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Tome-lhe lavagem cerebral: Confúcio pretende torrar R$ 12 milhões com publicidade

12/02/2014 10:47:34
Gessi Taborda
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CONFÚCIO É UM PERIGO

A mais recente revelação sobre o plano do péssimo governo rondoniense em relação aos gastos com publicidade é de assustar os cidadãos, principalmente por confirmar o perigo representado pelo governador do PMDB para as finanças do estado e para os esperados avanços da necessária cidadania.

Se o governo torrar aproximadamente 12 milhões de publicidade como divulgado pela mídia, seremos testemunhas da mais perversa ação governamental, objetivando aplicar uma lavagem cerebral na maioria da população, na ideia de fazê-la crer que esse governo tem feito tudo de bom para Rondônia, e que só com ele pode ser creditada como terra civilizada.

Confúcio é um perigo. Vai – pelo visto – bancar enormes veiculações publicitárias para apresentar uma Rondônia maravilhosa (que só existe como abstração do “governo da cooperação”), buscando um novo mandato chancelado pela massa induzida ao grande equívoco nas manobras do marketing.


CONTROLE EXTERNO

Só as instituições do controle externo podem defender o cidadão-contribuinte-eleitor essa sanha devastadora dos recursos públicos. Não é possível aceitar o desperdício de 12 milhões de reais em propaganda, exatamente num ano eleitoral quando há enormes restrições a esses gastos.

Aliás, qualquer pessoa medianamente informada sabe que o objetivo do governante com essa derrama de dinheiro é exatamente influenciar o desfecho eleitoral a seu favor. Distribuindo dinheiro público terá a mídia amestrada, anulando análises críticas. O governo pretende, com os milhões gastos na publicidade, modificar a compreensão da situação real da vida no estado, especialmente naquele segmento mais necessitado da população, que sofre com serviços públicos sucateados, etc, etc.


INDECÊNCIA

Confúcio certamente não é o primeiro governante a abandonar a população rondoniense à própria sorte. Mas ele certamente causou mais frustrações ao povo que os antecessores. Na distribuição escancarada de cargos (desde o início da sua gestão) colocou sua credibilidade em xeque, diante dos fatos mostrando a presença da corrupção endêmica em vários setores como saúde e educação.

Estamos diante de um governo indecente, que abriu oportunidades para personagens acostumados a se servir do estado como fonte de prosperidade pessoal. E nem a ação da PF ao prender integrantes do governo pela prática da corrupção mudou o estilo Confúcio. Um pupilo do governador preso naquela operação está hoje num cargo do SEBRAE, graças à influência do filosofo caipira.

Confúcio não tem constrangimento em chancelar essas atitudes. Seu governo só existe até agora graças à inexistência de uma oposição firme e ativa nas atitudes erradas que ainda grassam nessa gestão.


ESPERANÇA

Confúcio é homem indeciso. Já não há certeza de sua saída de cena da política. Pressionado pela cúpula de seu partido, pode voltar à passarela sucessória. Certamente não é nome para encantar as hostes peemedebistas. Mas como o partido não desenvolveu uma elite política não dá para mandar o filósofo para as cucuias. Não existe quem ser escalado em seu lugar.

Mas existe uma esperança. Confúcio não está – como tentam fazê-lo acreditar – de bem com o povo. Nas manifestações dessa população através das redes sociais é possível identificar um novo sentimento. O povo está acordando da letargia que sempre favoreceu os maus políticos. Isso leva a crer em grandes ações até a decisão nas urnas. Essa é uma das esperanças.


ENGANADOS

Possivelmente o governador nem conseguirá torrar os milhões imaginados para a enxurrada de publicidade desse ano. Mas mesmo arrostando as leis existentes sobre esse assunto, tudo leva a crer que o governador vai conhecer o efeito contrário dessa manobra.

Certamente o governo não identificou o tamanho da frustração daqueles que foram enganados pelas promessas e pelos discursos da primeira campanha. Esse povo vai resistir as propagandas que o governo pretende fazer para dourar as pílulas.


COISA ANTIGA

Essa estória de cabide de emprego na Caerd, denunciado agora pelo presidente em exercício do Sindur, Wilson Lopes, não é coisa nova. Há muito tempo essa empresa serve à ganância política, usada como moeda de troca nos conchavos da política estadual.

É por isso que a Companhia de Água e Esgotos do Estado de Rondônia vive em situação falimentar há muitos anos. Como uma das pessoas que participou da direção da estatal no chamada gestão compartilhada, Wilson Lopes mais do que ninguém, sabe disso.


SEM ESTRELAS

Para se ter uma ideia da indefinição que permeia a campanha eleitoral rondoniense desse ano, até agora nenhum marqueteiro estrela foi contratado por qualquer partido. Esse é o melhor ano de perspectivas para a tal “prata da casa”.


GASTADORES

Rondonienses estão no topo da lista dos maiores gastadores de verbas públicas no Congresso. O primeiro que teve seu nome revelado nessa gastança foi o deputado padre Tom. Agora, com entram na lista da gastança além do padreco, o casal Raupp, Moreira Mendes e Ivo Cassol. Detalhes dessa farra estão em matéria publica no ocombatente.com.br, editado por Tadeu Itajubá.


PREVISIBILIDADE
Cheias do Rio Madeira são completamente previsíveis. Certamente a municipalidade não foi surpreendida pelo fenômeno. Em virtude das alagações o prefeito Mauro decretou estado de emergência. Com esse decreto – é bom lembrar – o prefeito pode fazer despesas sem o processo de licitação. Por se tratar de um gestor que precisa ser alertado por órgãos como MP e o TCE para não fazer pagamentos a empresas suspeitas, é melhor binocular as ações da prefeitura diante dessa “emergência” muito manjada.



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