento do prédio e dos materiais de trabalho, esses são alguns dos problemas detectados no Hospital Regional do Perpétuo Socorro, em Guajará-Mirim, que foram levados ao conhecimento do procurador-geral de Justiça do Ministério Publico do Estado, Ivanildo de Oliveira, na manhã da última quarta-feira, pelo Conselho Regional de Medicina (Cremero). 

Durante reunião com Ivanildo de Oliveira, o conselheiro federal e a presidente do Cremero, Hiran Gallo e Inês Motta, respectivamente, entregaram o relatório da fiscalização e cobraram medidas para que os problemas detectados sejam resolvidos pela Prefeitura de Guajará-Mirim o mais rápido possível.  

Além dos representantes do Cremero, participaram da reunião com o procurador-geral de Justiça a promotora Tamera Padoim - da Promotoria da Cidadania, o secretário de estado da Saúde, Milton Moreira, o prefeito e o secretário de saúde de Guajará, Atalíbio Pegorini e Clezio Lobato, respectivamente, e o promotor de justiça Hildon de Lima Chaves, da promotoria de Saúde e Defesa do Consumidor. 

Embora o prefeito Atalíbio Pegorini tenha alegado que assumiu a prefeitura com a saúde já  sucateada, com uma dívida de mais de R$ 3 milhões, o procurador-geral de Justiça pediu explicações e alertou o prefeito sobre um possível processo criminal. Ivanildo entendeu que há certo desleixo da Prefeitura para com a Saúde.

O secretário de Saúde do Estado apresentou números, dos valores investidos em Guajará, e cobrou mais eficácia na aplicação das verbas. Segundo ele, há valores que não são utilizados pela prefeitura por falta de projetos. 

A promotora Tamera Padoim salientou que já há processo judicial em andamento contra a prefeitura de Guajará-Mirim. Segundo ela, o MP-RO tem recebido muitas denúncias, mas quando tenta falar com representantes do Poder Executivo Municipal não tem obtido resposta.  

O prefeito Atalíbio Pegorini disse estar ciente dos problemas e pediu ajuda do Governo do Estado para que a situação se resolva. “Solicitei a presença de um especialista na saúde para que me ajude a resolver os problemas”, afirmou. 




Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: