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Porto Velho,  ter,   15/outubro/2019     
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Em Porto Velho, os casos de tempo perdido e destruição de esperança se repetem ao infinito

17/10/2015 15:28:18
Gessi Taborda
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PENSAMENTO

“A burrice no Brasil tem um passado glorioso e futuro promissor.” – Roberto Campos, economista, pensador, ex-ministro e ex-senador brasileiro.

SEIS MESES

Chega a 41% a quantidade de pessoas que aguardam na fila por uma resposta do SUS há mais de seis meses. O índice teve um salto do ano passado para cá; em 2014, a taxa dos que esperavam esse período era de 29%.


DESCONFIANÇA

Hélio Bicudo é considerado, sem contestação, um dos maiores juristas do Brasil. Por isso sua declaração sobre o judiciário vem criando tanto frisson no Brasil inteiro, embora em Rondônia ninguém tenha refletido sobre ela. “O PT tomou conta do judiciário. É o PT que está decidindo o que acontece no STF. Quem foi colocou esses ministros no tribunal? Foi o PT. Eles (ministros) não irão julgar nada contra o PT”, afirmou Bicudo.

TEMPESTADE

Ainda não devo classificá-la de tempestade perfeita, todavia tenho vivido momentos de preocupação nesse mês, responsáveis pela quebra da normalidade na edição das colunas.
Ontem, além dos doloridos efeitos da gota, causada pelo ácido úrico que em diabéticos é mais grave, sofri com a falta de internet, que só se resolveu à noite com a substituição do roteador. Está ai o motivo pelo qual não se publicou a Em Linhas Gerais na última sexta-feira. Sorry, periferia. (E pensar que até os 40 e poucos anos nem chegava a visitar médicos ou hospitais, a não ser por uma malária...).

HORIZONTE SOMBRIO

A agência Fitch é mais uma a rebaixar o Brasil. O mercado internacional não é composto por bobos, eles sabem que se tiver acordo entre Dilma e Cunha, a economia brasileira vai sangrar mais ainda.


INFLUÊNCIAS

A presidenta (é assim que ela gosta) Dilma busca inspiração em fontes inimagináveis para seus “pronunciamentos”. Aquele que transformou o tema “vento” num hit das redes sociais parece ter se inspirado na música e poesia do alagoano Djavan. Para quem não lembra, ai estão os versos inspiradores: “Vento que bate na porta/Trazendo notícias que tem de alguém/Vento que entorna a manhã do meu bem/Me leva, me leva vento/Bate sua asas/Voa sobre as casas/Vento faz o dia delirar.../Quem tem ouro na pele da alma pagã, pagã/Vento me ensina a tocar a flauta de Pã, de Pã.

NUNCA FOI FÁCIL

Só se fala em crise. A economia padece da ingratidão e da criminalidade com que é tratada por aqueles que deveriam defender os interesses do brasileiro e não de seus objetivos pessoais. Nunca foi tão fácil “enricar” nessa terra, (hoje) de ninguém. Não há comando político, tão pouco as chamadas reservas morais articulam reações. Não há comando político, tão pouco as chamadas reservas morais articulam reações. Espera que a raposa cuide do galinheiro parece ingenuidade de um povo que igualmente avalia as oportunidades voltadas para o próprio umbigo. Onde, como e quem poderá dar inicio a uma mudança radical nos processos que envolvem e cobrem a política e a gestão pública de lama, resgatando a dignidade do trabalho, da ordem e da moral?


PERFIL POLÍTICO

Tomara que não, mas enquanto o eleitorado for composto de pessoas responsáveis pela escolha do tipo de político responsável pela gestão pública no estado, não basta ter “cara de pau” na política atual, é preciso ter “estômago”, não dar a menor importância aos interesses comuns da sociedade, transformar-se numa geladeira diante das circunstâncias.

Rondônia não se sofisticou no segmento da política. Na verdade, se transformou num celeiro de aberrações políticas. Parece que é mais fácil para os de mau caráter vencer e isso deve continuar se o eleitorado não assumir responsabilidades. Caberá aos eleitores promover as mudanças de nomes, como forma direta de manter a esperança de um futuro seguro e sério.



HUMILHAÇÃO

Os acordos promovidos individualmente entre parlamentares e chefes de Executivos e as decisões partidárias (de blocos) é um autêntico vale tudo por simples conquistas de espaços e de facilidades em negócios sombrios. É isso que permite casos de humilhação do povo, com invencionices como aconteceu agora no segmento do transporte coletivo de Porto Velho.

DISTANCIANDO

Por vezes me pego refletindo onde começa a malandragem que se difere da esperteza! Quando leio as abobrinhas sobre um Lindomar Garçom palrando em cima da débâcle da EFMM, como se tivesse alguma carta escondida na manga da camisa para reavivar a histórica ferrovia; quando vejo outro parlamentar notabilizado no escândalo das sanguessugas e as ambulâncias dos Vedoins tentando enganar de novo com esse conversa de emendas orçamentárias, vejo que está realmente difícil diferenciar o que seja ser “esperto” do que seja ser “malandro”.


METAS PESSOAIS

Onde está a referência da ética e onde está o oportunismo de ser ético? Muita gente, que posa de ética o faz para atingir metas pessoais na política, nas atividades profissionais e até mesmo com a família, mas acaba sendo desnudado pelos fatos que o “entregam”. Não foi exatamente isso o que aconteceu em relação ao prefeito de Ouro Preto, que chegou a ser preso.



SINUCA DE BICO

Nós, moradores de Porto Velho, estamos numa sinuca de bico! Precisamos nos convencer de vez de que vivemos um tempo perdido por termos no comando de instituições como Prefeitura e Câmara Municipal gente que esqueceu de sua obrigação de ser exemplo para a sociedade, e hoje acabam sendo confundidos como simples oportunistas sociais, um corrupto qualquer ávido apenas em amealhar fortuna material



REPETECO

Aliás, esse o repeteco de sempre. Foi o que aconteceu com o ex-prefeito, o petista Roberto Sobrinho, que ganhou por sua desastrada atuação, o codinome de Bob Ali-Babá Sobrinho e a prefeitura de “Caverna do Ali-Babá”, desconstruindo sua própria história de vida, dos tempos em que usou o sindicalismo como ferramenta de seu projeto político.



MENOS O NAZIF

E aí está, com a gestão Mauro Nazif, a repetição do mesmo caso de tempo perdido, de destruição das esperanças. É pior por constatar que é “um gente do povo” destruindo todas as expectativas geradas nas eleições passadas.

Especialmente para problemas como a manada de elefantes brancos de obras paradas, com o transporte coletivo, com o saneamento básico, os lixões, a segurança pública e vai por ai afora.

Poderia ser qualquer um menos Mauro, que no parlamento construiu um legado de gente boa, de paladino do povo, de combatente das injustiças.



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