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Porto Velho,  dom,   22/outubro/2017     
política

Partidos mantém quadro eleitoral em banho-maria

7/5/2012 03:22:50
 
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Muitas especulações e poucas decisões. Aqui e ali notícias surgem e desaparecem, mostrando que os entendimentos estão longe de serem concluídos. 



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Estamos muito próximos das eleições de outubro. E mesmo assim temos mais pré-candidaturas em compasso de espera do que pré-candidaturas assumidas. Há a candidatura chapa-branca de Fátima Cleide, alimentando as entrelinhas de uma desejada vitória que mantenha o PT no poder, mesmo que seja visível a luta de guerrilha interna que surgiu quando a preferida do prefeito petista ficou inviável para a disputa, após ter seu nome envolvido na corrupção da Assembléia Legislativa.

A “oposição”, despedaçada ao longo dos últimos anos por várias derrotas na capital, tem nomes tidos como definidos, numa lista que começa com Mauro Nazif, passa por Miguel de Souza, avança por Lindomar Garçom, e vai tendo como possíveis concorrentes o Dalton di Franco, o Bosco da Federal, o médico Amado Rahaal, a vereadora Mariana Carvalho, o Pimenta de Rondônia...


NA BERLINDA

Em conversas reservadas, partidos com enorme força no panorama nacional mantém suas criaturas na berlinda, sem definir.

Esse é o caso do PMDB, que mesmo tendo os políticos mais influentes do Estado (Senador Valdir Raupp, Governador Confúcio Moura e a deputada Marinha Raupp), acaba vendo inúmeros defeitos e desvantagens nos nomes que surgiram e não empolgaram ninguém e fica sem saber para onde ir, principalmente porque nesse cenário de hoje também fazem restrições a alianças com A ou B na cartilha desta disputa até agora sem virtudes nenhuma.

E nesse momento em que há muito a ser definido, nomes verdadeiramente competitivos – como é o caso do deputado José Hermínio – estão mantidos na berlinda, pelo menos até que se defina o tamanho da sentença a ser dada na Assembléia Legislativa, onde corre o processo contra a quadrilha desmontada na “Operação Termópilas”, da Polícia Federal.


TÁ NA MODA

E assim, enquanto a passarela da disputa municipal não é verdadeiramente ocupada pelos profissionais desse jogo cheio de filigranas e que exige muito cacife, todo mundo entra no desfile tentando se convencer que é bom, que tem mais chances, que “é bonito(a) e ta na moda”.

Esse é o tom que tem sido usado pelo deputado federal Mauro Nazif e seus correligionários que, de há muito, vem dizendo que não há ninguém melhor que ele para a disputa. E Nazif não fala isso animado pelas pesquisas, até porque em condições similares anteriormente acabou derrotado.

Um papo semelhante vem martelando o repórter policial Dalto di Franco, nome apeado da vida pública a um longo tempo mas que, em relação aos outros concorrentes, dispõe de uma audiência cativa na TV e de chances reais de viabilizar o financiamento para o projeto do retorno à vida pública já que é uma espécie de garoto de ouro do grupo Gurgacz, os donos do PDT no estado.

Num quadro de escassez de lideranças com carisma e respaldo popular e com uma candidatura chapa-branca com zero de máquina e pouquíssima estrutura, tudo pode acontecer. As chances de vitória da “Oposição” existem, principalmente se um pouco mais para frente surgir alianças mais animadoras.

Certamente, quem pretende desalojar o PT da prefeitura de Porto Velho terá facilidade de colocar a sua gestão como alvo das críticas e ainda poderá contar com fogo amigo de todos os lados interessados em tirar definitivamente da vida pública a candidata chapa-branca.

Por enquanto, ninguém está ouvindo o barulho natural da disputa eleitoral porque tudo permanece em autêntico banho-maria.



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