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Porto Velho,  qua,   19/fevereiro/2020     
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Enquanto pacientes são acorrentados no HB, Confúcio recebe tratamento de saúde VIP em Brasília

05/04/2013 11:22:48
Gessi Taborda
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PREFERIU O DF

Em nenhum momento a mídia sem utilidade, mas regiamente paga, voltou seus holofotes para o tratamento vip de saúde do filosófico governador rondoniense, em Brasília, onde se submeteu a uma cirurgia. Confúcio é médico, dono de hospital e certamente foi buscar socorro na capital do país por conhecer como ninguém as limitações desse segmento no estado. É como os poderosos da República que – quando ficam doentes – tratam de procurar o caríssimo Sírio Libanês paulista.

É fácil constatar que também em Brasília a rede pública não é nenhuma Brastemp. Quem tem dinheiro procura a rede particular. E sem dinheiro, nem ministro costuma ser atendido. Ah! É bom não esquecer: Duvanier Paiva Ferreira – defensor da inclusão do maior número de servidores de Rondônia na transposição – morreu sem poder concluir sua ajuda ao nosso estado, vítima da máfia de branco existente na capital do país, que recusou atendê-lo numa parada cardíaca.


MÍDIA CAOLHA

A mídia local – presa ao insosso noticiário paroquial – não mostrou o governador em Brasília, quando podia fazer um contraponto entre o tratamento dado a Confúcio e o vergonhoso e desumano tratamento que doentes mentais recebem no principal hospital público do estado, onde estavam acorrentados aos leitos. Se não temos uma unidade para tratamento psiquiátrico, como acreditar nas promessas de um hospital geriátrico rondoniense???


SEM NECESSIDADE

A 5ª Promotoria de Justiça do Ministério Público de Rondônia analisa manobra do atual prefeito para concretizar um “Contrato Emergencial” de publicidade. Consta ser esta uma saída para distribuir dinheiro aos “grandes” veículos da TV e aos “jornalões”, no sentido de torná-los dóceis ao novo governo; alvo de críticas cada vez mais acirradas, especialmente na mídia da internet e nas redes sociais.

Certamente aquela Promotoria deverá compreender que a Prefeitura não precisa – como alguns defendem – de fazer propaganda, ainda mais em caráter emergencial. A prefeitura tem concorrente? Seus órgãos disputam mercado com alguém? Existe necessidade de se fazer propaganda sobre a imundície de nossas vias públicas; sobre a falta de praças e jardins, sobre promessas de construir novas habitações populares? A resposta é não.

E como é praxe, os milhões em anúncios só são destinados à chamada imprensa domesticada. Quem procura agir com independência fica sempre de fora. Pelo menos 90% da publicidade da prefeitura não serve para nada. Serve sim, para iludir a opinião pública e fazer o dinheiro do contribuinte escoar pelo ralo...


CONTROVÉRSIA

O colunista ouviu várias vezes nessa semana que Confúcio Moura pode deixar o governo para disputar o Senado em 2014. Ora, acho pura tolice pensar nisso. A dificuldade para ganhar uma eleição ao senado não é menor do que conseguir a reeleição. E tem mais: desincompatibilizar significa entregar o governo ao clã Gurgacz, coisa que Moura não pensa de jeito nenhum. Mesmo sofrendo uma decadência enorme perante o eleitorado, Moura tem a crença absurda de reverter essa rejeição até o primeiro trimestre do próximo ano. Inacreditável até em filosofia pura!.


DESCENDO A LADEIRA

E lá se vão, mais uma vez, as premissas positivas para Rondônia, garantidas pelo tal general Jorge Fraxe, ainda no comando do DNIT. Com a posse de Cesar Borges no Ministério dos Transportes, é possível que mais uma vez prevaleça o dito pelo não dito no tocante às rodovias federais em Rondônia e as promessas de investimentos por aqui.

Já estão falando no retorno de Miguel de Souza ao antigo cargo. Isso não está garantido e nem vai determinar nada em favor de nosso estado.

Quem manja do riscado tem a seguinte opinião: O DNIT continuará o mesmo – campeão nacional em corrupção, devido à sua ligação direta e espúria com as empreiteiras. E Rondônia, graças à j* de representação política junto ao Planalto, continuará sem prestígio algum.


SEM FALAR NADA

O prefeito Mauro Nazif continua sem falar nada sobre as providências a ser tomadas para acabar com a ocupação ilegal das calçadas por vendedores de bugigangas, pirataria, lanches, frutarias e o escambau, o que impede a livre circulação do pedestre. E tem mais: o prefeito não deve seguir o mesmo caminho de seu antecessor, o Beto Ali-Babá, empurrando a questão para o dono do imóvel. A calçada não é parte integrante do imóvel. Portanto, é responsabilidade da prefeitura. Cobrar do contribuinte a construção ou manutenção de um bem público é, como se vê, uma decisão fora da lógica. Assim como é uma sandice punir bares e restaurantes que enchem as calçadas de mesas sem usar o mesmo rigor contra camelôs, quitandeiros e vendedores de frutas nos passeios públicos...


ESPAÇO
Presença constante no facebook e outras mídias das redes sociais, o miliardário Kazan Roriz conseguiu um novo palco para aumentar sua exposição popular, visando a disputa eleitoral do próximo ano. Dessa vez o palco onde atuou foi em frente à Prefeitura Municipal, disparando contra o prefeito Mauro Nazif, abatido pelo drama dos despejados do Jardim Santana. Kazan erodiu algumas promessas do matreiro político Nazif e, bem ou mal, conseguiu aparecer na mídia como um camarada que resolve problemas sem tergiversação. Kazan mostra ser capaz de tornar-se um símbolo da oposição rondoniense conseqüente. É do tipo que mata a cobra e mostra o pau!



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