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Editorial: Os abutres de Cassol não terão o presente de natal

28/11/2009 07:18
Jornal Imprensa Popular
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O governador poderá deixar o cargo só para a desincompatibilização frustrando os torcedores da cassação. 


 

Os abutres e as hienas do governador rondoniense Ivo Cassol vão passar o natal deste ano de 2009 jururus porque seu grande desejo, o da cassação do governador, não aconteceu e possivelmente nem irá ocorrer no próximo ano.

É certo que uma parte das pessoas que ficaram este mês de novembro torcendo para que o governador legitimamente eleito pelo voto popular (numa das vitórias mais expressivas da história rondoniense) já estavam imaginando ganhar rios de dinheiro com as jogadas políticas num Estado que nesse momento recebe recursos como nunca se imaginou, graças à construção de grandes projetos estruturais, como é o caso do complexo energético do Madeira.

As hienas e os abutres imaginavam que, após a derrubada de Expedito Júnior, do Senado, a troca de comando na administração rondoniense possibilitaria enriquecer aqueles que no passado montaram suas fortunas explorando o erário rondoniense sem qualquer pudor e sem nenhum temor, pois ainda se mantém como praxe no Estado a impunidade para essas figuras que só desgraçam a vida da maioria dos rondonienses, aqueles que verdadeiramente trabalham.

Este jornal, tanto na sua versão impressa como na on-line, sempre repisou que o povo rondoniense escolheu Ivo Cassol como seu governador, pela segunda vez, decidindo a eleição em primeiro turno, de forma livre, insofismável, soberana.

Não se esperava que meros argumentos do juridiquês e provas apenas circunstanciais fossem usadas contra a vontade democrática da população, num nefasto procedimento que poderia colocar o governo de Rondônia nas mãos de políticos sem credibilidade, ansiosos para chegar ao poder com a única finalidade de se apropriar do aparelho estatal para ampliar suas fortunas pessoais e a de seus apaniguados.

Ainda bem que o vaticínio dos abutres e das hienas que tanto anunciaram a cassação de Ivo Cassol e por ela torceram não aconteceu e possivelmente não acontecerá.

Esse episódio que levou de roldão o mandato de senador de Expedito Júnior e colocou o mandato do governador sobre séria ameaça mostrou a necessidade de modificar esse sistema. Está claro que não é suficiente poder eleger os mandatários do Estado, quando uma reles denúncia pode derrubar a vontade popular e instalar no poder um burguês ou um burocrata qualquer.

Foi vergonhoso, no julgamento do processo do governador, a participação do presidente do tribunal, votando em primeiro lugar quando a praxe é que presidentes votam apenas para desempatar o resultado. E, o pior, foi a nítida vontade de influenciar os pares a não levar em consideração o voto do relator, contrário à cassação do governador. Bem que os políticos deveriam se ocupar desse aspecto da legislação, onde denunciantes não sofrem nada por confessarem ter “vendido” seus votos, enquanto os políticos alvos dessa farsa são punidos para valorizar o ritual burocrático defendido por uma ridícula minoria.

Tudo leva a crer – de acordo com a opinião de importantes juristas ouvidos por Imprensa Popular – que o grotesco processo contra a vontade da imensa maioria dos eleitores rondonienses não vai prosperar. Os abutres e as hienas vão continuar resmungando no seu meio de decomposição. Não será nas festas desse ano que eles irão comemorar. Ivo Cassol certamente poderá comemorar. O voto do relator é um libelo que poderá ser usado no período da campanha eleitoral, como um documento que comprova sua inocência. Para o povo de Rondônia não há nenhum dúvida: Ivo Cassol nunca precisou comprar voto para se eleger a coisa a alguma, porque ele é certamente um homem aprovado pela vontade popular. E esse episódio certamente só irá tornar ainda maior sua vitória, caso Cassol venha mesmo a disputar uma cadeira no senado em 2010.

Publicado na edição nº 125, de 28/11/2009.




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