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Porto Velho,  sáb,   31/outubro/2020     
artigos

Por causa de rompimento político, governo atual pôs fim a contratos de terceirização que garantiam segurança às escolas

19/04/2015 12:55:32
Gessi Taborda
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TERCEIRIZAÇÃO OU ROUBO

Uma coisa sobre a qual nenhuma autoridade com poder de fiscalização demonstra interesse em exigir que o Estado cumpra com sua responsabilidade: os constantes furtos em unidades da rede escolar pública que virou uma vergonhosa rotina. E isso tem tudo a ver com a utilização de sistema de terceirização praticado pelos “gestores” (??) públicos rondonienses, sempre no estilo “farra dos contratos”.
O problema tem afetado sobremaneira as escolas públicas, algumas vítimas de larápios por até 10 vezes seguida, um claro desafio que o governo não consegue ou ainda não quer resolver.

TIRANDO DA RETA

A terceirização em nosso estado funcionou até recentemente como uma reserva dominada por políticos influentes junto ao governo, especialmente no segmento da segurança privada.
E foi exatamente por rompimentos de acordos políticos de reciprocidade que o governo atual, pôs ponto final ao contrato que garantia a presença de segurança armada nas escolas. No lugar de agente de segurança, o (vá lá) gestor público decidiu colocar vigilância eletrônica (câmeras) que, como se vê, não intimida ninguém.
O absurdo acontece essa semana quando porta-voz do segmento da Segurança Pública jogou a responsabilidade da vigilância das escolas da rede oficial para a Seduc. A própria Seduc entende que a responsabilidade de garantir segurança às unidades físicas da Educação deve ser da Secretaria de Segurança, com o envolvimento da PM.

ROUBALHEIRA

Quando o estado praticava a terceirização no serviço de vigilância de prédios públicos com empresas ligadas a políticos a maioria dos terceirizados estaduais ganhava em torno de R$ 900 brutos, que depois dos descontos viram R$ 730. Porém, o Estado chegava a pagar por cada um algo próximo dos R$ 3.507. Com isso as empresas ligadas aos políticos (embora no nome de laranjas) ficavam até três vezes mais o que pagavam aos funcionários. Escandaloso. Só tem uma palavra para definir isso: roubalheira. E assim políticos conseguiram fazer fortuna rapidamente com esses negócios nebulosos que ainda existem na órbita do estado, especialmente na área de alimentação de limpeza.
Além do altíssimo faturamento por cada terceirizado colocado no estado, sempre houve denúncias não esclarecidas que por centenas de terceirizados que não são fornecidos pela a empresa.

NENHUMA EXPLICAÇÃO

Até agora nenhum representante do governo ou da secretaria da segurança pública explicou se haverá alguma ação visando ressarcimento do dinheiro público gasto com a nova rota (de turismo??) de viagens de delegados e servidores públicos do andar de cima desse (des) governo de Confúcio.
O povo ainda não sabe como o governo permitiu e justificou o uso do dinheiro do contribuinte para atender a sedução desse pessoal com a maravilha turística que é Bogotá, a capital da Colômbia.

ESVAINDO-SE

O escândalo do “Petrolão” e as investigações sobre a corrupção na Eletronorte estão atingindo a popularidade de Valdir Raupp. E com isso concordam peemedebistas históricos em Rondônia.
Não há ninguém que acompanha a política rondoniense que não saiba do desejo do “Barbudo de Rolim” retornar ao governo do estado, de onde saiu coberto de impropérios pelas burradas praticadas, especialmente aqueles culminadas nas perdas dos ativos mais importantes do estado, como a Ceron e o Beron.

TRAGÉDIA NO OCASO

Suceder seu colega de partido, Confúcio Moura, era o grande sonho de Raupp.
Do jeito que as coisas vão, com o governo do “filósofo caipira” afundando mais do que Titanic, envolvido em denúncias de corrupção, com decisão de cassação pela Justiça, o sonho de Valdir é queda vez mais pura quimera. Isso num momento em que o senador tem de manter vigilância sobre processos que podem se transformar numa tragédia em seu ocaso de vida.

ALEGRIA DEMAIS

Encerro essa semana com tantas alegrias que quase esqueço os problemas de saúde enfrentados nesse momento de convalescença. Depois de dores, dificuldades para dormir, de uma dieta que praticamente eliminou da minha vida quase todos os pequenos prazeres da alimentação, chego nesse sábado a viver momentos de indizível felicidade, numa nova prova de que o Poderoso realmente cuida de mim e me dá prazeres nunca dantes imaginados.
Pois é, o meu filho Roger Lafontaine Mesquita Taborda concluiu o seu curso de mestrado em Biologia. Um dia antes quem se tornou mestra foi sua mulher, a Jamile Mariano Taborda, dedicada professora do IFRO de Porto Velho, na área de Química.

QUASE CENTENÁRIO

E foi também nesta semana que pudemos nos alegrar por mais um aniversário do jornal Alto Madeira, completando seus 98 anos de existência. É um monumento à tenacidade de homens e mulheres amantes de Rondônia, como soem ser o nosso diretor Euro Tourinho, com a experiência de sua profícua existência.

NOVOS HORIZONTES

Talvez por todas essas graças falte-me expressões suficientemente adequadas para dizer a todos esses importantes personagens da minha vida, o orgulho que invade a minha alma diante do sucesso do filho, da nora e dos companheiros de jornal.
Roger e Jamile: acompanho com satisfação o esforço de vocês e parabenizo a ambos pela conquista. Em breve outro filho, o Aldrin (que já é um vencedor) estará também acrescentando ao seu invejável curriculum mais uma importante conquista acadêmica.
A conquista de Roger e de Jamile (que por sinal aniversariou no último dia 9 de abril) vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes para um futuro muito luminoso.

OS APLAUSOS

Considero também um pouco minha a vitória de todos vocês. Fico orgulhoso demais de poder aplaudi-los. E em relação ao jornal, tenho certeza de que liderados por esse decano da imprensa rondoniense, o Euro Tourinho, teremos dentro de dois anos a comemoração do primeiro centenário desse importante veiculo na consolidação histórica da imprensa desse torrão brasileiro. Euro Tourinho é um exemplo digno de ser reverenciado por todos nós, jornalista, e também por todas as pessoas de bem do estado. Chegaremos longe, mais longe que o centenário que se avizinha, com todos os aplausos para o nosso decano.



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