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Porto Velho,  ter,   15/outubro/2019     
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Por falar no Natal, é chegada a hora de prevalecerem os valores éticos judaico-cristãos ao deus do consumo

24/12/2014 13:23:10
Gessi Taborda
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AMANHÃ É NATAL

A voragem da sociedade de consumo arrasa gradualmente o sentido da data. Esquecemos o natalício do menino que pregou o amor e a compreensão, e nos afogamos nas correrias de dezembro. Para quê? Para ensinar nossas crianças a adorar uma fantasia tola que a coca-cola popularizou nos Estados Unidos a partir de 1931, numa campanha publicitária incorporada ao cotidiano como algo inocente.

O Natal é festa de luz pelo menino Jesus, não pelo ilusório velhinho de vermelho. Também neste mês os judeus têm a Festa das Luzes, o Chanukiá, celebrando o milagre que iluminou o Templo de Jerusalém por oito dias. Com idênticas raízes históricas, Cristianismo e Judaísmo poderão sobrepor seus valores éticos à avalanche do consumista Papai Noel, inventado pela publicidade? Ou sucumbirão?


APOSENTADOS

Os aposentados e pensionistas do INSS que ainda não fizeram o recadastramento anual devem ficar atentos ao prazo. Como o expediente bancário ao público encerrará no dia 30, os segurados deverão comparecer às agências bancárias onde recebem o benefício até a terça-feira da próxima semana (dia 30) para realizar a prova de vida. No último balanço divulgado pelo Ministério da Previdência Social (MPS) mais de 1 milhão de pessoas em todo o país precisam se recadastrar. Para fazer o recadastramento é preciso o segurado do INSS comparecer à agência bancária onde recebe o benefício e apresentar um documento com foto (carteira de identidade, carteira profissional, passaporte, carteira nacional de habilitação). Devem levar também o cartão e número do benefício para facilitar o atendimento. Todo o processo de recadastramento só poderá ser feito nos bancos, porque a senha do beneficiário terá que ser validada.


PÉSSIMO GESTOR

Na primeira lista difundida sobre os novos integrantes do escalão superior do governo a ser instalado em 1º de Janeiro próximo há suficientes indícios para mostrar que o governo continuará sendo mau administrador.

Nas altas esferas do Poder os “coroados” são pessoas sem grandes títulos, a não ser o papel desempenhado como cabos eleitorais qualificados na disputa pela reeleição. E assim Gilmar Ferreira acabou ganhando do “Papai Noel” o presente de começar o novo ano com um belo estipêndio para gerir a CMR, empresa que ninguém sabe e ninguém viu. A Companhia de Mineração de Rondônia, criada no tempo do Teixeirão, deixou de existir a muitos anos. Mesmo assim, pelo visto, ainda continua servindo aos interesses do governante como um autêntico cabide de emprego.

A nomeação de um cardeal para coçar o saco na CMR não é nada, mas tem o sabor de outro pequeno escândalo.


CAERD: OUTRO EXEMPLO

A Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia é outro exemplo de como o governo administra mal o patrimônio do Estado. A Caerd chegou a ser considerada uma das mais promissoras empresas do governo para promover o desenvolvimento sustentado no Estado.

Hoje a imagem dessa estatal é a pior possível, mesmo mantendo ainda o monopólio num dos segmentos mais importantes da execução do saneamento básico em todo o estado.

Entregue à cupidez de pessoas designadas por grupos políticos da base governista, a Caerd tornou-se de há muito tempo um poço sem fundo onde vai o dinheiro público na tentativa se salvar uma empresa que não conseguiu até hoje cumprir sua competência e atender a população do estado com um serviço de qualidade em água e esgotamento sanitário.


PELOS COTOVELOS

Às vezes ouvir Dilma Roussef falar das questões importantes do Brasil chega a ser desconcertante. A gente fica sem saber se certas declarações são motivadas pena ingenuidade ou desfaçatez. Veja, por exemplo, essa “pérola” da retórica presidencial: “Não é preciso afastar Graça Foster, porque a Petrobras e o Governo não foram prejudicados". O Governo é acionista majoritário da Petrobras. Neste ano, as ações da empresa caíram algo como 35%. Se isso não provoca dano nos cofres públicos da nação (Olha ai, revisão, eu não disse “danação”), nada mais poderia prejudicar o Brasil. É coisa para a reflexão de Stanislaw Ponte Preta.


PERIGO IMINENTE

É melhor os rondonienses que utilizam o transporte coletivo da cidade se prepara para, a qualquer momento, viver o colapso desse serviço, graças à incompetência do prefeito em lidar com coisas dessa importância.

Mauro Nazif, prefeito incapaz de enfrentar problemas simples como a desobstrução de calçadas e outros logradouros públicos tomados pelo comércio marginal, está falando grosso com os empresários dos ônibus urbanos, garantindo que não aumentará, de jeito nenhum, a tarifa desse serviço.

Ora se, como diz o prefeito, o contrato dessas empresas permissionárias acabou, como mantê-las obrigadas a prestar esse serviço público? E o prefeito ainda disse mais: enquanto não houve uma terceira empresa nesse segmento, nada de reajuste tarifário.

Veja se dá para entender: então essas duas empresas impedem o prefeito de colocar uma terceira permissionária? Ou Nazif é realmente um alcaide fraquíssimo ou não deu para entender blicas do andou falando na sua mais recente entrevista. Parece que alguma decisão lógica só pode acontecer quando a prestação do serviço parar de ver.


OUTRA FRAUDE

Por absoluta falta de fiscalização, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) transformou-se num convite à fraude, que vem sendo aproveitado por intermediários espertalhões e instituições de saúde sem escrúpulos, com prejuízos para os beneficiários e para os contribuintes em geral. Consta que aqui em Rondônia, também existem especialistas em obter vantagens com esse negócio do DPVAT. É mais um desafio para ser convenientemente investigado.

Há cinco anos, um estudo da Superintendência de Seguros Privados demonstrou que 85% dos pedidos de indenização por acidentes de trânsito eram feitos por hospitais e clínicas, e não pelas próprias vítimas, que raramente recebiam a totalidade dos recursos pagos. Pagos por todos os cidadãos, que também pagam os fiscais negligentes que deveriam assegurar a lisura do processo.


SER GOVERNO? COMO?

O deputado (reeleito) José Hermínio, presidente da Assembleia, já viajou. E assim vai cumprir a promessa de não dar posse Confúcio Moura, reeleito em outubro. Antes de viajar com a família Hermínio conversou com o colunista. E – como se esperava – reafirmou que continuará fazendo oposição ao governante peemedebista.

Quem tem compromisso com a população, especialmente com o segmento daqueles que mais sofrem o descaso do governo não tem como deixar de ser oposição num processo desses, sentenciou o parlamentar.

“Estou na vida pública querendo uma Rondônia com trabalho, especialmente para sua juventude. Um estado com produção, pesquisa, inovação, transparência e responsabilidade das instituições. E o governo não quer. Acredito que ajudamos mais fazendo a oposição necessária.” E assim Hermínio justificou sua decisão de não presidir a sessão de posse. E garantiu: “No próximo mandato seguiremos cumprindo nosso papel de opositor”.


A VERDADE
E agora todo o pessoal do andar de cima da Petrobras usa a tática do escapismo, descaracterizando as denúncias da geóloga Venina Veloso da Fonseca. Chega de hipocrisia e velhacaria. Se tudo o que ela diz ter feito é mentira, por que então foi transferida para Cingapura? Não seria por medo de que a verdade aflorasse?



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