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Porto Velho,  dom,   25/outubro/2020     
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Não se vota em candidato por ser homem ou mulher, mas pelo currículo

09/08/2014 12:42:17
Gessi Taborda
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COM CHARME E BELEZA

Infelizmente o nosso poder público ainda é machista na sua composição. As mulheres são minorias na composição do governo, das instituições e também dos parlamentos. Até agora os partidos continuam incapazes de completar a cota de mulheres no volume das candidaturas. A coluna, claro, defende a ideia de que a presença das mulheres na vida política e na gestão pública do estado e do país é fundamental para melhorar a representatividade nas casas políticas e na administração pública.

Esse ano, pela primeira vez no Estado, temos mulheres disputando inclusive os mais importantes cargos majoritários. Temos mulheres de verdadeira beleza e charme disputando cargos proporcionais, buscando cadeiras no legislativo estadual e federal.


QUALIDADE

Essa sensação de que nesse pleito há mais mulheres na disputa não garante uma melhoria da qualidade da representação.

Tristemente boa parte das mulheres integrantes da legislatura que termina nesse ano foi protagonista dos escândalos mais noticiados. E todas elas estão novamente aí esperando renovar os mandatos.

Pessoalmente não voto em candidato por ser homem ou mulher, por ser branco ou negro, por ser velho ou jovem. Voto é pelo currículo, pelo trabalho e principalmente pelo caráter. Deveriam fazer campanha pelo voto em pessoas de caráter e não simplesmente em abstrações como voto em mulher jovem e bonita ou voto pela cor de pele.


É CRÍTICA

A realidade pode ser mascarada e nem por isso deixará de ser real. A situação é crítica. Não adianta esconder. Empresários e investidores visualizam piora e o PIB sem crescimento. O governo não joga com sinceridade, usa de esperteza e tenta passar para o povo que está tudo uma beleza. Condena os que falam do fracasso e diz ser vítima de armação. Mas qualquer leigo vê que é para assegurar a reeleição. Fujamos dos discursos irresponsáveis.


EFEITO RUSSO

Será verdade, como andam alardeando defensores do continuísmo no governo, que a promessa da Rússia de comprar mais produtos brasileiros vai melhorar a vida dos patrícios?

Se, por um lado, as exportações irão aumentar, por outro lado vai fazer com que preços atualmente contidos por uma demanda fraca, como os preços das carnes, subam e, com isso, aumentem a inflação, que hoje é um dos problemas mais sérios do Brasil e só não explodiu ainda por causa dessa contenção dos preços dos alimentos.


OUTRA FARSA

Os governantes deveriam ser seriamente punidos ao se comprovar suas mentiras ditas ao povo. E de acordo com uma informação veiculada na mídia eletrônica rondoniense nessa semana, o prefeito Mauro Nazif praticou mais uma vez esse método na questão do rompimento do contrato com a Marquise na questão do recolhimento do lixo urbano.

A própria empresa tratou de desmascarar a farsa, afirmando que a iniciativa de por ponto final no contrato com a prefeitura foi dela, pela falta de pagamento pelos serviços prestados. Nazif, como sempre, não deu a menor importância ao episódio. Certamente ele acredita estar infenso a mentiras dessa natureza.


ABSURDO

O exagerado lucro dos bancos num país como o Brasil beira o surrealismo. Um banco ter lucro na casa do bilhão, num país como o nosso, se não é criminoso, é imoral e antiético.

É um absurdo lucrarem mais do que setores produtivos como fábricas, serviços e o agronegócio. Aliás, os bancos os bancos estão entre os que mais financiam os políticos, de todos os partidos, que não querem perder essa boquinha. Enquanto essa insensatez dos lucros bilionários não motiva uma reação política, um Ministro do Supremo (Janot) pediu dez dias para rever os cálculos sobre os planos econômicos. Os cálculos foram revistos. Estamos em agosto de 2014 e um novo julgamento ainda não foi marcado, e, assim, os poupadores são esquecidos.


PÉSSIMA

Não há como negar: a sinalização de trânsito da cidade de Porto Velho é péssima. Alie-se a isso o traçado das pistas mal dimensionado, e outras armadilhas que levam o mais experiente motorista às pegadinhas perigosas. Esse é, por exemplo, o caso da antiga rotatória da avenida Rio Madeira e Tiradentes, modificada por obra recente (já na gestão do atual prefeito) e pela falta de uma sinalização adequada transforma a entrada de quem vem no sentido bairro centro em direção à avenida dos Imigrantes numa dessas armadilhas. A falta dessa sinalização serve para represar o trânsito nesse sentido, de forma irracional.


REVISÃO

Outro exemplo: o afunilamento súbito existente na Pinheiro Machado, logo após a rua onde fica localizada a Maternidade Municipal que pode surpreender motoristas, principalmente quem não conhece a cidade.

Na verdade, um especialista em trânsito questionado pela coluna explicou que toda sinalização de Porto Velho deveria ser revista, pois ela foi afetada pelo período das muitas construções do período em que a economia esteve muito aquecida. Enquanto isso não acontecer os pontos convertidos nos verdadeiros gargalos do trânsito só irão se tornar mais caóticos.


FIERO IMOBILIZADA

Diante do aparente desinteresse da Fiero (Federação das Indústrias do Estado de Rondônia) em conhecer o pensamento dos candidatos ao governo sobre a promoção do desenvolvimento da indústria na próxima gestão, certamente deixa inquietos e insatisfeitos com a entidade o setor.

A economia rondoniense exibe – e certamente o presidente da entidade, Denis Baú, conhece essa realidade – sinais de que vai mal. Os indicadores não cessam de mostrar números negativos ou aquém das projeções.


SABATINA

A incipiente indústria rondoniense revelou que seu faturamento real teve um recuo significativo de 2013 ate o presente momento. O setor deve encerrar esse ano eleitoral com um faturamento em grande queda. Não há como não reconhecer que a economia rondoniense está em desaceleração.

É obrigação da Fiero reunir os candidatos ao governo para explicarem num debate de alto nível como pretendem administrar o estado, a partir de 2015 para superar o cenário de nuvens negras que pairam sobre o estado.


EMPATE

Então os dois principais candidatos da corrida sucessória terão, pelo que se anunciou, o mesmo tempo de TV durante a propagando eleitoral. Se, claro, Expedido não conseguisse ver seu nome homologado como candidato pela Justiça Eleitoral, certamente o governador que tenta a reeleição estaria não só liderando a disputa como teria praticamente garantido sua inclusão no segundo turno.

Agora o sinal de alerta está aceso no Palácio. E os coordenadores da candidatura chapa branca terão de olhar com lupa as próximas pesquisas.


CHANCES
A questão do tempo na TV para os candidatos com menor exposição não deve ser motivo de preocupação maior. NO relógio eleitoral, tempo demais pode se tornar um tiro pela culatra quando se tem pouco a dizer — ou quando as realizações que se pretende mostrar contrariam tudo o que o eleitor enxerga com seus próprios olhos. Quem tem menos tempo terá de demonstrar mais capacidade em propor e retrucar os adversários.



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