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Porto Velho,  sex,   24/janeiro/2020     
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De olho na cadeira de Cassol, Odacir Soares mexe o doce para se firmar senador

12/11/2014 10:36:33
Gessi Taborda
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SÉRIO?

O mais recente factoide da prefeitura trouxe um título cômico, se não fosse trágico: “Prefeito participa de palestra sobre a “Lei Anticorrupção Empresarial”. É tão “vero” que parece uma espécie de “gag”. Sem comentários.


NO PALCO

Com passagens pagas pela prefeitura, o acadêmico Cláudio Zarco o centro das apostas da gestão de Mauro Nazif para colocar no mundo cenográfico brasileiro um representante de Rondônia. Ele, com o mesmo tipo de apoio, já se destacou no Festival de Teatro de Araçatuba. Agora, custeado pela municipalidade, Cláudio vai fazer cenas curtas em Manaus, Rio de Janeiro e Niterói. Possivelmente seu nome acabe brilhando lá fora para se tornar conhecido aqui dentro de Porto Velho.


BOA INICIATIVA

Odacir Soares tem uma enorme torcida para continuar no Senado. Ele depende da gangorra de Ivo Cassol, de quem é suplente. A situação de Cassol, como se sabe, é periclitante, podendo ser cassado brevemente. Enquanto faz o papel de senador, Odacir Soares demonstra que sabe mexer o doce em defesa de interesses rondonienses e do próprio país.

Agora ele procura aprovar medidas que facilitem a vida de brasileiros formados em medicina na Bolívia, superando as barreiras para o exercício da profissão em nosso país. Tem lógica. Afinal, se importamos médicos até de Cuba, por que não regularizar com menos burocracia nossos patrícios formados no vizinho país. Tá provado que, apesar de tudo, Odacir continua preparado para exercer funções públicas relevantes.


FESTA NA FRONTEIRA

É certamente um evento marcante para cultura rondoniense. Trata-se do 13º Encontro dos Filhos e Amigos de Guajará-Mirim. O evento começa amanhã e termina no próximo dia 15. Participei do nascedouro desse evento que hoje integra o calendário cultural e turístico do estado. No princípio a festança acontecia na tradicional Vila dos Médicos. Era a oportunidade que tínhamos de nos aproximar dos grandes intérpretes guajarimirienses, especialmente revivendo os boleros imortais cantados em castelhano. E, claro, experimentar a rica culinária da Pérola do Mamoré.

O “Encontro” cresceu e a programação de agora começa com um mutirão da cidadania, pela gastronomia. show musical, competições esportivas e muito mais. Pela importância da festividade e pela maneira muito fidalga do povo de Guajará em receber os visitantes, vale a pena enfrentar os problemas da estrada (erodida na grande enchente do Madeira) e participar desse 13º Encontro dos Filhos e Amigos da simpática Peróla do Mamoré.


TRUQUE DE MADAME

Que Porto Velho completou seu primeiro centenário como cidade todo mundo sabe. E qualquer cidadão um pouco mais informado sabe que o prefeito da cidade, Mauro Nazif, não conseguiu aprontar nenhuma obra impactante para marcar essa data importante.

E assim, numa espécie de embromação, o prefeito acabou torrando dinheiro da administração pública com um espetáculo artístico de gosto duvidoso, muito longe da pompa devida a uma cidade centenária.

De maneira melancólica a prefeitura, através de sua “Funcultural” (???), encerrou o que inapropriadamente batizou de “ciclo de comemorações do centenário de Porto Velho” com outra apresentação chinfrin no esboço daquilo que a gestão petralha batizou de Mercado Cultural.

É de se lamentar que o truque de madame ainda é o método mais utilizado pela administração municipal para tentar dourar a pílula e enganar a intelligentsia local.


CHACOTA

Dilma Roussef vai ao primeiro evento internacional importante após conseguir um novo mandato como presidente do Brasil. Ela participa esta semana da importantíssima reunião do G-20 na Austrália. É quando terá um encontro em separado com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na primeira reunião formal entre os dois governantes desde a crise diplomática provocada pela espionagem americana no Brasil.

O que se espera é que a representante brasileira desta vez tenha um mínimo de sobriedade e não saia falando bobagens, como aconteceu na Assembléia-Geral da ONU, quando apresentou ao mundo seu programa pessoal de paz para resolver o gravíssimo problema da guerra santa deflagrada pelos terroristas do autoproclamado Estado Islâmico.


EM RESPEITO AO BRASIL

Quando Dilma fala lá fora deve estar consciente de que fala em nome do povo brasileiro e não seu próprio nome.

Se não sabe o que fazer ou o que dizer, é preferível entrar muda e sair calada, ao invés de inventar sandices e colocar no ridículo a imagem do Brasil, que merece respeito, por ser o quinto maior país do mundo, ter a sexta maior população e estar na sétima posição no ranking da economia global.

É por essas e outras que, contando os votos nulos e em branco, mais de 50% dos eleitores brasileiros fizeram questão de proclamar que a sra. Dilma Rousseff decididamente não os representa.



MOTIVAÇÃO

A desobediência às leis brasileiras, primeiro, se deve obviamente à sensação histórica de impunidade que recai sobre os mais ricos, políticos e poderosos; e, ato-contínuo, à demora absurda da Justiça brasileira.

Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas indicando que desobedecer às leis é fácil para 81% dos brasileiros demonstra o quão difícil será alcançar o tão sonhado grau de nação desenvolvida.

Bem ou mal, as leis existem e estão aí para serem cumpridas. Mas essa não é a realidade, porque os amigos do poder são especiais perante as leis e corriqueiramente privilegiados por intermináveis manobras judiciais.



CREDIBILIDADE

Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas revelou, como era esperado, que governo federal, Congresso Nacional e partidos políticos tiveram o pior índice de credibilidade entre os brasileiros. Por outro lado, parabéns às Forças Armadas, que obtiveram o primeiro lugar, certamente pelas suas qualidades de honradez, abnegação e patriotismo.



GRANA ÀS PAMPAS

É engraçado o comportamento dos políticos rondonienses. Depois eles ficam basbaques com fatos como a reeleição do governador. Confúcio, como quase todos seus antecessores, ficou o mandato inteiro sem sofrer as catilíneas dos opositores. Tirando a oposição individual feita por José Hermínio, o governador navegou em céu de brigadeiro mesmo no momento em que seu governo sofreu com as operações de combate à corrupção por forças como a Polícia Federal.

E para o próximo ano o mesmo sistema deverá ser repetido. Afinal nenhum político com mandato, nem mesmo quem se elegeu pela “oposição” fez qualquer tipo de comentário sobre as notícias mais negativas publicadas contra Confúcio, como a condenação de R$ 300 milhões que frequentou as páginas de sites e jornais.

Nem mesmo a primeira grande entrevista de Confúcio a uma emissora de rádio da capital atraiu a atenção dos políticos.



META

Até agora ninguém ouviu o governador falar das metas para o próximo ano. Ninguém sabe o que fará para evitar a queda de empregos, o aumento da pobreza e coisas do gênero.
Na sua entrevista o governador negou as dificuldades previstas por gente do mundo econômico, incluindo-se lideranças ligadas ao incipiente setor industrial. A entrevista sugere Confúcio ainda resiste fazer o necessário exercício da autocrítica sobre o primeiro mandato, quando ocorreram os grandes rombos que deverão se traduzir em novos processos decorrentes da denunciação premiada do Batista.



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