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Porto Velho,  sáb,   4/julho/2020     
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Pelas promessas que faz, Gurgacz devia estar concorrendo ao governo e não para senador

18/09/2014 10:29:10
Gessi Taborda
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CENSURA

No próximo dia 5, quando você for votar, refita sobre isso: Políticos estão tentando, tentando, calar a imprensa. Eles têm poder, mas não têm razão. Cuidado com eles. A sentença que proibiu a circulação da revista “Isto É”, mesmo a Constituição de 1988 não admitindo mais censura, foi para atender Cid Gomes, governador do Ceará. Tem o cheiro do ralo e do pior e nefasto resquício da ditadura militar.


ENGANAÇÃO

Não dá para entender porque a Justiça Eleitoral permite que o multimilionário político Acir Gurgacz continue armando uma grande confusão na cabeça do eleitor ao fazer uma propaganda mais própria para cargos do Executivo e não do Senado.

O eleitor não deveria ser manipulado dessa maneira, correndo o risco de votar num candidato ao senado, iludido com as promessas Acir sobre construção de creches, de hospitais, de escolas, etc. Tudo uma falácia, pois isso não é e nem nunca foi competência de legislador. Esse tipo de propaganda mentirosa deveria ser proibido no horário eleitoral.


É UMA VERGONHA

Está completando cinco anos a construção do IFRO na avenida Calama, em frente ao (vá lá!) Parque da Cidade. É obra federal que serviu de campanha para uma infinidade de políticos do estado, inclusive à dona Fátima Cleide. Em termos comparativos a obra está demorando muito mais que o Tahj Mahall. Imagine, por exemplo, se as promessas de gente como o Raupp – de que a ponte do rio Madeira na BR-364, garantindo ligação com o Acre e a Rodovia do Pacífico vai mesmo ficar pronta até o final de 216, é digna de crédito.


INDÍCIO

Um claro indício da péssima situação econômica da cidade. Com o esvaziamento da capital rondoniense, onde vários empresários investiram pesado no ramo de hotelaria, os hotéis estão com suítes sobrando e preços de pensão de interior.


PERSIVO

Respondendo pergunta sobre as bases atuais da economia rondoniense, o consagrado e respeitado economista local, doutor Silvio Persivo disse mais ou menos a mesma coisa, demonstrando que Rondônia está descendo ladeira abaixo e poderá até chegar ao fundo do poço se o próximo governo não calibrar a rota economia estadual. O nosso guru da economia não fala, mas o crescente número das famílias rondonienses endividadas, o cancelamento de investimentos programados pela iniciativa privada, o aumento exagerado da dívida pública, tudo isso leva a crer que o Estado está na iminência de quebrar. Com tudo isso, como o atual governo ainda teve a audácia de pleitear mais um mandato?


JÁ VAI COMEÇAR

É assim que funciona: termina a eleição de presidente e governador nesse ano e já começa outra, com vistas a conquista do poder municipal. E a população de Porto Velho tem um compromisso para 2016: não errar de novo na escolha do prefeito.

As vaias dedicadas a Mauro Nazif na inauguração da ponte que liga Porto Velho a coisa nenhuma é o sinal de que a população de Porto Velho está vivenciando, outra vez, a falência total da gestão municipal, com a certeza de que a capital que completará seu primeiro centenário não aguenta mais um novo mandato mequetrefe. As vaias na ponte foi um simples trailer do que vai acontecer.


O ELDORADO

Fiquei imaginando, depois de ler na mídia de ontem (16) o resultado da última pesquisa do Ibope, praticamente garantindo a vitória de Expedito, porque o governador Confúcio Moura não conseguiu reduzir sua alta rejeição e nem convencer a maioria dos eleitores rondonienses com a mensagem eleitoral em que apresenta a nossa Rondônia como o verdadeiro “Eldorado” do Brasil e especialmente da região norte.

A mensagem do governador garantindo que Rondônia sob o seu comando vive um progresso espantoso não está, pelos números divulgados na pesquisa do Ibope contribuí para levar Confúcio ao abismo. Faltou-lhe pelo visto a capacidade de observação e raciocino dos verdadeiros filósofos. Essa imagem de “Eldorado” só é partilhada por aqueles que receberam benesses do governo que termina.


NA PROPAGANDA

Além do “espantoso” progresso que Confúcio afirma existir no estado durante sua gestão. Na propaganda eleitoral de reeleição do governo, por aqui as pessoas não morrem nas portas e nos corredores de hospitais. Não há criminalidade e violência. Ensino público é de qualidade. A segurança pública não merece reparos. Pessoas mortas ou mutiladas em acidentes são quase imperceptíveis.

Com afirmações desse tipo, é fácil compreender porque o marketing eleitoral do governador não está dando certo. Ele exagera na mentira, na materialização de um “Eldorado” que é apenas mito. Fica muito evidente, fácil para o eleitorado perceber esse teatro absurdo.


PESADELO

As soluções mágicas de Confúcio se converteram naquele pesadelo que transforma o seu “Eldorado” em simples miragem. O povo – é o que demonstra o resultado da pesquisa do Ibope – se convenceu de que se o governo não fez até agora, não merece credibilidade de que faria num novo mandato.

Benza Deus, o estado está em plena recessão. Não gera os empregos necessários para a nossa juventude. E como negar que essa juventude (sem esperanças) consome cada vez mais drogas, que falta vigilância para impedir o contrabando (visto nas ruas no tolerado comércio de venda desses produtos ilegais), a entrada de armas.

A linda fantasia da propaganda eleitoral de Confúcio vai acabar. O povo vive a realidade cruel que em determinadas circunstâncias da até vontade de chorar. Afinal, não isso o que acontece diante da miserável condição de saneamento básico em que vive o estado?


COMPROMISSO

Na próxima segunda-feira a UNICEF, agência da ONU, lança um documento onde desafia todos os candidatos aos cargos executivos da presente eleição a colocar em suas agendas as principais propostas em favor de uma política para as crianças de todo o Brasil.
Os sete desafios do UNICEF são:
1) Eliminar as mortes evitáveis de crianças menores de 1 ano de idade e reduzir a mortalidade infantil indígena; 2) Garantir que cada criança e cada adolescente de 4 a 17 anos tenham acesso a escolas públicas inclusivas e de qualidade, aprendendo na idade certa os conhecimentos correspondentes a cada ciclo de vida; 3) Reduzir as altas taxas de homicídio contra crianças e adolescentes; 4) Garantir o acesso à justiça para todas as crianças e adolescentes; 5) Assegurar que adolescentes e jovens participem da vida democrática do País; 6) Reduzir o número de cesáreas desnecessárias; e 7) Garantir a atenção humanizada e especializada para adolescentes e jovens nos serviços de saúde.


PARA O FUNDO
É comum os partidários do governo jactarem-se de que o Brasil ser considerado “a oitava economia do mundo” (alguns acham que estamos na 7ª posição) e, por isso, não ser verdade as previsões sobre um desequilíbrio ainda maior no próximo ano. Quem acha que tudo vai bem e que no próximo ano a situação vai melhorar se o governo de Dilma se mantiver, não deve estar bem informado da realidade. O Brasil está no fundo do poço: PIB quase negativo, inflação descontrolada, País em recessão técnica e com a imagem arranhada, investimentos sumidos, indústrias sucateadas e corrupção desenfreada.



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