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Sem atenção dos governantes, futebol rondoniense permanece no amadorismo

26/11/2013 02:37:03
Gessi Taborda
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FUTEBOL MELHOR

Heitor Costa conseguiu fazer da Federação de Futebol de Rondônia uma das mais bem administradas do país. Sua luta em favor de um futebol organizado em nosso estado vem de longe, desde os tempos em que integrou o legislativo rondoniense. Prova disso é a sede da instituição, um edifício que permanece moderno e funcional. Graças ao Heitor, o então ex-governador Jerônimo Santana acabou contribuindo para a existência desse templo do futebol rondoniense. E isso aconteceu num tempo em que ninguém falava de “emendas” de parlamentares.
E assim, num estado onde ainda não existe tradição de investimentos no futebol, lá está a FFR cumprindo todas as obrigações legais, com todo seu pessoal administrativo recebendo em dia bons salários e com carteira registrada. Não há pendências de ordem legal. A Federação de Futebol de Rondônia recebe elogios de todo o país e até mesmo da CBF que mantém com ela seu fundamental programa de apoio.



AMADORISMO

Pessoas menos informadas costumam creditar, injustamente, ao Heitor Costa responsabilidade pela pouca importância do futebol local no cenário do esporte em nível nacional, especialmente o futebol que representa a Capital.

Em tese a entidade dirigida por Heitor Costa só tem responsabilidade de organizar o campeonato estadual.

Não deveria ser responsabilizado pelo amadorismo no futebol rondoniense. Essa realidade é mais decorrente – em primeiro lugar – da falta de políticas governamentais para o fomento do esporte, principalmente no aspecto da infraestrutura. Possivelmente Porto Velho é a única capital sem um estádio de futebol capaz de colocar o estado em pé de igualdade até com os estados da região.

Os políticos (e principalmente os governantes) daqui ainda não compreenderam como é importante ter representação no cenário do futebol profissional brasileiro até para difundir o nome de Rondônia de forma positiva, como exigência primeira para despertar interesses até mesmo junto a investidores, operadores de turismo do país, etc, etc.



PLANEJAMENTO

Numa conversa com o colunista o dirigente da FFER revelou sua preocupação com o futebol do estado, lembrando ser possível elevar sua qualidade, desde que haja um planejamento melhor para atividade, envolvendo além dos atores fundamentais (Federação e Clubes) os atores do mundo político e empresarial.

A Federação, além de organizar os campeonatos, participa dos custos de sua realização. Os clubes – disse Heitor – recebem o pagamento das passagens de seus jogadores e outras ajudas financeiras. A Federação – continuou Heitor – não é responsável pela administração dos clubes, não interfere nas decisões internas.

Heitor se preocupa com o visível amadorismo de nosso futebol, ao repetir a pergunta feita pelos amantes do tal esporte bretão: “Até quando este amadorismo? Até quando todos nós, incluindo o próprio torcedor, se envolver mais com o futebol, inclusive pressionando pela construção de um estádio à altura da importância rondoniense”. E ele pretender fazer de 2014 o ano da grande arrancada do futebol local.



FORA DAS 4 LINHAS

No próximo ano a FFER deverá implementar uma nova visão na execução de sua comunicação com os desportistas rondonienses. São mudanças em estudo e que vai buscar maior interatividade com o público e até mesmo com aqueles que são atores do espetáculo da bola.


Os clubes serão incentivados a buscar o profissionalismo não só dentro dos gramados, e também fora das quatro linhas. É assim que os clubes vão chegar ao far play financeiro sem o risco de bordejar a insolvência. “Estamos estudando uma maneira de fazermos palestras para demonstrar como é possível implantar essa gestão profissional nos clubes”, afirmou o presidente Heitor Costa.

Na medida em que o futebol rondoniense trabalhar com um planejamento estratégico e orçamentário para um exercício ou para uma gestão de uma diretoria, além de demonstrar ser uma gestão eficaz e transparente, fará o clube ser atrativo e conquistar títulos com equilíbrio econômico-financeiro.



ENVOLVIMENTO

Finalmente Heitor destacou a importância de fazer com que os políticos rondonienses que disputarão as eleições de 2014 se comprometam de forma clara com o futebol do Estado. Pelo andar da carruagem é bom que esses políticos, principalmente aqueles interessados em disputar o governo, diga à população de forma clara – sem tergiversações – como irão tratar a questão do esporte principalmente do futebol. “É bom que estas pessoas acordem para a realidade dos fatos, resgatem promessas não cumpridas até agora pelo governo, repensem seu conceitos antes que estados de menor expressão do que Rondônia no cenário brasileiro consolide o domínio do futebol em nossa própria região”, concluiu.



TEIMOSIA

Petistas importantes aqui da capital rondoniense demonstraram manter a convicção de que os “colegas” Zé Dirceu, Delúbio e Jenoino foram condenados e presos de forma injusta. Não estranhei. Entre os “companheiros” estavam exatamente aqueles defensores do Roberto Sobrinho, a quem consideram inocente e sem merecer o apelo de Bob Ali-Babá pela sua desastrada gestão municipal.



REFLITA

E em 2014, que está batendo já em nossas portas? Com a chegada do final de mais um ano, as pessoas costumam colocar em prática alguns rituais quase que sagrados: fazer a retrospectiva do ano, pesando fatos bons e ruins, e dar uma checada naquela tradicional folha de metas. Aquela lista interminável de coisas que deveriam ter sido feitas nesse ano e não deu, não é?

Você não emagreceu os cinco quilos que queria, não fez uma viagem de férias e continua reclamando da vida, da família e do emprego. E assim, o ano que deveria ser um divisor de águas junta-se aos tantos outros de vida comum. Mas por que sofremos tanto para cumprir metas? E por que isto gera tanta frustração?

A resposta talvez seja mais simples do que se pensa. O grande erro é estar preocupado demais em fazer planos, sem pensar no modo de ação para torná-los realidade. Não existem milagres. Ninguém emagrece sem fazer uma boa dieta e praticar exercícios. Não há possibilidade de melhorarmos a vida em nosso estado e em nossa cidade se não escolhermos melhor os nossos representantes políticos. E aquele emprego incrível que você queria? Antes de ter o salário dos sonhos, terá que passar noites estudando até que esteja a altura do cargo e ainda torcer para o Brasil não cair num recessão braba. Portanto, sem dedicação e sem participação política consciente há resultado, mas sim frustração.




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