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Porto Velho,  qui,   17/outubro/2019     
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Dragão da corrupção também chega com força ao interior do estado

09/05/2015 12:18:14
Gessi Taborda
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DIA DAS MÃES. VAI TER PRESENTE?
Primeiro comecemos com essa história especial para um dia especial, o Dia das Mães. A maioria dos filhos, na verdade, só presenteia a mãe quando é o pai quem paga o presente, fase que vai da infância até a adolescência.

VIRA PROBLEMA

Assim que entram na maior idade, e passam a trabalhar, o presente da mamãe vira um problema.
Os bons presentes – que papai pagava – agora são vasinhos de flores dados “de coração”- E as mamães dão força, com a famosa frase pronta: - “Não importa o presente, filho. O que importa é a lembrança!”. Wellington, que conheci como namoradinho de minha prima, lá na cidade Contagem era um desses.

MALANDRO SEDUTOR

Vagabundo por opção, dependente da mãe viúva, que sobrevive de uma pequena pensão. Vive de bicos, comprando e vendendo carros usados em lojas suspeitas da boca do automóvel. Quando percebi o tipo de cara que estava dando em cima da priminha, aconselhei a menina a deixá-lo e procurar coisa melhor, mas como toda adolescente, não abre mão do seu príncipe encantado.

BRIGA INSEPARÁVEL

Malandro e moça de família, parece briga de Pitt Bull: ninguém separa. Tive que me acostumar com ele. Descobri que alem de malandro, Wellington também era um tremendo gozador, principalmente quando o assunto era presentear alguém. Ninguém era mais criativo que ele.



PRESENTEANDO O SOGRO

Eli, pai da menina e meu primo em primeiro grau, estava coincidentemente na semana do seu aniversário. Foi o bastante para Wellington perguntar o que Eli queria ganhar. O primo retrucou com a tradicional frase: “Não precisa se preocupar com isso!”

Mas Wellington foi insistente, afinal, era o pai de sua princesa e merecia um bom presente. E então ouviu do Eli o tipo de presente com que sempre sonhou: “Queria conhecer o Brasil, ver de perto todas as suas capitais, especialmente as do Nordeste, com suas praias encantadoras...”

E foi assim que Eli ganhou um pacote no dia do seu aniversário. Era um pacote grande e ele, ainda meio desconcertado, dizia que Wellington não precisa ter se preocupado, etc e coisa e tal.

Abriu o pacote e viu um mapa do Brasil e uma lupa de aumento.



PRESENTE CRIATIVO

O gozador do Wellington aproveitou para perguntar à namoradinha qual presente sonhava em ganhar. Ela não se fez de rogada:

“Vivo sonhando com joias. Sonhei ter ganhado de você um lindo colar de pérolas, na outra noite, um broche de esmeralda, na noite seguinte, um bracelete de ouro”. Ele não teve dúvidas. Deu a ela, um livro “O significado dos sonhos”.



É A VIOLÊNCIA

No dia dos namorados, lá veio ele querendo saber o que ela queria ganhar. Minha prima disse que gostaria de um anel de brilhantes. À noite, ele chegou com a caixinha de joias. Ela abriu, estava vazia. Eu fiquei uma fera. – “Minha prima pede um anel de brilhantes e você só dá a caixinha!” – e ele na maior cara de pau – “Com a violência que está aí fora, o senhor acha que vou deixar minha princesa correr risco de ser assaltada?”. O cara é malandro e gozador, mas eu até passei a gostar dele.



DIA DAS MÃES

Domingo é Dia das Mães. Curioso, perguntei a minha prima o que Wellington iria dar para a mãe viuva. Segundo ela, a mãe pediu um presente especial e ele faria tudo para dar. Mas, minha prima precisou ajudar.

Ficou preocupada se eu iria entender, e eu a tranquilizei. – “Não se preocupe, prima. A mãe do Wellington é uma boa senhora e merece um bom presente. Fico até feliz que o tenha ajudado. Só uma coisinha: o que é que a mãe do Wellington quer ganhar de presente no Dia das Mães?”.

E minha prima, com seu jeitinho tímido, respondeu: “Um neto, mas não conte para o meu pai, pois será surpresa para ele também. E se é que fizemos tudo direitinho ontem no motel, daqui nove meses o presente vai chegar”.



SITUAÇÃO DIFÍCILIMA

A “Operação Detalhes” do Ministério Público com a participação da Polícia Civil ocorrida ontem em Cacoal, resultando na prisão da maioria dos vereadores e da chefa de gabinete do prefeito Padre Franco Vialleto, mostra claramente como o dragão da corrupção não mina apenas a capital mas também chega com força ao interior do estado, colocando o PT rondoniense numa situação dificílima. O padre continua no cargo de prefeito, mas certamente incapaz de superar uma minuciosa devassa em sua gestão.

Será inacreditável que depois das prisões de gente da prefeitura e de sete vereadores da Câmara (incluindo o presidente, Paty Paulista) o padre, mesmo com reza braba, consiga se manter no cargo. De uma coisa não resta mais dúvida alguma: os políticos de Cacoal têm mais representatividade.

Essa situação que parece algo exclusivo daquela cidade deve se repetir em muitas outras urbes rondonienses. A maioria não resiste uma devassa bem feita.



PROBLEMA MAIOR

São tantos os casos de corrupção conhecidos e denunciados em todos os níveis da administração no estado que boa parte das pessoas acabam acreditando que o estado não avança nos seus índices de desenvolvimento e de qualidade de vida por culpa da corrupção.

Mas há outro problema muito sério que deve ser responsabilizado pela situação em que nos encontramos: a péssima gestão de prefeitos, vereadores e o escambau da maioria dos políticos rondonienses.



SIMANCOL

Só mesmo uma visão míope e uma incapacidade de compreender as responsabilidades do cargo de prefeito pode, justificar a imensa falta de simancol de autoridades como o prefeito de Porto Velho. Deve-se a isso a prefeitura anunciar como a conclusão de “baias” de ônibus, como se isso fosse algo muito importante, capaz de colocar na história o nome desse prefeito que não cumpriu praticamente nada dos compromissos e das promessas vendidas ao eleitorado de Porto Velho.

“Baias” para ônibus prefeito! que coisa mais chinfrim, mais démodé, quando o grande problema nessa questão é o próprio sistema de transporte falido e sem nenhum projeto sério desenvolvido pela prefeitura para melhor atender o povo. Quem tem o poder de investigar precisa verificar quanto dinheiro público está sendo gasto com esse besteirol.



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