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Imposto no Brasil parece coisa montada na ante-sala do inferno

3/2/2010 18:34:57
Gessi Taborda
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Os registros do Impostômetro estão publicados em nossa página. Agora destacamos exemplos dessa loucura. 



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Como o leitor viu, os resultados aferidos pelo Impostômetro já mostrou que a receita deste ano, da cobrança de impostos no Brasil, já é maior que a do mesmo período de 2009, apesar das reduções eventuais para estimular o consumo de bens duráveis.

A questão dos impostos no Brasil é uma coisa monstruosa. A maioria dos brasileiros não se dão conta do que o governo arranca de seus bolsos com a cobrança de impostos. Para se ter uma idéia do significado disso, vejam esses números, divulgados agora por um colunista conceituado de São Paulo, o Carlos Brickmann.

O automóvel Honda City fabricado no Brasil foi lançado no México com preço inicial de R$ 25.800. No Brasil, o preço inicial do City é de R$ 56.210. O mesmo carro? Não: o vendido no México por menos da metade do preço que pagamos tem freios ABS nas quatro rodas. O daqui, não.

Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?

Os argentinos também pagam menos pelo mesmo carro: R$ 34.800, com equipamento igual ao do brasileiro. O modelo mais caro, o City EXL AT Flex, custa na Argentina US$ 25.500 - menos de R$ 50 mil. Aqui, custa R$ 71.860.

RONDONIA PAGA MAIS

Por estar no norte do Brasil os rondonienses pagam mais não só pelos impostos. Para que se tenha uma idéia, o carro fabricado em São Paulo é vendido no Norte-Nordeste com preço aumentado em R$ 1.200, por conta do transporte. Os carros brasileiros, para chegar ao México, ainda pagam um alto frete. Mesmo assim os mexicanos pagam muito menos (praticamente a metade do preço) do que os brasileiros pelo mesmo carro.

E nesse cenário, onde o brasileiro não toma nenhuma atitude para o país baixa sua carga tributária, ainda tem políticos fazendo propaganda que devolve dinheiro público ao governo, com a nítida determinação de enganar eleitor trouxa.

É claro que tanto o México como a Argentina também cobram impostos. Mas não é a cobrança escorchante que se pratica no Brasil, onde o dinheiro arracando do povo sustenta a corrupção e voracidade dos políticos e dirigentes públicos que só pensam em aumentar sua riqueza e poder. É essa loucura que faz com que brasileiros paguem o dobro do que se cobra no Exterior por seus próprios produtos.

CHARGE: Bennett




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