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Porto Velho,  qua,   28/outubro/2020     
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Taborda: é imperioso que se renove nossa representação política

06/04/2012 11:31
Gessi Taborda
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DESCRÉDITO NOS POLÍTICOS

O estado de Rondônia não deveria ter uma safra de políticos tão ruins como a atual. Fica evidente a necessidade de renovação do segmento político, responsabilidade pela qual terá de responder o eleitorado a partir das escolhas a serem feitas nesse ano.

Sem uma renovação profunda, seremos palco por um longo tempo de folhetins vergonhosos como esse da “Transposição dos Servidores”. Como uma aspirante à prefeitura de Porto Velho ainda tem coragem de ficar batendo na tecla de que esse engodo nasceu de sua iniciativa no Senado.

Será que o servidor público, enganado ao longo dos anos nessa novela de baixíssima qualidade terá coragem de dar seu voto a quem montou essa miragem apenas para lucrar eleitoralmente com a docilidade dos eleitores mais fáceis de ser enganados? Isso, só o tempo dirá...



LEI FAJUTA

Imaginem a perplexidade das pessoas que pensam em descobrir que a bancada rondoniense em Brasília vive uma relação de submissão ao governo da Presidente Dilma aparentemente determinada pelo clientelismo. Não têm, nenhum deles, nenhuma expressão e vivem reféns dos caciques de sempre. Ora, se entre a bancada federal de Rondônia houvesse alguém com capacidade de ultrapassar o mero papel de coadjuvante, a chamada Lei da Transposição não seria esse diploma fajuta, que não deverá ser cumprido ainda nessa década.

Que relevância tem um deputado como Mauro Nazif, incapaz de ter um palavra definitiva sobre esse assunto, incapaz de exigir como parlamentar de um partido da importância do PSB que o governo cumpra a lei, executando a transposição dos servidores rondonienses para o quadro federal.

É isso homem – acostumado a marchas e contra-marchas no script dessa novela – que espera ter votos suficientes para abocanhar o poder executivo da nossa capital..



SEM AURA

Valdir Raupp transita no Congresso como se tivesse uma aura especial. Afinal, vive dias de glória para quem há poucos anos era um iniciante político na região de Rolim de Moura, que não chamava a atenção de ninguém. Mas hoje o senhor Valdir Raupp está no rol dos carreiristas políticos da estirpe de Renan Calheiros, Jader Barbalho, Collor de Mello e Romero Jucá, capaz de usar o mandato para obtenção de benesses (principalmente viajando o mundo e mandando a conta para o povo pagar), para si próprio e apaniguados, mas incapaz de resolver no alto escalão da res-pública aquilo que, por lei, deveria ser um direito dos servidores públicos rondonienses. Para cuidar dos verdadeiros interesses do povo, o senador não tem – como seus outros colegas de bancada – aura nenhuma.

A cobrança pelos pecados cometidos por nossos políticos deve começar esse ano. Os eleitores, vítimas desse estelionato político (e nisso que está se convertendo essa conversa de transposição) deve decretar – através do voto – da carreira desses enganadores.



SÓ TEATRO

O governo federal fez um estardalhaço durante a semana para anunciar um “pacote de medidas” para motivar e proteger a indústria nacional. O que foi anunciado ficou mais parecendo um teatro do que ações que realmente incentivem a indústria. Acho que os “companheiros” não se inteiraram da real situação da indústria nacional. Rondônia, onde a industrialização ainda nem chegou, deixou o assunto passar batido. Denis Baú, o “big boss” da Fiero está mais preocupado em desancar os amotinados das hidrelétricas do que cobrar ações que verdadeiramente promovam a industrialização do estado.



O PAPEL DA OAB

Esse foi o comentário que ecoou ontem entre freqüentadores do Boteco do Bigode. Se Demóstenes Torres tem culpa, que pague integralmente por ela. O que estranha é a celeridade da OAB. Em outros casos, tão ou mais escabrosos, percebe-se um silêncio estrondoso dessa entidade. No caso do mensalão, por exemplo, o julgamento está sendo postergado e seus réus estão livres, prestando “consultorias”, candidatando-se e se elegendo novamente. No caso do ministro Fernando Pimentel, não caberia uma ação mais enérgica da OAB? E os sete ministros afastados?



DROGAS

Em Porto Velho é cada vez maior o número de assaltantes drogados. Eles saqueiam residências, roubam carros ou atacam pessoas. Com os produtos roubados conseguem seu suprimento de drogas. Existem penalidades previstas para os traficantes, entretanto, os usuários de drogas não são punidos. Ocorre que só existe traficante porque há drogados, portanto ambos deveriam estar sujeitos a sanções pesadas para proteger a sociedade e tentar reduzir os índices de criminalidade. Esta é uma observação feita ontem pela minha mulher, a dra. Conceição Mesquita. É dela também o pensamento seguinte: “A verdadeira páscoa ocorre em nossos corações e não no estômago”. Mesmo assim espero poder traçar uma ótima bacalhoada, como só ela sabe fazer.



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