Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  ter,   7/julho/2020     
artigos

Como presidente, Hermínio não tinha alternativa senão assinar sustação de ações

16/04/2013 19:48:12
Gessi Taborda
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    

 



Clique para ampliar

MÃOS LIMPAS

Reconhecido como um político “inimigo da corrupção”, o deputado José Hermínio se viu diante de uma saia-justa para cumprir uma decisão amparada em lei federal, que determina a suspensão de processos contra parlamentares, em tramitação no Tribunal de Justiça rondoniense. O próprio deputado entende que a lei que permite a partidos políticos pedir ao parlamento ações para sustar tais processos em tramitação no judiciário.

O presidente da Assembléia reconhece a existência de um “corporativismo” para garantir a suspensão desses processos. Ao presidente só resta a altenartiva de cumprir a decisão da maioria dos deputados. O deputado reafirmou sua posição de não defender – em hipótese alguma – a impunidade para quem comete desvios e crimes de corrupção. Para ele, esse tipo de lei – que é Lei Federal – acaba contribuindo para uma espécie de esperteza vitalícia.



LEITOR INDIGNADO

Sobre a soltura ultrassônica do ex-prefeito Roberto Sobrinho, denunciado pelo MP como líder da quadrilha responsável pelo desvio milionário de recursos públicos (na Emdur), assim se expressou o leitor Sérgio Barbosa: “Há quem diga estar com vergonha do Brasil e outros, com vergonha da Assembléia e até do Judiciário. Eu estou é indignado com esse monte de homens públicos, em todas as instituições, sem nenhuma utilidade para a Nação e com a ganância pelo poder e por dinheiro. Estou indignado com a invasão de falsos religiosos na política e nos meios de comunicação (concessões). Estou indignado com a enormidade da corrupção. Estou indignado com a nossa leniência diante de tanta coisa errada. Eu estou indignado com a nossa burrice na hora de votar”.



PRAÇAS DA CAPITAL

Maurão de Carvalho, vice-presidente da Assembléia Legislativa, está se esforçando para ver a recuperação de “espaços tradicionais de encontros das famílias”. Em outras palavras, mesmo reconhecendo ser esta uma seara dos vereadores – que quase sempre não funcionam – Maurão desenvolve uma batalha junto ao DEOSP para a recuperação da praça Jorge Teixeira, em Gujará-Mirim. Já que o deputado está disposto a exercer esse tipo de esforço, poderia olhar para as praças de Porto Velho, sem jardim, sem arborização e sem equipamentos que estimule as atividades da convivência comunitária. Quem sabe a capital conseguisse transformar suas praças numa espécie de cartão postal.



BUSCANDO SAÍDAS

Os peemedebistas rondonienses estão cada vez mais convencidos da candidatura de reeleição do governador Confúcio Moura. E esta é uma situação cada vez mais alarmante, graças às pisadas de bola do próprio governador. Todas as vezes que o governador abre a boca e solta uma de suas “pérolas” – como o anúncio da quebradeira do estado – o pessoal do PMDB não sabe mais o que fazer para achar estratégias que aliviem o tamanho da patacoada oficial. Hoje é grande o número de peemedebistas históricos que não querem ouvir nem falar o nome do governador filósofo.



PUBLICAÇÃO

Esta semana deve ser publicado o acórdão do Mensalão, a partir daí a defesa terá 5 dias para recorrer. Depois chega a última etapa que é o julgamento dos recursos. A previsão do ministro Joaquim Barbosa é de que até o recesso de julho, os condenados a pena de prisão comecem a cumprir a pena. Vale lembrar que entre os condenados que devem ser recolhidos a um presídio estão os petistas, deputado João Paulo Cunha (condenado pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro) e José Dirceu (corrupção ativa e formação de quadrilha). Já o deputado José Genoino (corrupção ativa e formação de quadrilha) deve cumprir pena em regime semi-aberto só dormindo na prisão. Mas é claro, não faltarão manobras jurídicas para tentar adiar o cumprimento da pena.



FORA DA LEI

Mais uma vez está nas ruas a propaganda de cunho eleitoral do milionário Mário Português, disfarçada de mensagem de páscoa às famílias rondonienses. Ninguém pode ser enganado por essa manobra. Nunca se soube de manifestação desse tipo de Mário Português (e família) nos vários anos que aqui reside. Está mais do que claro a motivação eleitoral, anunciando com muita antecedência de que ele será candidato em 2014. É uma espécie de desafio à legislação da propaganda eleitoral, num tipo de campanha fora-da-lei.



TRÁGICO

Seria cômico se não fosse trágico a aparição constante do “Prefeito Ali-Babá” nas redes de TVs locais para se dizer “injustiçado” (Ra!Ra!Ra!Ra!Ra!) pelas horas passadas no xilindró. Um camarada que destruiu a cidade e foi uma tragédia na administração da prefeitura, transformada numa espécie de Caverna do Ali-Babá, dizer que tinha tudo para chegar ao governo do estado é uma gozação. Principalmente após a derrota fragorosa de dona Fátima que fez a besteira de aceitar o seu apoio. Mas como o tal personagem está toda hora na mídia domesticada, certamente ainda acreditar que vai emplacar mais alguma coisa na política. Se enxergasse a realidade iria cair no desespero diante da certeza de que vai, como outros corruptos, mais para o fundo da prisão e acabará com as mãos abanando, depois de torrar muita grana para adiar o trágico final.



FALAR É FACIL

O aumento no número de creches na capital rondoniense foi um dos compromissos do novo prefeito, Mauro Nazif. Lei federal tornou a "educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade". Diz o Ministério da Educação que até 2016 municípios - de quem é a responsabilidade pela pré-escola - e Estados deverão tomar as medidas necessárias para garantir a oferta de vagas para crianças e jovens entre 4 e 17 anos. Certamente o prefeito tem – para cumprir a promessa e atender o que agora é lei – de romper com enorme atraso acumulado ao longo das últimas décadas. Em outras palavras: o prefeito não vai conseguir – salvo por um milagre – zerar o déficit crônico nesse segmento. E nessa questão há uma lei federal (Emenda Constitucional nº 59), obrigando o funcionamento dessas creches. Agora, imagine as recentes promessas voltadas para a questão habitacional. Bem, acredite quem quiser, mas num mar revolto como esse, como crescimento praticamente zero da economia, retomada do processo inflacionário, etc. Falar é fácil, como sempre.




Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: