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Porto Velho,  qua,   22/janeiro/2020     
política

Disputa eleitoral de verdadade só começa lá para meados de julho

6/4/2010 17:58:17
 
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Antes tem muita coisa para chamar a atenções dos eleitores, como a Copa do Mundo e a Seleção do Dunga. 


 

Tudo indica que o quadro de candidatos para a sucessão estadual está montado. Disputarão os votos em 3 de outubro João Cahulla (PPS), Expedito Júnior (PSDB), Confúcio Moura (PMDB), Eduardo Valverde (PT), Acir Gurgacz (PDT) e Rosângela Cipriano, do PSOL. Falou-se recentemente sobre a possível inclusão do nome de Melki Donadon na relação de candidatos ao governo pelo PHS.

O próprio político do Cone Sul, numa visita a João Cahulla, chegou a admitir essa possibilidade. Na verdade nem remotamente isso deve acontecer. Hoje, no sul de Rondônia, já é publica e notória a ligação de Melki com Expedito Júnior, o pré-candidato do PSDB.

Faltam detalhes para a definição final. Faltam ainda saber quem serão os candidatos ao Senado e seus suplentes, bem como os vices na chapa dos candidatos ao governo do Estado.

Há, também, as incongruências da política, em relação à disputa em nível federal. Afinal, como ficará a situação do candidato do governo, João Cahulla, que pertence a um partido ligado à oposição à Lula, enquanto o seu maior cabo eleitoral – que é o ainda governador Ivo Cassol – estará disputando uma das duas cadeiras do Senado por um partido aliado do Presidente da República?

São detalhes em discussão nas muitas reuniões de bastidores que os caciques políticos realizam para deixar pronto o tabuleiro antes do início das campanhas. Elas, claro, não deverão começar de fato antes do segundo semestre. Campanha, como se sabe, é um negócio que custa caro.

Devido à realização da Copa do Mundo ninguém vai começar nada agora. Os debates do povo daqui a alguns dias estarão centrados na Seleção brasileira e o tema das conversas será Dunga, África do Sul, convocados para defender o escrete nacional, etc. Campanha eleitoral, só a partir de julho.

Em Rondônia essa disputa deve ser encarniçada. Se não acontecer uma reengenharia nas hostes governistas, certamente a coisa pode descambar para a agressividade. Foi o que sinalizou o vice-governador (que se tornará governador a partir do dia 3 abril) na sua primeira entrevista sobre a decisão do TSE inocentando o governador Ivo Cassol e a ele próprio da acusação de compra de votos.

Exaltado com a vitória obtida, Cahulla não escondeu o sentimento de muitos dos correligionários de Cassol que considera o ex-senador Expedito Júnior um renegado por ter deixado de lado o espírito de companheirismo que durou até sua entrada no PSDB para elaborar seu próprio plano de vôo lançando-se candidato ao governo.

Ivo Cassol foi contido em relação ao seu ex-companheiro. Comemorou a decisão do TSE lançando novas farpas contra o procurar da República, Reginaldo, que foi mais uma vez apontado como um desafeto que usando o cargo fez uma denúncia sem cabimento ao chefe do Executivo rondoniense. É claro que Cassol está aborrecido com Expedito Júnior mas, até agora, não demonstrou agressividade contra o ex-senador.

Publicado na edição nº 128, de 28/03/2010.




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