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Porto Velho,  ter,   19/janeiro/2021     
reportagem

Acidentes cresceram mais de 30%, aumentando movimento no JP II

7/10/2009 20:59:39
 
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O aumento no volume de acidentes de trânsito piorou o atendimento no João Paulo II, principalmente porque na capital de Porto Velho a prefeitura não tem um hospital para atendimento à população. 



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Como o prefeito de Porto Velho não cumpre sua obrigação de construir um hospital municipal, especialmente para atender casos de emergência, embora recebe uma vultosa soma do SUS, o hospital João Paulo II, da rede do governo do estado, é que acaba sofrendo com a superlotação e mesmo assim não consegue atender a demanda.

Segundo Rodrigo Bastos, o médico que é diretor geral do JPII, só no mês de setembro foram prestados por aquela unidade hospitalar mais de 5 mil atendimentos. Acontece que o João Paulo II é a única unidade de referência em atendimento de urgência no Estado.

Não se entende porque até hoje o Ministério Público (estadual ou federal) não tomou uma posição verdadeiramente rígida, exigindo do prefeito de Porto Velho a construção de um hospital municipal. O prefeito sempre usa a desculpa da falta de recursos, embora a capital receba uma fortuna do SUS e nunca teve tando dinheiro à sua disposição.

Como o prefeito não é sequer incomodado pelo Ministério Público prefere, ao que parece, gastar dinheiro a rodo em publicidade promocional, deixando de lado ações efetivas para dotar a cidade de um indispensável hospital.

Ao dar informações sobre o número de atendimentos no João Paulo, o diretor Rodrigo Bastos acrescentou que 683 procedimentos foram de pacientes vindos do interior do Estado. Foram realizadas ainda 204 cirurgias diversas e 1120 procedimentos ortopédicos.


ACIDENTADOS

Graças ao trânsito cada vez mais caótico de Porto Velho, tratado amadoristicamente pela gestão do prefeito Roberto Sobrinho, os atendimentos a vítimas de acidentes de trânsito aumentaram em mais de 30% no HJPII nos meses de janeiro a setembro de 2009, comparados com o mesmo período no ano passado.

De acordo com as informações do diretor do João Paulo II, nos últimos nove meses de 2008 foram feitos 4341 atendimentos em pacientes vítimas de acidentes de trânsito, e até agora cerca de 5063 tiveram atendimentos no João Paulo II. De todos os atendimentos por acidentes de trânsito, 80% são causados por motocicletas e aproximadamente 100% sofreram fratura em alguma parte do corpo.

Como o prefeito de Porto Velho não cuida prioritariamente do setor de saúde, a superlotação da unidade também acontece com procedimentos médicos de baixa complexidade que poderiam ser feitos nos próprios municípios e que acabam sendo deslocados para o João Paulo II. Após serem atendidos, os pacientes ainda ficam ocupando leitos enquanto aguardam ambulâncias para retornarem aos seus locais de origem.




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