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Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



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Porto Velho,  ter,   15/outubro/2019     
artigos

Deputados titubeiam e mandam para o vinagre CPI do

13/03/2015 10:10:10
Gessi Taborda
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CADÊ A TRANSPARÊNCIA?

Duas anotações veiculadas na imprensa essa semana sobre o comportamento dos novos deputados da Assembleia Legislativa em avançar na prerrogativa de investigação dos atos suspeitos do Executivo funcionaram como um balde de água fria nas expectativas de que os parlamentares demonstrariam mais independência no cumprimento de seus mandatos em relação ao governo do estado.

Num informe divulgado pelo deputado Hermínio Coelho, afirmou-se que a tentativa de se criar uma CPI para investigar desvios de recursos públicos e outras irregularidades praticadas nas “obras” superfaturadas do espaço alternativo (??), executada na gestão de Lúcio Mosquini (atual deputado federal) malogrou. Isso aconteceu – de acordo com Hermínio – por que o deputado Alex Redano retirou sua assinatura do requerimento de instalação da CPI.

Numa outra anotação do noticiário político, apareceu o nome do deputado Ezequiel Júnior (PSDC), como outro parlamentar que teria desistido de assinar o tal requerimento.


CHEGA DE BLINDAGEM

São dois episódios reforçando a tese de que a classe política rondoniense ainda está precisando aprender muito em matéria de transparência e democracia. Ora, porque existe tanta resistência contra a CPI proposta para investigar uma obra que – pelos supostos desvios – chegou a justificar a prisão do próprio Mosquini e de Alex Testoni, até então poderoso prefeito de Ouro Preto do Oeste.

Não dá para entender a existência na legislatura atual de deputados que em nome da blindagem de gente do governo renunciam à sua responsabilidade de investigar, impedindo que CPIs necessárias possam existir e cumprir o papel que a sociedade espera do parlamento.

Os deputados precisam saber que a população rondoniense não aceita mais esse costume de tutela, que mantém dados importantes do governo com o carimbo de engavetados, reservados ou simplesmente escondidos. Cabe aos deputados fiscalizar e garantir a população acesso às informações sobre a aplicação do dinheiro (e sobre os desvios), o que interessa a todos os cidadãos.


PARA O CIDADÃO

O novo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Maurão de Carvalho, está decidido a implementar mudanças verdadeiramente positivas no comando daquela instituição. E, como disse ontem uma fonte com trânsito próximo à presidência, não serão apenas mudanças cosméticas, como as novas restrições de acesso pelos portões laterais da casa.

E claro que, de momento, há um enorme zumzumzum entre os muitos frequentadores de gabinetes e corredores sobre anunciadas exonerações, especialmente de personagens que conseguiam se manter em cargos de direção e funções gratificadas por anos sem que tivessem necessidades de pertencer ao quadro efetivo daquele poder.


FUTURO REFORÇADO

A Assembleia não será mais – disse a fonte – velhacouto de pelintras e abusados interessados muito mais no enriquecimento próprio e não em contribuir para melhorar a vida da população que necessita de um Legislativo mais vigilante e mais disposto a defender os valores republicanos.

As decisões em curso a serem implementadas por Maurão de Carvalho visam sempre beneficiar a qualidade de vida dos cidadãos.

Após cinco mandatos de deputado, Maurão não será só mais um presidente. Vai com certeza aproveitar o cargo de administrar o Legislativo para alçar vôos mais alto nos próximos embates eleitorais. Para isso, claro, terá de se mostrar mais eficiente na gestão da casa, mais transparente e o mais próximo possível do cidadão.


MATAR É MATAR

Pretendi escrever esse comentário antes do Dia Internacional da Mulher. Não tive espaço. Mas decidi registrar nessa sexta feira, 13, minha opinião sobre o que considerei mais uma sandice da presidenta e dos governantes desses tempos em que as burrices são justificadas com essa conversa do “politicamente correto”.

Dilma sancionou a tal lei para fazer politicagem demagógica aproveitando o discurso feminista que nos cerca por todos os lados.
A lei que torna hediondo o feminicídio foi aprovada. Isso quer dizer: penas mais duras para quem matar mulher pelo fato de ela ser mulher. Mais do que uma bobagem populista, a lei é discriminatória, ilegal e, claro, inconstitucional. Matar é matar. Homem, mulher, gay, bi, transexual. É hediondo por natureza.

OAB QUIETA
Não se pode fazer diferença entre matar um ou outro por gênero. É uma violação grosseira ao Artigo 5º da Constituição, aquele que assegura que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, e todos os seus incisos. Uma afronta tão absurda que deveria – essa sim – ser considerada hedionda. Motivo para que a outrora atuante OAB-RO se manifestasse publicamente.

DIRECIONAMENTO
Não que essa tática já não tinha sido utilizada durante o primeiro mandato mas, pelo andar a carruagem, se o governador cassado por abuso do poder econômico nas eleições do ano passado, a situação com o direcionamento da publicidade paga com o dinheiro do contribuinte vai mudar ainda mais para arrochar quem não entrar na relação da mídia amestrada.
Tem gente próxima de Confúcio e Daniel taxando a imprensa independente de “golpista” por colocar às claras não os crimes eleitorais, mas também os escândalos de corrupção investigados pela PF e constantes de Inquérito em fase final no STJ.
Se essa manobra for mais intensa nesse ano, ficará claro que o governo continuará acreditando ser possível alicerçar-se apenas na propaganda.

CADEIA
Que conversa estranha deverá acontecer nos bastidores dos encontros entre esse lastimável prefeito Mauro Nazif e o pessoal do DNIT, onde o bate-papo gira em torno da tentativa de escrever um novo epílogo para a tragédia dos elevados da BR364 (na mentirosa linguagem oficial, tratados como viadutos) que deviam, isso sim, dar cadeia para os dirigentes (??) da nossa esculhambada capital?
Acredite quem quiser. Pelos antecedentes, não acredito em nenhuma data anunciada para o fim dessa manada de elefante branco e – com certeza – temo por novos assaltos aos cofres públicos se nosso glorioso MP não ficar de olho nesses discípulos de Alphonse Brown Capone.

NEGOCIAÇÃO
Os petistas rondonienses insistem em não acreditar na morte do partido, após todo esse tsunami de corrupção, incompetência e arrocho decorrente da política do partido em nível nacional e dos desacertos no plano local. Eles já começaram a negociar (ou conversar) para a volta de Fátima Cleide para a disputa da prefeitura de Porto Velho. Todos sonham em conseguir o retorna das boquinhas dos tempos do famigerado Bob Ali Babá. Esquecem-se que dona Fátima, completamente desaparecida de Porto Velho, apenas cumpriu a previsão da coluna, onde tanto se escreveu sobre sua incapacidade de aprender – após anos no Senado – a fazer política com certo profissionalismo.

POVÃO
Aqui em Porto Velho, segundo se ouve, a manifestação do próximo domingo contra o governo do PT em nível nacional, não terá nada da elite branca e de ricos, como vem avaliando os petistas, nas ruas de Porto Velho. A maioria será de pobres e classe média sufocada pelos últimos aumentos no custo de vida



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