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Porto Velho,  sex,   13/dezembro/2019     
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Cadê Sefin? Diga lá quem são os 10 maiores devedores do fisco!

18/09/2012 08:22:58
Gessi Taborda
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AINDA É MISTÉRIO

A informe é quente, mas nem o governo e nem as autoridades fazendárias confirmam. Nesta campanha, segundo fonte bem informada, há um notório candidato com um débito bilionário junto ao fisco estadual. E pelo que se ouve, o tal personagem nunca foi sequer cobrado para resgatar esse imenso papagaio. Agora existe no país uma lei garantindo acesso às informações públicas. Nem assim o Estado informa a relação dos 10 maiores sonegadores rondonienses. Quem está protegendo quem!

ÍNDICE

O dia começa hoje com a nova Secretária de Estado da Educação, Professora Isabel Luz, oferecendo um café da manhã aos jornalistas, quando pretende explicar, como disse, medidas que estão sendo adotadas para elevar o índice de desempenho dos estabelecimentos estaduais de ensino. Até recentemente a política de educação rondoniense era executada por um Secretário sem qualquer currículo para função. O ex-titular não tinha nem o segundo grau completo.

AMIGO-INIMIGO

Ontem tinha petista garantindo, em off, que dona Fátima estava muito irritada com a decisão do Ministério Público de abrir uma nova civil de improbidade administrativa contra o prefeito Roberto Sobrinho, de seu partido, por suas relações marginais que beneficiaram a empresa Marquise. A ação, assinada pelo promotor Alzir Marques Cavalcante, descobriu aquilo que a coluna vem divulgando como prática contumaz dessa gestão do PT.
Ora, não é a toa que o prefeito passou a ser tratado com o melhor caviar nas suas estadias custeadas pelo mau cheiroso grupo do lixo, em seu hotel 5 estrelas de Fortaleza (CE), um dos melhores endereços do veraneio no Brasil.
Dona Fátima teve sérios problemas com Roberto antes de se tornar a candidata do partido, derrubando as articulações do prefeito. Agora coloca em evidência em sua campanha o amigo-inimigo, garantindo que será (se eleita) a extensão da (suposta) gestão que chega ao fim (Graças a Deus!) no final desse ano.

MUDA

E até agora a candidata do PT se mantém fechada em copas com relação à denúncia de que seu sobrinho Carlos Dirceu Lopes da Silva recebeu pelo menos R$ 143 mil da Secretaria Municipal de Esportes da gestão do “companheiro” Roberto Sobrinho, usando a União Civil Amazônica de Tênis de Mesa, com a participação da Federação Rondoniense de Tênis de Mesa, num golpe montado para, supostamente, premiar o mesatenista de Rondônia, João Fernando Martins do Nascimento Júnior, o Totó. Se dona Fátima abomina tanto a corrupção, porque não dá explicações públicas sobre o assunto. Será que se Carlos não fosse seu parente teria tanta generosidade do prefeito petista ???.

SÓ OBVIEDADES

Lindomar Garçom foi o entrevistado no principal jornal da TV Rondônia no dia de ontem. E mais uma vez teve sorte. Não precisou sair das obviedades. Um desses “âncoras” anódinos não perguntou nada de cunho político. E assim Lindomar escapou de se mostrar como mais um “líder” da planície, sem base para compreender a complexidade da gestão pública de uma cidade do tamanho de Porto Velho.
Garçom falou o que todos falam: que vai abrir concorrência para tirar a Marquise do multimilionário filão da limpeza pública; que vai readequar o Plano Diretor (nunca obedecido pelos dirigentes); que por ter sido vereador, prefeito (do Candeias, o município vizinho que era bairro de Porto Velho) e deputado federal está devidamente qualificado para ser o gestor de uma cidade da importância da capital.
Falou também do vice, o advogado Reinaldo Rosa, para dizer que ele terá papel preponderante na administração. Bem, quando foi prefeito em Candeias não foi exatamente isso que aconteceu mas... deixa prá lá.

SORTE

Lindomar Garçom é um sujeito de sorte. Não tinha (aparentemente) maiores chances nessa campanha se os candidatos e as alianças fossem outras. Não tinha dinheiro e teria dificuldades para enfrentar a máquina do governo e da prefeitura. Acontece que esses atores desandaram e com os partidos circunscritos à mediocridade o populista Garçom saiu para a batalha com projeto político próprio, sem dinheiro mas com determinação.
Num cenário onde os concorrentes operam mal, construindo alianças de pura desventura, Lindomar Garçom tem tudo para chegar ao fim desse primeiro turno como o mais competitivo.
Mesmo com toda a sorte, Lindomar Garçom ainda está longe de se tornar hegemônico. Há no seu caminho um contraponto identificado como Mariana Carvalho, possivelmente a candidata mais competitiva depois do próprio Lindomar.

TRANQUILIDADE

Ontem o político Silvernani Santos (ex-deputado estadual e federal, com vários mandatos) demonstrava interesse em ouvir a opinião do escriba sobre o provável resultado eleitoral dessa campanha. Pena não ter bola de cristal para saber o que acontecerá no resto de tempo dessa eleição.
Silvernani Santos foi denunciado (como ex-presidente da Assembléia) como responsável pelo escândalo das passagens. Desse caso já houve até condenação mas Silvernani Santos (tirando sua inviabilização eleitoral) flana por ai como se nada tivesse acontecido.
Ontem ele me garantiu não ter nenhuma preocupação com possível reflexo da decisão do julgamento do mensalão nas cortes estaduais. Na opinião de Silvernani, por aqui ta tudo dominado e ninguém precisa tomar Lexotan. Com a palavra o Judiciário, de quem se espera o julgamento e a condenação de notórios personagens corruptos do estado.

INOVAÇÃO

Não há dúvida de que o processo do mensalão está inovando no que se refere à tradicional impunidade dos políticos brasileiros, na qual nem mesmo os sinais exteriores de enriquecimento ilícito eram levados em consideração. Gente como o próprio Roberto Sobrinho – cheio de ações do MP apurando corrupção supostamente praticada em sua gestão - tem realmente motivo para estar deprimido, como de fato está, porque no final poderá ver demolido o império construiu em dois mandatos de prefeito. A única coisa que Roberto não quer é voltar a ser pobre.

A BOLHA

Até que enfim os analistas decidiram acordar para a gravidade da questão imobiliária. Um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta que a alta dos preços de casas, terrenos e apartamentos nos últimos anos está resultando em valores irrealistas, incompatíveis com os movimentos de oferta e procura do mercado e, portanto, insustentáveis.




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