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Porto Velho,  seg,   1/junho/2020     
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Perto de completar um ano, sensação na gestão Nazif é de fracasso

16/08/2013 12:54
Gessi Taborda
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IMPORTADOR

Com a redução da produção de alumínio primário no Brasil, o país acaba de se tornar importador líquido do metal. Segundo as empresas produtoras de alumínio, os principais motivos para reduzir a produção são o alto custo da energia e o preço baixo do metal.



AUMENTO

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, será consultado sobre o reajuste dos combustíveis, que só será aprovado se couber no orçamento de inflação deste ou do próximo ano.



BILHÕES

No primeiro semestre deste ano, o BNDES registrou desembolso de R$88,3 bilhões, alta de 65% na comparação com janeiro a junho de 2012. O desembolso recorde levou o presidente da instituição, Luciano Coutinho, a não descartar a possibilidade de novos aportes do Tesouro Nacional para o banco.



MAQUIAGEM

Praticamente não aconteceu nada verdadeiramente significativo – em se tratando de trânsito e transporte – na gestão do prefeito Mauro Nazif, a não ser ações pontuais e sem a comprovação de eficácia. Se não há políticas públicas para o transporte coletivo (que continua a mesma porcaria de sempre) onde, pelo visto, a prefeitura (pelos seus próprios informes) adotou a norma de apreensão de ônibus irregulares (e com isso só consegue diminuir a frota disponível), certamente não há também políticas públicas para os ciclistas e por isso ainda é ínfimo o número da população que usa a bicicleta como transporte.


No trânsito apenas maquiagem, como o aumento indiscriminado de sinalização semafórica, a substituição de rotatórias, etc. Fala-se em inversão do trânsito em vias importantes, como a Sete de Setembro. Isso, claro, não mudará nada na essência. Nazif vai levando tudo em banho-maria. Parece mais um daqueles políticos que só se convencerá de que sua gestão é uma *m... quando sofrer a previsível derrota nas urnas.



CICLOVIAS

Se o antecessor de Nazif mentiu descaradamente ao povo sobre a implantação de ciclovias, ele também não deu um passo para solucionar essa necessidade. Não há qualquer notícia sobre planejamento e implantação de um sistema cicloviário integrado em escala metropolitana.

O prefeito – por não entender blicas do trânsito urbano – se mostra satisfeito com o péssimo desempenho de seus amigos que mandam na Semtran. E assim – mesmo com o custo dessas intervenções criadas para iludir a população sobre uma política (inexistente) de trânsito e transporte público – a cidade continua despreparada para servir àqueles que precisam exercer o sagrado direito de ir e vir, com segurança, conforto e modernidade.



ACIDENTES

Apresentando “soluções” ineficientes (apenas maquiagem) o que observamos – como resultado da gestão da prefeitura nesse setor – é o sacrifico de moradores da capital rondoniense, traduzido nos números absurdos das vítimas que abarrotam todos os dias os corredores do João Paulo II, sacrificados por um trânsito que faz do ambiente urbano de Porto Velho algo cada vez mais agressivo, incompatível para a convivência efetiva entre automóveis e veículos alternativos de transporte.



FRACASSO

Não é a toa que há uma sensação de fracasso com a gestão de Mauro Nazif. Perto de comemorar o primeiro aniversário à frente do comando da capital rondoniense, o médico que virou prefeito depois de longos anos fazendo o papel de algoz dos executivos no parlamento não conseguiu nem mesmo apresentar alternativas de transporte viáveis e seguras aos cidadãos, de acordo com suas necessidades.

Com o excesso de semáforos e redutores de velocidade colocados sem o menor critério estatístico, o que esse pessoal da Semtran conseguiu foi congestionar as ruas (durante o rush) e isso é uma decisão insustentável.

O sistema de transporte coletivo falido levam as pessoas de Porto Velho a optar pelo carro (afinal, bike nem pensar, diante da falta de ciclovias ou ciclofaixas) mesmo com a escassez de estacionamento gratuito.



INGENUIDADE

Diante da incapacidade de fazer uma verdadeira gestão do trânsito e apresentar projetos inseridos no planejamento urbano, garantindo um trãnsito mais fluido e seguro não dá para saber se a produção e envio de factoides como o de ontem (15), sobre “reforço” (sic) de sinalização no cruzamento da Rafael Vaz e Silva com rua D. Pedro II é um caso de mera ingenuidade ou de pura embromação. Principalmente quando esse time (ruim) da Semtran termina o factoide da seguinte maneira: “Ainda falta pintar as palavras PARE e CUIDADO nos dois lados da pista”.



ALVO

Ontem a coluna destacou o pronunciamento de dois parlamentares, na modorrenta sessão de 4ª feira, no plenário da Assembleia. Adelino Follador, preocupado com a “voz das ruas” falou sobre a importância de responder aos reclamos dessa população. Outro foi o deputado Marcelino Tenório, pedindo respeito aos recursos públicos, estancando sangrias com o excesso de contratação de comissionados.

A Assembleia está executando este programa, demitindo centenas de servidores comissionados num programa que vai reduzir a folha em valores expressivos. Como o governo do Estado é o ente que mantém um número absurdo de comissionados (muitos tidos como meros cabos eleitorais), deveria entrar no alvo dos dois parlamentares. Certamente o cidadão-contribuinte-eleitor aplaudiria a decisão dos parlamentares.



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