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Porto Velho,  dom,   12/julho/2020     
política

Confúcio reconhece ausência de Estado no tratamento para dependentes químicos

10/9/2011 14:32:14
 
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“Aqui mesmo em Rondônia o Estado não faz nada. Ou quase nada. E parece lavar as mãos como Pilatos”. Assim o governador Confúcio Moura admitiu a ausência do governo na prevenção e tratamento de dependentes químicos.

Em uma postagem de seu blog nesta sexta-feira (9), intitulada "Rondônia e as drogas", o Confúcio anunciou para o próximo ano, a construção de três Centros de Apoio Psicossocial Anti-Drogas- CAPS-AD, no Estado e convocou que cada secretário deixe consignado no Orçamento de 2012, recursos para ações de prevenção e tratamento de pessoas com dependência em drogas.

“A sociedade, as famílias, as igrejas – aflitas com a dimensão do estrago social, tocam com suas próprias mãos e iniciativas os abrigos para recuperação dos dependentes de drogas ilícitas e do alcoolismo”, completou ao afirmar que não tem a fórmula pronta. Mas, que fará o básico e o indispensável na área da prevenção, desintoxicação e do acompanhamento psicológico dos doentes químicos e de seus familiares.

Confira outros compromissos anunciados pelo governador:

a) Saúde – separar cinco leitos para desintoxação de doentes químicos nos hospitais gerais. Construir ano que vem três Centros de Apoio Psicossocial no Estado Anti-Drogas- CAPS-AD. Treinar as equipes de assistentes sociais, psicólogos e terapeutas ocupacionais para o atendimento dos pacientes.

b) SEGURANÇA PÚBLICA - treinar professores e policiais RR para trabalharem nas escolas, mudar o PROERD para todas as idades escolares. A patrulha escolar. Juntar com psicológicos e médicos para implantação do modelo rondoniense de enfrentamento desta endemia grave.

c) ASSISTÊNCIA SOCIAL - cadastrar as entidades que cuidem dos pacientes nos seus centros de recuperações. E passar para eles dinheiro para custeio básico por cada interno. Creio que entre 400 e 500 reais/por pessoa já é um bom começo.

d) EDUCAÇÃO – colocar no quadro da educação os psicólogos, assistentes sociais, principalmente nas escolas mais necessitadas, ou dispor de estruturas ágeis multidisciplinar, como NUCLEOS DE APOIO AO ALUNO E AO PROFESSOR, NAAPS.



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