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Porto Velho,  seg,   6/abril/2020     
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Desistindo ou não da reeleição, Confúcio enfrentará rejeição recorde e um ambiente dividido dentro do próprio partido

05/02/2014 13:33:33
Gessi Taborda
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PRIMEIRA MÃO

Confúcio Moura, como admitiu ontem boa parte da mídia, deverá confirmar informação divulgada primeiramente pela coluna: não disputará a reeleição. Confúcio – que foi um bom deputado – meteu os pés pelas mãos no chefia do governo. Chega ao último ano de governo com uma rejeição recorde. Não tem apoio integral nem da cúpula de seu partido. Se insistir na disputa vai encontrar dentro do partido um ambiente dividido. Praticamente não terá chances de vitória se, admitem analistas, tiver de enfrentar um segundo turno.


EQUÍVOCO

Na mensagem enviada pelo prefeito Mauro Nazif aos vereadores, lida na sessão de abertura do novo período legislativo, o prefeito agradeceu “o apoio da Câmara” à sua péssima gestão, ao aprovar no ano passado “todos os projetos encaminhados pelo Executivo”. Como a administração de Mauro foi uma grande (até agora) porcaria, melhor seria agradecer os vereadores pela falta de coragem em fazer Oposição ao chefe do Executivo, preferindo virar as costas no papel de representação da comunidade. E ainda teve vereador que ficou embasbacado com a lenga-lenga do prefeito que já está na história da cidade como um dos mais desaprovados pelo povo.


EXTENDIDA

Não existe nenhuma pesquisa sobre a percepção dos rondonienses no tamanho da corrupção no estado. Mas certamente a mais recente denúncia aceita pelo Judiciário contra a deputada Epifânia Barbosa e seu coleguinha de partido Edson Silveira, que chegou a ser titular de secretaria na (esconjuro) gestão do prefeito petista apelidado e Bob Ali Babá, confirma a ideia de que ela (a corrupção) é uma prática totalmente estendida no Estado. Há um altíssimo índice de contaminação dessa epidemia nas instituições.


NOVO JORNAL

Ano eleitoral e nos bastidores já se fala do lançamento de um novo “jornal”. É mais uma dessas picaretagens autointituladas de mídia alternativa que são apenas folhetins que vendem sua opinião, notícias ou comentários a quem pagar mais. É preciso alerta das instituições para detectar a utilização de verbas públicas nestes instrumentos de perpetuação das orgias do poder. Nada que uma boa auditoria e investigação não consiga descobrir.


SEMELHANÇA

É uma pena a falta de políticos capazes de traduzir em debates ou discursos a real situação em se debate o estado de Rondônia. Fala-se na disputa pela sucessão, mas nenhum pretende explica porque pretende substituir o atual governo. Ainda é impossível ter uma percepção clara sobre esses personagens que até recentemente estiveram atrelado às benesses distribuídas pelo Palácio Getúlio Vargas.


SEM TRUCAGEM

A oposição, de forma nítida, continua exercida apenas pelo deputado José Hermínio, presidente da Assembleia, também cotado para participar da batalha sucessória.

Nenhum dos mais cotados para disputar a sucessão estadual soube, até agora traduzir os sinais de esgotamento do governo peemedebista. É difícil imaginar que alguns desses nomes tenham competência para solucionar os velhos gargalos que emperram o crescimento do estado rondoniense de forma sustentado. Há inegavelmente uma semelhança muito grande entre aqueles que se dizem interessados em substituir o filósofo caipira, bem como entre eles e o governo que termina.


MESMO ASSIM

Está muito nítido: a gestão do filósofo caipira nada fez para inserir Rondônia nos destinos de turismo do Brasil. Aqui a pasta do Turismo serviu para alimentar o cabide de empregos, principalmente privilegiando “correligionários” do tipo do Olivar, colocado na pasta do Turismo (uma excrescência), ganhando os tubos para ficar surfando na maionese e propondo a criação de um pelotão da PM para atender ocorrências com “turistas” (onde???). Coisa de Macunaíma.

Mesmo assim, nesses momentos próximos do entrudo, é preciso considerar que o turismo é fundamental no processo de desenvolvimento. Ai vem o Carnaval. Ele já foi memorável aqui em Rondônia. Os governantes, depois do Teixeirão, agiram com muita disposição para acabar com a festa. Mesmo assim os abnegados fazem de tudo para manter viva essa tradição popular. Esse ano, por ser eleitoral, é capaz dos desfiles de rua voltar, como uma fênix pobre na avenida.


ENGANAÇÃO

Quem em sã consciência acredita que o mensaleiro Delúbio Soares tenha conseguido arrecadar em tão pouco tempo a fabulosa soma de mais de R$ 1milhão a título de doações para saldar sua multa junto ao STF? Querem enganar a quem?

Por que a petralhada não faz o mesmo esforço em favor do “Carequinha Mineiro”, como agradecimento pelo seu esforço em arrancar milhões para ser entregue à “companheirada” toda?


MAL EM TUDO

O retrato que vai sendo composto desse processo de sucessão governamental é de doer. Até agora, a impressão que tenho é de uma Rondônia que está sendo virada de cabeça para baixo. Com um senador cassado por compra de votos, um ex-governador biriteiro que degolou (sem dó nem piedade) o emprego de 10 mil chefes de família; com um padreco enfeitiçado pelas glórias e delícias do dinheiro publico ou com um filósofo que perdeu o respeito pelo povo e se atrelou a um bando de corruptos a gente não tem fica quase sem alternativa para as urnas.

Estamos mal em tudo. Na Saúde, na Segurança, no setor produtivo, na educação. É tudo um salve-se quem puder. O povo rondoniense não merece tanto desleixo!


ECONÔMICAS

Terminemos com as notas econômicas fornecidas por nossas fontes qualificadas:

Recuo: Os pedidos de falência recuaram 21% em janeiro, em relação a dezembro de 2013, de acordo com dados nacionais da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na comparação interanual, a queda foi de 17,5%. As falências decretadas diminuíram 14,1% em janeiro, na comparação mensal, porém houve aumento de 27,1% na comparação com janeiro de 2013.

Mais queda: A balança comercial registrou em janeiro déficit de US$ 4,06 bilhões, o maior déficit mensal da série histórica. As importações bateram recorde, somando US$ 20,08 bilhões. Já as exportações totalizaram US$ 16,03 bilhões, com destaque a queda nas vendas de produtos industrializados.

Dólar: Resultados frustrantes da atividade na China e nos EUA e a desconfiança em relação à situação fiscal do Brasil, fizeram a bolsa de valores cair e o câmbio depreciar no pregão de segunda. O Ibovespa recuou 3,13%, atingindo os 46.147,56 pontos, menor patamar em sete meses. Já o dólar fechou cotado a R$ 2,433, com alta de 0,74%.
Carros: Com as promoções e aproveitando o estoque de carros sem o aumento do IPI, a indústria automobilística registrou em janeiro o melhor volume de vendas para o mês da história. Foram vendidos 300,1 mil automóveis, crescimento anual de 1%. Apesar do bom resultado, especialistas no setor preveem um ano difícil para a indústria.



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