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Dizendo-se gestor competente, Confúcio cala sobre absurdos praticados nas contas do Iperon

11/10/2014 00:46:53
Gessi Taborda
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FRANGO

Com os preços da alimentação subindo desenfreadamente por causa da inflação sem controle e fingindo preocupação, Dona Dilma recomendou: "Não tem carne? Come frango".


MISTIFICAÇÃO

O governo sabe, melhor que ninguém, que em sua gestão praticamente tudo desandou geral. E até aquilo que ele apresenta como obras suas não convence. Afinal, muito antes do PMDB ganhar (pela segunda vez) o governo do estado as obras concluídas agora já estavam em estágio muito avançado.
Quer exemplo: o chamado Palácio das Artes. Obra que se arrastou por quase 20 anos, foi apenas concluída no final desse governo. Mas a gestão de Confúcio não fez nada mais do que um terço da mesma. O que acontece é mais ou menos a mesma tática utilizada pelo prefeito Roberto Sobrinho com a Maternidade Municipal.
Ao assumir a prefeitura, a obras estava praticamente finalizada. E mesmo assim, para colocá-la em funcionamento foi um “deus nos acuda”!
Agora, graças aos truques de marketing, o governo se afirma tocador de obras. Só que nada está terminado e algumas promessas são apenas isso, promessas. Ai, para dourar a pílula, usa-se inclusive o recurso das maquetes, como para o caso da rodoviária.

É PURA CASCATA

No atual governo a realidade é bem diferente da propaganda. Nada funciona. Não há investimentos, não há crescimento. Não há desenvolvimento. O que existe agora, em termos de campanha eleitoral, é um invólucro de mistificação bem elaborada, um discurso fácil de que Rondônia está sendo catapultada para uma era de prosperidade, desde que, é claro, o eleitor dê mais quatro anos para o desastrado governo.


GRANDE DESAFIO

Punir corruptos, obrigação. Acabar com a impunidade de corruptores, grande empreitada.

CRIME PREVIDENCIÁRIO

Não é uma questão de má vontade contra o atual governo. É, sim, uma constatação. A gestão que termina nesse ano é um visível caso de incompetência congênita. O governador pode até ser reeleito (afinal, o eleitor brasileiro é muito tolerante com a corrupção), mas isso não servirá como garantia de que adquiriu carisma, liderança e comando do Executivo.
Confúcio tem sorte de não existir em Rondônia uma oposição consolidada, inteligente, instigante e investigativa. Passou o primeiro turno inteiro falando abobrinhas, prometendo o que não cumpriu nem no primeiro mandato, e nem assim foi devidamente confrontado diante das ilegalidades absurdas (tipicamente descritas como crime) em área sensível como o da previdência, ajudando quebrar ainda mais o Instituto de Previdência dos Servidores, o Iperon.

NAS GAVETAS DO TCE

Toda a estória de esbulho – que poderá determinar sérias consequências aos servidores aposentados – está documentada nos Autos 4046/2013/TCE-RO, confirmando a prática do governo Confúcio de não repassar os recursos descontados dos servidores estaduais para a previdência. Isso configura, em tese, o crime de apropriação indébita.

Confúcio se diz gestor competente, mas não fala nada sobre os absurdos praticados nas contas do Iperon com sua decisão de não repassar nem mesmo a contribuição do Estado, como empregador.
Não se sabe os motivos pelos quais esse processo já não se transformou numa ação penal para punir o governo que sonha em ter mais quatro anos à frente do Executivo rondoniense.

PARCELAMENTO

Certamente ao desviar os recursos da previdência estadual para quitar obrigações do Executivo com a folha de pagamento dos servidores, o governo demonstrou acreditar na impunidade, pois tal crime só foi descoberto quando o próprio governo tentou conseguir um parcelamento para “repor” o dinheiro do caixa do Iperon.
O assunto, analisado pelo TCE com a lupa do competentíssimo Conselheiro Valdivino Crispim, concluiu pela prática do crime de apropriação indébita (roubo) por parte do governo, ao analisar o descarado pedido de “parcelamento” do empréstimo. Ora, o Iperon não empresta dinheiro prá ninguém.

INVESTIMENTOS

Certamente se a investigação do que acontece no Iperon na gestão do atual governador, os auditores vão se deparar com um verdadeiro “mundo cão” contribuindo para a dilapidação do patrimônio do Instituto, capaz de colocar em risco a vida futura de aposentados ou de quem vai se aposentar.
A lei que regulamenta as ações do Instituto é clara. O Iperon não pode fazer aplicações em nenhuma instituição creditícia que não sejam o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. Isso não é observado. Na gestão de Confúcio, o sagrado dinheiro do instituto está aplicado até nos banquinhos de última linha (algumas cooperativas financeiras de pequenas cidades), que não têm lastro nenhum para dar garantias nas aplicações.

VAI DA VALSA

Não dá para entender porque as instituições de controle externo do governo ainda não tomaram a decisão de abrir o procedimento processual contra quem andou esbulhando o dinheiro (do servidor) do Iperon. Cabe ao Ministério Público (inclusive o do próprio TCE) manifestar-se sobre mais essa maracutaia do governo do PMDB. As fontes afirmam que o rombo pode chegar próximo à casa do meio bilhão. Elas comentam também o possível enriquecimento Ilícito de quem gravita mais próximo do núcleo do poder.

BRINQUEDO E SANGUE

“Quando se fala em Dia das Crianças costumamos sempre pensar em presentear nossos filhos e entes queridos com brinquedos, mas esquecemos de que existem muitas crianças internadas que precisam de um presente muito mais altruísta, que é o “sangue”, alertou ongte uma médica pediátrica da rede pública, leitora da coluna, que prefere ficar no anonimato.

PROCURANDO SÓCIOS

Furnas está mais uma vez procurando interessados em parcerias, agora para o próximo leilão de geração solar a ser promovido pela Aneel, marcado para 31 de outubro. Dessa vez, a empresa quer sócios que entrem com dinheiro, como instituições financeiras, empresas investidoras ou fundos de investimentos. As propostas serão aceitas até terça-feira. A previsão é que sejam vendidos até mil MW neste leilão, que pode ser um marco para o país no avanço da energia solar.




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