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Porto Velho,  qui,   9/julho/2020     
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Em época das propagandas eleitorais antecipadas, José Bianco estaria de olho no Senado

07/05/2013 14:06:30
Gessi Taborda
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ATO ELEITORAL

Recentemente a coluna questionou se as mensagens promovidas por Mário Português, dono da Distribuidora Coimbra, em outdoors espalhados pela capital rondoniense, utilizando a desculpa da páscoa, não eram apenas um meio de enganar a Justiça Eleitoral, realizando propaganda eleitoral antecipada. Ora, é notório que Mário nunca usou o mesmo expediente, antes de estrear na vida pública, como candidato que ficou em 4º lugar na votação do eleitoral de Porto Velho na última disputa pela prefeitura.

Como não tem cargo público e não deve satisfação à comunidade portovelhense, certamente só o interesse em voltar a participar da disputa das urnas, em 2014, levou o Mário Português a aparecer com seu sorriso sem charme nos outdoors no período pascal. Tá claro para o colunista que tudo não passou de ato eleitoreiro a tal “propaganda” e não de ato político, como alguém ainda parece acreditar.


A MODA PEGOU

Outros pretendentes a desfilar na passarela eleitoral do próximo ano estão seguindo o exemplo de Mário Português. É por exemplo o caso de Rafael Claros. O moço também foi bem votado na eleição do ano passado, mas não conseguiu eleger-se vereador. Agora espalha outdoors na cidade para se posicionar como um defensor de interesses dos trabalhadores rondonienses, especialmente na questão do FGTS de quem é demitido sem justa causa, sofrendo prejuízos (na opinião dele) na hora da rescisão.

Se a Procuradoria Regional Eleitoral não ficar atenta a essas manobras, punindo os “espertinhos” por promoverem propaganda eleitoral antecipada, muito rapidamente essa “ilegalidade” estará contribuindo – e muito – com a poluição visual de Porto Velho. Será que esses personagens não serão pelos multados por essa ilegalidade constatada facilmente?


IMEDIATAMENTE

Nazif deu ontem uma coletiva para falar de novos rumos no segmento do transporte coletivo da capital rondoniense. Não quis responder sobre os “negócios de família” com entre seu irmão e o “monopólio” do transporte a quem, como foi divulgado logo após sua vitória eleitoral, fornecia “quentinhas”.

A coletiva – realizada num local impróprio, apertado e sem cadeiras para os jornalistas – serviu para Mauro espinafrar seu antecessor: “Eles nunca chegaram a multar um ônibus. Com nós é diferente. Não só multamos mas tiramos do sistema uns 100 ônibus completamente sem condições de transportar passageiros...” . E nem a edilidade ficou de fora: “Não cumpri a LOM sobre a questão do número de mínimo de empresas no sistema de transporte porque a lei caiu. Era inconstitucional. Os vereadores precisam entender que não basta aprovar uma lei sem verificar a sua constitucionalidade”.


ENGOLIU EM SECO

A vereadora Elis Regina, que também aprovou a modificação na LOM para acabar com o monopólio do transporte, ouviu o prefeito e engoliu em seco. Não demonstrou entusiasmo com as colocações do prefeito, mas deu a entender que permanecerá na base do prefeito.

E de posse da liminar concedida pelo judiciário autorizando a entrada de mais uma empresa na exploração do serviço de transporte urbano, Mauro esperar realizar “imediatamente” o processo licitatório, enquanto – disse – aguarda o julgamento do mérito da ação para abrir o monopólio e renovar o quadro permissionário do segmento de transporte.


FILHO PRÓDIGO

Uma pessoa muito bem informada dos acontecimentos da política de Ji-Paraná me contou ontem qual o verdadeiro objetivo político de José Bianco no ano próximo: “tem muita especulação em torno do que ele vai fazer, mas é bem provável que ele dispute uma vaga para o Senado. Ele sempre demonstrou para os amigos mais chegados uma grande animação com a possibilidade de voltar àquela Casa”, comentou.

Embora correligionários de Bianco espalhem que a história da “Demissão dos 10 Mil” não influencia mais nada, outros políticos experientes acha que JB pode acabar ficando na beira da estrada vendo o ônibus passar: “ele não é um político tão corajoso como se imagina e sempre saiu candidato quando não tinha nenhuma adversidade à sua frente”, afirmaram.


PASSADO DISTANTE

Já vai longe o tempo em que o PT se dizia defensor da ética. Lula tem razão, partidos viraram negócios para muitos. Se Lula ler o processo do Mensalão vai ver que não são apenas negócios, são negócios sujos, mas, convenhamos, o ex-presidente sabe melhor do que ninguém o que foi feito, apesar de insistir que não sabia. As práticas do PT são exatamente o oposto do que pregava nos seus primórdios.



SAFANAGEM
Vivemos tempos bicudos, onde cada vez fica mais difícil entender a ação de certas “autoridades”. Aproveitar a madrugada para promover a retirada dos “acampados da Prefeitura” foi uma grossa safanagem. Tibieza maior e crueldade contra o ser humano foi jogá-los numa outra área das proximidades do Jardim Santana, onde o pessoal enfrentou outra vez a intolerância e agressão por parte de agente da polícia. São artimanhas vergonhosas como essa que nos leva cada vez mais ao descrédito dos homens públicos dessa capital.



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