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Porto Velho,  seg,   1/junho/2020     
cidades

Pedestre não tem vez nos semáforos da capital

2/10/2009 08:42:52
Por Edson Lustosa
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O atropelamento de uma jovem na tarde do dia 22 de setembro, na avenida Rogério Weber talvez venha a ser mais um número na fria estatística de mortos e feridos em que vem se traduzindo o trânsito de Porto Velho. A insensibilidade da administração municipal para com o clima de insegurança que se instalou na cidade já alcançou um nível que requer ação imediata de organismos como o Ministério Público, dentre outros. Infelizmente, passada a pirotecnia de algumas polêmicas e puxões de orelhas, tudo na verdade continua como antes. 

Um dos principais problemas é a burrice dos engenheiros e arquitetos de tráfego da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, que faz com que os semáforos não determinem tempo para os pedestres atravessarem as ruas. 

Isso ocorre não apenas na confluência das avenidas Rogério Weber e Alexandre Guimarães, mas também na Campos Sales com Jatuarana, Rioa Madeira com a José Caúla e Campos Sales com Alexandre Guimarães. 

Quem se arriscar a atravessar a avenida Rio Madeira da Missão Adventista para a Sadia, terá que ser mais rápido do que os carros. Acontece que o sinal ali está sempre aberto, seja para quem vem na Rio Madeira da Amazonas para a Calama e vai dobrar à direita, seja para quem vem em sentido contrário e vai dobrar à esquerda, seja para quem vem pela Caúla no sentido centro-bairro. 

O mesmo problema acontece quando alguém quer atravessar a avenida Alexandre Guimarães no cruzamento com a Campos Sales. Quando consegue atravessar uma pista, ainda tem que ficar parado no meio do asfalto, já que ali não há canteiro central, esperando para atravessar a outra pista. Atravessar a Campos Sales em seu entroncamento com a Jatuarana é outro suplício, pois também ali as inteligências da Semtran esqueceram de considerar que as pessoas existem, andam, atravessam ruas; mas não recolhem taxas e impostos como os veículos motorizados. 




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